Poema de Mario Quintana Sonhos
O aplauso me dignifica, porém a crítica me faz sentir cada vez mais, a importância da diferença no pensar!
Se tenho teu abraço, meu respeito por ti aumenta, tendendo ao infinito, isto porque meu minha pele fica impregnada pelo pulsar do teu coração, não importando se permaneces ou te vais, pois cada qual é dono dos seus sonhos.
Quando alguém mandar você abaixar a voz é porque teu grito está incomodando; se estiver gritando com honestidade de propósito, continue, pois prefiro ouvir teu grito em defesa de justa causa, ao silêncio dos hipócritas.
Quer saber qual é o segredo? Achar uma coisa que esteja sempre ali com você. Mesmo no meio de todo esse caos, você vai achar um sentimento imutável e constante, e vai se agarrar a isso. Vocês vão ter um ao outro.
No fim das contas, os meus sonhos estavam tentando me mostrar uma coisa. A vida não é perfeita. E a gente também não. Mas, por mais que as coisas mudem, sempre temos uns aos outros.
É isso que eu amo na leitura: uma pequena coisa o interessa no livro, e essa pequena coisa o leva a outro livro, e um pedacinho que você lê o leva a um terceiro. Isso vai em progressão geométrica - sem nenhuma finalidade em vista, e unicamente por prazer.
Não é sempre assim? Preparamo-nos para enfrentar os problemas de frente e eles surgem sempre por trás.
Não quero me casar só por casar. Não consigo pensar em solidão maior do que passar o restante da minha vida com alguém com quem não possa conversar ou, pior, com quem não possa ficar em silêncio.
Muitas coisas melhor se diz calado, pois o silêncio não tem fisionomia, mas as palavras sim têm muitas faces.
Então, esta é a minha vida. E quero que você saiba que sou feliz e triste ao mesmo tempo, e ainda estou tentando entender como posso ser assim.
Não há nada como a respiração profunda depois de dar uma gargalhada. Nada no mundo se compara à barriga dolorida pelas razões certas.
Eu sei que tem pessoas que dizem que essas coisas não acontecem, e que isso serão apenas histórias um dia. Mas agora nós estamos vivos. E nesse momento, eu juro. Nós somos infinitos.
Não há covardia mais torpe que a covardia da inteligência, a burrice voluntária, a recusa de juntar os pontos e enxergar o sentido geral dos fatos.
