Poema de Mario Quintana o Espelho
A religião não é a verdade que dita o que é verídico ou correto no mundo real, só possui seus efeitos nas páginas mágicas de sua história mitológica, a realidade é dura e cruel, onde não existe resolução de problemas através de liturgias focadas em pensamento forte e convicção fantasiosa. Esse tipo de paradigma já deveria ter sido superado a muito tempo, mas como sempre a religião seja qual for, atrasa o progresso da humanidade com suas falácias e regras toscas, vazias e sem sentido significativo.
A fé é um método miseravelmente falho, corrompido e irracional na busca de obter desejos e anseios, mediante ilusões platônicas. A realidade a destroça e mostra que esse método não funciona, afinal de que adianta possuir fé enquanto é um eterno dependente do conhecimento científico, é pura hipocrisia. Se isso que digo é uma falácia, faça um teste, na hora de uma emergência, não ligue para a polícia ou não vá para um hospital, siga para igreja para usar o seu método da fé, se você recorre ao conhecimento do homem e corre para o hospital, então sua fé não vale nada, fica nítido que é uma ilusão vã, que não muda nada, independente de ter ela ou não.
Resumi-se a história da espécie humana, observando-se a sua gananciosa e incessante busca pelo absoluto e o perfeito, envolto em suas vãs concepções e convicções que o levarão sempre ao nada e ao vazio.
"Na música consegui encontrar aquilo mais aproximado do que poderíamos sintetizar como absoluto, é a expressão riquíssima e imarcescível daquilo que é mais puro e virtuoso".
Toda a fundamentação das premissas que norteam as concepções metafísicas e de sentido existencial, tentam ou criam uma resposta para o axioma do 'antes', pois axiologicamente é necessário que algo exista antes do Big Bang. Acha-se aqueles que usam o filtro da fé para explicar o 'antes', criando uma realidade paralela metafísica, já existem outros que usam da razão, do ceticismo, buscando evidências através do método e do conhecimento científico, analisando a realidade na sua forma mas pura, sem o auxílio de "muletas" ou da "moral de rebanho", como dizia Nietzsche.
"O Ser Humano desde os primórdios de sua existência, busca, anseia, sonha e inventa para si pressupostos metafísicos que busquem torná-lo Homo Deus".
O saudosismo é uma sensação tão poderosa, ao ponto de projetar na existência humana, uma extrema necessidade de acreditar em uma realidade paralela onde o esquecimento, a morte, a dor e o sofrimento não existam, por mais que isso seja uma vã e tola ilusão do eu. Os pressupostos de pós-vida são muletas Metafísicas de subterfúgio de sentido existencial, fruto do desespero mediante o desamparo e separação dos entes que amamos.
"As pessoas não percebem que estão dentro de um prisão ideológica e egocêntrica que os prende em um sistema onde não são capazes de enxergar, pois sua percepção e compreensão limitante da realidade se curva perante as falácias de sofistas contemporâneos e seus discursos persuasivos de paz e eternidade em suas fantasias platônicas de idealismo, com o fim de tornar os indivíduos gregários e cegos quanto a esta vida".
Os crimes hediondos, ao destruírem vidas e abalarem a confiança na justiça, geram um profundo impacto na sociedade. A resposta penal a esses crimes deve ser proporcional à gravidade do delito, visando tanto a punição do criminoso quanto a prevenção de novos atos violentos.
O mundo procura agradar as pessoas e desagradar a Deus. Cristo preocupou-se em obedecer ao Pai eterno para nossa salvação
"Ó doce Cristo na terra, coluna firme, tu és a luz que nos guia para o porto seguro da eternidade. Ajuda-nos a permanecer firmes em tua verdade, mesmo diante das tempestades da vida."
"Há aqueles que se bastam com o grão de mostarda e aqueles que necessitam do Cosmos...
Há aqueles que creem sem saber e aqueles que sentem a necessidade de saber para poder crer."
Nunca trates com uma pessoa de indubitáveis costumes corrompidos, se forem também imprudentes. Como quase sempre são.
Os cães uivavam no alto do morro, a luz da lua transpunha a resistividade das nuvens e lá embaixo, a carruagem passava sob o clarão do luar.
(José Nilton de Faria)
Quando a luz da lua conseguiu transpor a resistividade das nuvens, percebia-se que a nossa bandeira ainda continuava de pé.
Não se pode modificar ou alterar o visual, a paisagem de um pôr do sol, mas nem é necessário, pois a natureza é sábia.
Na quarentena, a gente percebe como as flores nascidas na adversidade e que não precisam ser irrigadas são as que se tornam mais belas.
