Poema de Aniversário Filho 18 anos
Em verdade, a terra é bela; e tudo quanto há sobre ela é belo também. Mas há um reino além de tudo o que vós vedes, e lá eu reinarei. E, se tal for a vossa escolha, e tal for realmente o vosso desejo, também ireis lá reinares comigo. Meu reino não é da terra. Meu reino será onde dois ou três de vós vos encontrardes em amor, e em admiração pela beleza da viva, e em alegria, e em memória de mim.
Viver é como guerrear, não é para qualquer um... Nós somos bravos guerreiros, incomensuráveis sonhadores(...)
Na pequena vila, perto do mar, tem um ditado muito antigo que diz: “Quem tanto pede o que lhe pertence, assim o mundo convence.”
O homem sonhava tão grande, que cada impedimento era apenas um pequeno atraso, nunca uma desistência.
Você vai ser o mensageiro de um amor que vai inspirar muita gente. Principalmente quem precisa ser inspirado.
Não somos obra do acaso, muito menos surgimos de uma explosão ocasional, somos parte de um plano divino que nasceu no coração de Deus, e mesmo estando inserido no mundo de contrastes, fomos criados para brilhar refletindo a luz de Cristo.
Sou grata por ter irmãos. Só quem tem irmãos tão unidos como os meus, sabem o tamanho do amor que nos une.
Deus dá filhos especiais para pais especiais. Não é um fardo, é um presente. Então, não há o que se questionar, e sim, apenas agradecer.
Dar as mãos para ajudar a caminhar. Isso nunca acaba na vida de um pai, mesmo quando chega o tempo em que o pai precisa do filho para isso.
Não há pai mais influente que o pai que não existe. Ele deixa tamanho vazio, provoca tantas interrogações, que seu filho pode gastar a vida tentando entender-se.
Levanta daí e começa a correr atrás dos seus sonhos, nada acontece da noite pro dia, a não ser o nascer do sol ou um filho.
A perda de um ente amado, no primeiro momento, é uma dor que acreditamos não suportar, é como ver tudo desabar sobre nós; no segundo momento, é uma dor latente como um espinho na carne, é uma dor da saudade; num terceiro momento é uma dor da saudade, mas que é atenuada pela certeza da presença constante deste ente amado em nossos sentimentos com determinados sinais que provocam paz em nossos corações.
Aquele amigo que se vangloriava em estar mostrando como um troféu a foto de uma determinada filha adolescente, dizendo, no entanto, que não sabia aonde andava, só fez. Um dia ela descobriu seu paradeiro e telefonou dizendo desejar conhecê-lo. Ele, com toda má vontade do mundo, combinou encontrá-la em frente às Lojas Americanas na hora do almoço. No outro dia deu um pulinho ao encontro combinado. Voltando, no entanto, mostrou-se indignado dizendo ter entrado na loja e comprado para ela um presente bom. Alardeou enfático: "um play station 2" - presente de menino, cá entre nós. E para sua surpresa, ela não aceitou. Disse-lhe que pensava que ficaria com ele a tarde toda, ora! Sentariam numa mesa e comeriam uma pizza como fazem os outros pais e filhas comuns, quanto mais eles que nunca tinham se visto antes, desde então. Se conheceriam melhor, dariam risadas, falariam sobre a longa ausência, a emoção natural do encontro, essas coisas, entende? Mas não, ele foi logo embora. Mais tarde, o mundo dá voltas. Ele casou com alguém e quis um ter um filho como todo casal, segundo a ordem natural das coisas. Acontece que a mulher era estéril. E aí só restou adotar um menino, ironia do destino, gesto nobre com o filho não sanguíneo, dando de tudo que não deu a biológica, boas roupas, presentes finos, o filho de outro enchendo de mimos.
Uma mulher que perdeu o marido é chamada de viúva. Um homem que perdeu a esposa é chamado de viúvo. E uma criança que perdeu os pais é chamada de órfã. Mas não há um termo para uma mãe ou um pai que perdeu o filho.
A dádiva maior de ter alguém para chamar de seu é o poder retornar à fase mais incrível da vida humana, que é a infância.
É a possibilidade de estar ao lado de um alguém sem preconceitos e sem maldade, que transborda amor, pureza, verdade e coração.
