Poema de Apaixonado e Amantes

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⁠Faxinal do Guedes

Ergueu-se o Astro Rei sobre

as florestas dos faxinais,

E a lembrança que foste

colônia militar veio

à tona e memória te honra.



Esperança erguida no Oeste

dos Rios Chapecozinho e Irani,

cidade profunda, celeste

e de gente catarinense

que sabe abraçar quem vem.



Surgiu a Lua e o céu estrelado

beijando as araucárias

dos nossos destinos,

Faxinal do Guedes é a rota

para quem busca fazer amigos.

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⁠Fraiburgo

Fraiburgo originária tu fostes
das araucárias do meu destino
e alcançaste com tuas macieiras
a prosperidade e ergueste cidade
de gente amável e acolhedora.

Fraiburgo das fazendas
tu fostes a primeira batalha
da Guerra do Contestado
no Taquaruçu e tornastes
terra de muitas lendas.

Fraiburgo do 'Campo da Dúvida'
por causa da divisa,
Fraiburgo da minha adorada,
tu és certeza inequívoca
e amor para a vida inteira.

Fraiburgo certeza gostosa
da minha vida e delícia
do Meio-Oeste de Santa Catarina,
tu és ternura e joia fina
que traz sempre o sabor da alegria.

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⁠Frei Rogério

As araucárias do meu
destino ainda estão por aí,
A História da Guerra do Contestado
ainda vive no teu nome
escolhido em homenagem
ao religioso que fez
o povo ficar acalmado.

As cerejeiras imigrantes
do mares e ares te enfeitam
como joias da coroa
etua gente europeia,
brasileira e japonesa
ergueram uma cidade
que repleta de beleza
que cativa com toda a gentileza.

O Parque do Sino da Paz
relembra o quê é mais caro,
raro, precioso e necessário;
E diante da Casa Octogonal
reflito toda a rota percorrida:
Só sei que encontrei a minha
cidade aqui em Santa Catarina.

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⁠Rodeio lá no teu Rodeio 12

Gosto de passar pela estrada
e apreciar a tua paisagem,
Rodeio lá no teu Rodeio 12
transmite uma gostosa
tranquilidade que parece
até que foi o céu que trouxe.

Quando passo por ti
gosto de fazer uma parada,
para provar os teus sabores,
Rodeio lá no teu Rodeio 12
sempre morro de amores.

Gosto de ver o Lar Rodeio 12
quando passo pela estrada,
Rodeio lá no teu Rodeio 12
gosto de ver a alegria
na estrada quando passo
e vejo a tua gurizada.

Rodeio lá no teu Rodeio 12,
és um brinde feliz para
quem por ti passa na estrada,
Lá no teu Rodeio 12 sabes como ninguém me deixar apaixonada.

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⁠Galvão


Galvão, amada da minha vida,
a Campina da Saudade
o teu surgimento explica
da fazenda que se ergueu cidade.

Galvão, adorada da minha vida,
estância querida do Grande Oeste
da nossa Santa e Bela Catarina,
um belo presente que Deus me deu.

Galvão, querida da minha vida,
teus caboclos, italianos e alemães
da História ergueram terra brasileira
onde a paisagem campeira cativa.

Galvão, preciosa da minha vida,
à partir de você dá para querer
ir ao redor nas cascatas, corredeiras, cânyons e conhecer a região,
para depois voltar querendo mais
é ficar na tua proteção e plena paz.

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Grão-Pará

⁠No sul de Santa Catarina,
ali com indústria tens
todo o meu coração,
Grão-Pará de História
tão fina do Vale do Tubarão.

Grão-Pará poética, elegida
pela Coroa e virtuosa
de uma gente que não
teme sol, chuva e nem
fraqueja em meio a garoa.

Grão-Pará fostes vinculada
a Orleans e uma homenagem
em reverência ao Príncipes
e dos povos europeus
viraste a morada perene.

Grão-Pará de lavouras,
rebanhos, madeiras e de metal,
a tua gente soube e sabe
fazer uma cidade e te amar
como um paraíso terrenal.

Só sei que olhando ao teu
derredor és circundada
pela Serra Geral celeste
da Serra do Corvo Branco
adorada até a Serra Furada
capaz de fazer a alma brindada.

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Governador Celso Ramos


⁠Minha Governador Celso Ramos,
és por mim adorada com
as tuas meias-luas poéticas
fazem a 'Ganchos' da tua História
reerguer a áurea memória.

