Poema de Feliz Aniversario Fabricio Carpinejar
Não é promessa,
vai ter na nossa mesa
Arroz com Pequi
Chico Angu e poema,
Pode ter certeza
que não vou dar espaço
para outra na sua cabeça.
Com o quê você
tem condições
de ter em mãos
você faz a sua arte
e o seu poema,
A sua bagagem
de vida é a poesia.
Se alguém está na tua
frente e você quer passar
porque não pode esperar,
Se existe até um poema
e você pede licença
poética para se inspirar.
Se alguém está falando
e você quer interromper
por alguma razão porque
não pode esperar,
Pedir com licença é uma
expressão de respeito
para quem deseja se adiantar
sem o outro desrespeitar,
porque ninguém é melhor
do que ninguém e quem quer
respeito é o primeiro que tem
que aprender e mostrar
com exemplo o quê é respeitar.
O Sanguanel da lenda
só existe nela e no poema,
Cuide das suas crianças
porque o mel quem
nos dá são as abelhas,
O mundo não oferece
para a vida doces esquemas.
Março
Março meu poema
doce e com a paz
perfeita que faz
seguir querendo
mais e serena viver
os dias que virão.
A esquerda fica o Rio Esequibo
o poema da fronteira
entre Guiana e Venezuela,
No centro fica Bartica
a segunda cidade mais populosa
do Esequibo
com toda a poesia,
A direita fica o Rio Mazaruni
repleto de si em abundância,
E eu de longe ainda tenho
a esperança da notícia
deste território em total
liberação porque ali pertence
as estrelas onde perenes
teceram o destino e a bandeira.
Jacinto Machado Poética
Na planície costeira foi escrita
como um verdadeiro poema
quase ao pé da Serra Geral:
um pedacinho do coração nacional.
Trilhas seculares com belas
paisagens contam lendas
e levam o espírito tropeiro:
um lugar para o encontro perfeito.
Jacinto Machado poética
nos cânions vejo os sinais
que aqui tu és o meu recanto
que amo todos os dias sempre mais.
Jardinópolis poética
Este poema gravado
na tua madeira,
é para exaltar a tua
gente honrada
que sabe trabalhar,
e vive para te amar.
Alimentada pela tua
bravura na agricultura,
Não me canso de amar
a tua gente e este lugar.
A tua bonita História
de colonização italiana,
cabocla, alemã, polonesa
e teu modo de vida
quem te conhece
de perto sempre volta.
Quem te ama nunca
cansa de elogiar
o quê de belo conserva
no coração e na terra.
Querida Jardinópolis poética
tudo o quê tu fostes, és
e para sempre serás na vida:
és fé, razão e orgulho
para quem aqui vive
e para toda a Santa Catarina.
O Poema Preto
é para celebrar
o nosso segredo,
Com o meu
amor apaixonado,
Tenho neste poema
junto com os outros
poemas das cores
místicas a devoção
sutil e perfeita
para te pertencer;
Serei perplexidade
extática olhando
nos teus olhos
apreciando
cada sinal teu
de muito prazer
ao me render
e te enternecer.
Algo de inexplicável
tem provocado
o poema do presságio
da visão amável
de ver as mãos pintadas
de henna entregando
com toda devoção
o paraíso na terra,
e você dando o seu coração
que é a sua maior riqueza
sob minha perpétua custódia
com toda doçura e grandeza.
A folha caiu
da árvore,
Escrevi um
poema sobre
o futuro que
nos espera
sem pressa,
Não há neve
que o amor
entre nós
não derreta;
A primavera
do brilho
dos teus olhos
me pertence,
Sou a flor
perpétua
do coração,
amor primeiro
e a sua paixão.
Meu poema absoluto
da América do Sul,
amor profundo,
e tesouro misterioso,
Sempre vou me render
ao seu charme sedoso,
Não haverá regresso
porque para ti irei viver
do amanhecer ao anoitecer.
Mais valioso que
todos os tesouros
da Rota da Seda
é o teu charme
meu doce poema
capaz de fazer
perder a cabeça;
porque mesmo
sem você saber
tenho previsto
o quê será escrito
em ti quando
estiver comigo.
Para que o mundo
não se esqueça
entrego este poema
em nome de tudo
aquilo que foi violado
pela maldita guerra,
Não devo ter medo
de nada como poeta.
A conta é alta e dolorosa,
e vem sendo ofuscada
por gente mentirosa.
A conta pode ser
maior do que seis mil
crianças deportadas,
O correto mesmo é
chamar o mal pelo nome
de sequestro em massa,
e não há como ficar calada.
Os meus versos vem
sendo regado pelo sal
de Soledar para não
perder o sabor de avisar.
A glória de lutar pertence
a Ucrânia, o bastidor
infinito me pertence,
A vergonha de invadir
e assassinar um povo
pertence ao maldito.
São quarenta e três campos
e podem ser outros mais,
Todos cheios de crianças
que foram arrancadas dos pais.
Quem colaborou com toda
cena nem a pretensão de apagar
este poema conhecerá o êxito,
O inferno que se ajuda a plantar nunca mais os deixará sossegar.
Tudo o quê aqui está escrito
e ventania a se espalhar
por todos os caminhos do destino.
Rodeio entre a Poesia
Morando no Centro
de Rodeio entre
a poesia e o poema visual,
Artista performática via
atenta da arte postal
no Médio Vale do Itajaí,
não é segredo para ninguém
que eu adoro morar aqui.
(Amor primeiro e último
desde o dia que eu bem-te-vi).
Como o painel da Guerra
na entrada para confrontar
a consciência este é o poema
que apresento a Humanidade.
O Deus da Guerra nunca
mais dançará neste país,
O Brasil de Portinari
haverá de ser ainda muito feliz.
Como o painel da Paz
na saída para iluminar
a consciência é o meu poema
para converter a guerra em paz plena.
O Deus da Guerra nunca
mais ousará tocar no meu continente,
na América Latina
e em cada país das Nações Unidas:
(O Deus da Guerra sempre morre
diante de quem escreve poesias).
Resolvi te trazer
as poesias das sete
cores para fazer esta
sublime declaração,
O poema branco é
para afirmar a conexão
mais alta do coração.
Eu te cubro todo
com as poesias
das sete cores,
E trago para perto
o poema amarelo
com a fé que o nosso
amor vai dar certo.
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