Poema de Mario Quintana o Espelho
Exige-se longo tempo e paciência para enterrar uma ausência. Aquele que se foi ocupa todos os vazios. Como água, também a ausência não permite o vácuo. Ela se instala mesmo entre as pausas das palavras.
-Porque insiste em causar seu próprio sofrimento?
-Pois meus Demônios me fortalecem. Mas só com a paz dos Anjos que posso ver o mundo.
O amor nunca acaba, ele adormece nos braços da solidão.
Ame mesmo que esse amor seja condenado pelo silêncio. Pois haverá um dia em que o silêncio falará mais alto que qualquer palavra
Guardarei em meu coração os momentos bonitos, as lembranças doce e o gostinho bom de viver cada emoção. Mesmo que o tempo passe e as páginas da vida virem, não se poderá apagar as marcas de alegria de um momento especial.
Lindo não é estar na moda ou ter o melhor status. Lindo é andar todos os dias de mãos dadas com Cristo, morrer para o mundo e fazer a vontade de Deus.
Para que não se possa abusar do poder é preciso que, pela disposição das coisas, o poder freie o poder.
Goste das pessoas primeiro! Quanto mais sabemos, melhor perdoamos. Aquele que sente profundamente, sente por todos os que vivem.
A Igreja deve sair do lugar agradável, da zona de conforto e seguir o "chamado para fora", o IDE de Cristo
Não há tirania mais cruel que aquela que se exerce à sombra das leis e com as cores da justiça.
Todos crescemos e evoluímos. Mas só uma concha que possui as duas metades, é capaz de gerar uma pérola. Se não tivermos nossa outra metade, somos só como conchas, pequenas e quebradiças.
Você já me fez chorar, ja me fez sorrir, por causa de você eu sofri, mas hoje eu tenho que ir, seguir o meu caminho sem olhar para trás, posso até esquecer o meu passado, mas esquecer você...JAMAIS
Deve lutar, perder, e lutar mais uma vez. Não se ganha uma batalha de primeira, tem que ter uma estratégia, conhecer seu inimigo e atacar quando ele menos esperar.
Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo.
