Poema de Amor Pedindo de Desculpa

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Tentar arrancar à força o amor de alguém é uma violência contra o coração e contra a liberdade de ser feliz.

Por mais que tentem mudar a direção dos passos, o amor que é verdadeiro não se perde por capricho de ninguém.

Acabar com o amor dos outros não é proteção, é egoísmo travestido de controle.

Quem gasta tempo e energia tentando esvaziar o amor do outro demonstra um vazio enorme dentro da própria vida.

Tentar sabotar a fé que alguém tem em um amor verdadeiro é o ato mais covarde de quem não sabe respeitar a felicidade alheia.

Por mais que tentem cavar abismos entre duas pessoas, o amor sincero e a esperança encontram sempre um jeito de atravessar.

O amor verdadeiro e a lealdade de um coração sincero não se curvam à zombaria daqueles que desconhecem a pureza de um sonho.

Armam barreiras invisíveis e plantam dúvidas, esquecendo que o amor legítimo resiste aos vendavais da inveja.

Por trás de cada interferência barata, há apenas o medo de ver alguém vivendo um amor que eles nunca tiveram capacidade de sentir.

A maldade tenta cortar os laços do amor, mas esquece que o afeto verdadeiro cria raízes profundas.

A lealdade de um amor idealizado é um escudo contra a maldade, pois a inveja alheia nunca alcança a beleza de um sonho verdadeiro.

O oposto do amor não é o ódio, é essa mania insistente de querer ditar com quem o outro deve ou não ser feliz.

Tentar destruir o amor de alguém é uma tentativa frustrada de controlar o que é incontrolável: a alma de quem já escolheu seu lar.

O amor verdadeiro resiste até quando tentam à força arrancar ele do peito dos outros.

Tentar apagar do peito alheio um amor sincero é querer brincar com o destino de quem só deseja ser feliz ao lado de quem escolheu.

Quem conspira contra o amor dos outros revela que tem um coração seco, incapaz de entender a beleza de uma escolha sincera.

Tentar arrancar do peito de alguém a esperança de viver um grande amor é um ato de pura tirania com os sentimentos alheios.

Ninguém tem o direito de roubar a paz de quem só quer viver o amor em que acredita e pelo qual tem esperança.

Ninguém tem o direito de assinar o decreto do fim de um amor que só pertence a quem o sente.

O eco das críticas maldosas dissipa-se com o tempo, mas a integridade de quem mantém um amor leal permanece intacta e altiva.