Poema de Pablo Neruda Crepusculario
Ando chorando a noite, ate sessar a dor que sinto pela a sua ausencia, choro tanto que nao percebo quando o sono me abraça, me embalando pro mundo dos sonhos dando assim um sossego para o meu coração aflito, e fazendo sumir mesmo que momentaniamente o aperto da dor da saudade e no fim de um amor que nunca esteve ao meu alcance
Dono do meu coração, em meu silencio anda te espero ainda te desejo, cada dia mas , mesmo que nao me declare todos os dias, mesmo assim, meu coração e seu e cada dia mas te ama
Foi tentando acertar, que eu errei, e hoje quem mas amo jamais esquecerei, mas te ele como amigo e a mesma coisa de dizer o que sinto nao tem valor, e nem importancia, nao sei se consigo
Para se alcançar um ideal é necessário ter ambição. E ter ambição é perder de vista o ideal.
Conquistas profissionais são importantes para alcançarmos tudo o que materialmente desejamos TER.
Mas as realizações pessoais são a base para quem realmente podemos SER.
Ser antissocial não é deixar de ir às festas.
Eu só não me prendo aos padrões sociais e às regras que "disseram" serem amigáveis, ou politicamente corretas, de convivência.
O amor é um presente — e presentes não são rejeitados, são acolhidos, cuidados e vividos como missão.
Quando se mima na infância, a vida adulta revela o preço: forma-se um sujeito egocêntrico, intolerante à frustração e disposto a se priorizar, ainda que isso implique ferir o outro e não pensar nas consequências dessa dor.
Quem aconselha ouvindo apenas um lado da história corre o risco de julgar sem compreender. Em toda relação, existem duas versões que merecem ser escutadas.
O tempo é um tecido que se desfaz nas mãos da rotina: fios compridos de ontem se soltam em fiapos que caem no chão do quarto. Às vezes, tentamos costurar as bordas rasgadas com promessas — pontos rápidos, gesto apressado —, mas a agulha escorrega porque a memória tem vida própria. Há bolsos escondidos nesse pano onde guardamos cheiros e conversas; aberto, o bolso revela bilhetes amarelados, recibos de encontros que não se repetirão. Quando chove, as cores do tecido sangram, e aquilo que jurávamos ser permanente vira aquarela. Ainda assim, entre os rasgos, nas pontas soltas, encontram-se nós que salvam: abraços que prendem retalhos, risadas que emendam dois instantes. À noite, alguém passa a mão sobre a superfície e sente calor — uma prova de que, apesar do desgaste, o tecido ainda guarda corpo. Não é zelo que evita o desgaste, é atenção: escolher com que cuidado dobramos as horas, com que delicadeza tratamos as sobras. O resto, inevitável, se desfaz; e, no espaço que surge, podemos aprender a costurar novas formas de presença.
É mais fácil o Diabo transformar o Inferno num segundo Paraíso do que uma mulher, dentro de sua imperfeição, perdoar os defeitos de um homem.
"Tudo o que o Pai nos dá, aceitamos com amor; aquilo que Ele nos nega, aceitamos com paciência. Deus age para o nosso bem, seja dando ou tirando."
Temos o direito a ser iguais quando a nossa diferença nos inferioriza; e temos o direito a ser diferentes quando nossa igualdade nos descaracteriza. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza as desigualdades.
O homem é naturalmente livre e quer sê-lo, mas sua natureza é tal que se amolda facilmente à educação que recebe
Não cabe amizade onde há crueldade, onde há deslealdade, onde há injustiça. Quando os maus se reúnem, fazem-no para conspirar, não para travarem amizades. Não são amigos, são cúmplices.
Os que procuram as mortifïcações voluntárias, caminham a pé sob o estandarte de Cristo. Aceitar, porém, as cruzes que Deus nos envia e pacientemente suportá-las, é andar a cavalo
