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Poema de Despedida para Pessoa Especial

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Bom dia, feliz segunda-feira regada de boas energias.
Que a semana que se segue seja de plena virtudes, lhe abrindo as portas, trazendo-lhes sorrisos largos e espontâneos, nos agradecendo os bons caminhos e lembrando que está feliz por nos ver viver!

Apenas um sorriso, um bom dia, um aceno, um breve cumprimento, um agradecimento e você fará com que este dia seja muito especial para alguém.

E a vida nos faz a proposta, dia após dia, todas as manhãs ... aceite e siga, e descubra que muitas vezes, dias tão simples são os mais especiais!!!

Fico observando todos os tipos de roupas, de estilos diferentes. Você fica linda de qualquer jeito, ou seja, a roupa é um detalhe, você que é o toque especial.

Algumas pessoas só perceberão teu valor e o quanto você é especial e importante na vida delas
depois que elas perderem você. A vida é assim. Algumas pessoas são inteligentes, outras não.

Mulheres não são iguais!
Todas somos frágeis e, ao mesmo tempo, donas de alguma força singular.

O que nos torna especiais não é apenas nosso corpo, mas a assinatura de Deus em nossa vida.

⁠Passando para desejar um bom dia especial, alegre, colorido e cheio de muito amor. Que Deus abençoe cada instante desse dia lhe trazendo tudo aquilo que você precisa. Muita fé, esperança e cura. Vai dar tudo certo!

⁠Você pode odiar as suas falhas, mas são essas coisas que eu acho especial em você.

"Viver é inventar o dia.
É desconhecer a arrogância.
Exalar pura energia!
Fazer poemas de amor.
Devolver sorrisos.
Acreditar que o bem vence o mal. Sempre!
Enfeitar o coração com cores!
Conquistar amigos e ser sempre leal e fiel.
Transformar dor em alegria.
Ser amor de coração.
Inspirar justiça.
Viver é correr atrás dos sonhos,
da inspiração, dos projetos.
Buscar o entendimento das coisas.
Ser sempre da paz.
Orar em agradecimento pelas dádivas recebidas.
Buscar o que nos faz bem e aos outros também.
Amar!
Pintar o mundo com as cores que nossa imaginação mandar.
Estar sempre jovem.
Viver é: Ser sempre verdadeiro.
É constantemente redescobrir as coisas belas da vida,
lembrando que o sorriso é o idioma universal.
Ouvir músicas que acalmem a alma.
Desacelerar e aproveitar o tempo,
cada pequeno momento de prazer.
Viver,... é simplesmente ver a vida com o coração

"Passar pelas suas alegrias e angústias como quem passa por quem não lhe interessa."

Cai chuva do céu cinzento Que não tem razão de ser. Até o meu pensamento Tem chuva nele a escorrer. Tenho uma grande tristeza Acrescentada à que sinto. Quero dizer-ma mas pesa O quanto comigo minto. Porque verdadeiramente Não sei se estou triste ou não. E a chuva cai levemente (Porque Verlaine consente) Dentro do meu coração.

Tenho dito tantas vezes, quanto sofro sem sofrer, que me canso dos revezes, que sonho só para os não ter.

"Substitui-te sempre a ti - próprio. Tu não és bastante para ti. Sê sempre imprevenido [?] por ti - próprio. Acontece-te perante ti - próprio. Que as tuas sensações sejam meros acasos, aventuras que te acontecem. Deves ser um universo sem leis para poderes ser superior"

E nós não nos peruntávamos para que era aquilo, porque gozávamos o saber que aquilo não era para nada.

O meu ideal seria viver tudo em romance, repousando na vida - ler as minhas emoções, viver o meu desprezo delas.

Lá fora passarão civilizações, escacharão revoltas, turbilhonarão festas, correrão mansos quotidianos povos.. E nós, ó meu amor irreal, teremos sempre o mesmo gesto inútil, a mesma existência falsa.

"(...) O sonho que nos promete o impossível já nisso nos priva dele, mas o sonho que nos promete o possível intromete-se com a própria vida e delega nela a sua solução. Um vive exclusivo e independente; o outro submisso das contingências do que acontece."

Acontece-me às vezes, e sempre que acontece é quase de repente, surgir-me no meio das sensações um cansaço tão terrível da vida que não há sequer hipótese de ato de dominá-lo.

Fernando Pessoa
Livro do desassossego por Bernardo Soares. Lisboa: Ática, 1982.

Seja onde estiver e a monotonia da vida cotidiana será para mim como a recordação dos amores que me não foram advindos ou dos triunfos que não haveriam de serem meus.