Minhas Governador Celso Ramos,
és por mim amada com
as tuas praias ensolaradas
abençoadas pelas preces perpétuas
da Piedade erguida pelo teu povo.

Minha Governador Celso Ramos
originária de duas tribos,
suas aldeias, da navegação
de tuas gentes europeias
e do romance do mar com as areias.

Minha Governador Celso Ramos
só sei que das tuas mãos corajosas
e das tuas índoles no enfrentamento
em alto mar superando briosas
o medo ergueu-se um povo brasileiro.

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Gravatal

⁠Fiz neste instante uma
breve viagem ao passado,
O teu povo originário
foi por mim lembrado.

A tua terra plana,
ondulada e montanhosa
faz a alma jubilosa
e teu escudo cristalino
me faz fascinada.

O teu povo imigrante
veio para ficar e um
novo capítulo escrever
no sul catarinense.

O teu povo nadando
contra as correntezas
ergueu Pátria Brasileira
por dois tratados esta
reserva da Princesa.

Só sei que a tua gente
fez cidade com virtude,
luta, festa e sabor,
Gravatal poética és
merecedora de mais
de um poema de amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não sei quem
é palha,
Não sei quem
é fogo,
Só sei o quê não
se consome
é o amor da gente
que é chama.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Imburana que me cura,
que alimenta as abelhas
e boa sombra empresta
a cada um dos meus poemas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pamonha doce nordestina
por onde se prova conquista,
Hoje é também típica paulista
é um laço de afeto na mesa
que adoça a memória com poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ter sempre uma Capiroçava
por perto ao alcance
da mão para alegrar,
Porque com paciência
e ternura tudo vai se encaixar,
É só acreditar, se dedicar
e não deixar ninguém te desanimar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pensar em nós é a mesma
coisa que saborear um Sonho
passado no açúcar de confeiteiro,
Imagino e desejo muito
que de mim você pense o mesmo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rio Grande do Sul

O céu chora sobre
a Pátria Pampa
os efeitos dos limites
ultrapassados,
Encontrar as causas
e as faltas
é importante porque
sempre existirão
aqueles que fingem
que é melhor não ver,
O importante é salvar
os vivos para daqui
para frente e prevenir
para que dilúvios,
e os infortúnios
não sejam repetidos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Doce de Bananinha

Quem nunca levou
seja na mochila
ou na bolsa o seu
Doce de Bananinha,
Não sabe o quanto
ter um para socorrer
no momentos nem
tão doces assim com alegria.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bolinho de Chuva

Bolinho de chuva
feito na hora
sempre acaba
fazendo história,
E faz com que
se esqueça até
que chove lá fora.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Um Pudim sereníssimo
feito com muito capricho,
Um café brasileiríssimo
para ser bebido com louvor,
Não há coisa melhor
nesta vida para desfrutar
do lado do seu amor.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As auroras austral e boreal
são as danças dos deuses,
do nossos hemisférios
elas derrotarão os reveses.

Mesmo que ninguém creia
estão escritas nas estrelas
as evidentes exegeses
aos que sabem bem lê-las.

Dizer não à guerra ainda
inspira mesmo que uns
não tenham mais fé na vida.

Tirar o sapato apertado
para andar com os pés
descalços é o urgente apelo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Aurora Boreal

No Hemisfério Celestial Norte
há um festejo de cores
que rende os corações de amores,
Na apoteose da Aurora Boreal
quando se transforma
no oceano verde da Via Láctea
ou na floresta sinantea
dependendo de onde a vê
é neste momento que olhará
para me encontrar a paz em você.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As enchentes
são as lágrimas
da terra fadigada
que não pode
ser mais negada
e deve ser resgatada

O cavalo no telhado
da paciência
provou o heroísmo
por muitos esquecido
em tempos de peitos
desapontados e doridos

As falsas notícias
tornaram o curso
do rio da vida ainda
mais dificultado,
fato que não pode
jamais ser negado

Com cada herói revelado,
como povo deslocado,
e lado a lado de tudo
o quê não pode ser ocultado
no ritmo imparável
das boleadeiras da angústia

Com rebanhos inteiros
por muitos desconhecidos,
meus galopes paralisaram
e outros submergiram,
resisto no anonimato
como o cavalo ainda por ti olvidado.

Inserida por anna_flavia_schmitt