Poema de Amor Pedindo de Desculpa
Sem as mulheres os homens jamais saberiam equilibrar a força física com o amor protetor. É que a capacidade de amar de uma mulher vai além dos limites que a maioria dos homens conhece.
O amor de mãe vai além da gestação, vem da prática diária de um afeto que não cabe dentro daquela que ama.
O carinho, o amor vivedor, a amizade, são as evidências sensíveis e ubertosas daquilo que vem do interior dos corações e impregna as relações verdadeiras, numa afeição recíproca entre dois ou mais seres.
"O verdadeiro amor não está na beleza dos olhos de quem vê… O verdadeiro amor é quando você vê com os olhos da alma
Talvez o amor perfeito seja simplesmente aquele em que dedicação, respeito e empatia vêm de ambos os lados.
"Você é a estrela mais distante, e eu sou um farol em uma ilha deserta. O meu amor não é um barco para te alcançar, mas uma luz que brilha na sua direção, para que você nunca se perca na escuridão. Eu sei que o meu farol está fixo no lugar, e que a minha ilha carrega as marcas de tempestades passadas. Mas eu prefiro te iluminar de longe do que ter o meu farol apagado, porque mesmo em silêncio, a minha luz te ama."
O paladino da privatização descobriu o amor pelo SUS! É irônico ver a direita, que tanto critica o tamanho do Estado, usar a saúde pública. Mas essa contradição traz uma reflexão: o SUS não é esmola, é um direito universal financiado por todos, inclusive pelos ricos.
Quando a elite política usa o sistema que ela mesma sucateia, o debate muda de figura. A ironia de ver um defensor do mercado na fila da UTI nos lembra que, na hora da doença, a ideologia desmorona diante da necessidade. Que essa experiência force a liderança a melhorar o serviço para quem não tem outra opção.
Pai, tudo o que me deste, as dádivas visíveis e as que ainda virão, revela a grandeza do teu amor. De Ti recebo o que vejo e o que ainda florescerá no silêncio dos dias. Tudo em mim fala do teu amor, tão profundo que escapa à razão. E eu me pergunto: O que poderia eu Te oferecer em retorno a algo tão inexplicável, senão meu próprio ser em gratidão.
O amor verdadeiro é uma força atemporal e sem fronteiras que ignora o preconceito, anula os quilômetros da distância física e atravessa qualquer barreira de idade porque duas almas conectadas não usam relógios, não aceitam rótulos sociais e transformam cada detalhe geográfico ou julgamento externo em combustível para manter o coração em uma eterna e invencível primavera.
O primeiro amor é uma porta que se abre. O segundo, uma porta que se fecha com o corpo. Eu sou a porta que arrancaram das dobradiças e usaram para bater em alguém. Sou a junção do que não cabe em verso de amor e a raiva que virou melodia, o peso que virou refrão, a alma que só encontrou paz na distorção de uma guitarra. Uns amam deixando ir. Outros, morrendo juntos. Eu sou o que sobrou depois que os dois desistiram.
Mulher: só se sabe que conseguiu o amor desta se em algum momento ela sentir ódio de ti e este feito você a realizou em seu ser, porque elas têm como necessidade vital amar e odiar, pois é pertencente ao ímpeto das fêmeas.
Foi-se o mês de maio, mês do amor, da doçura das noivas e mães. Passou para dar lugar ao mês de junho, mês paixão, cheio de cores, sabores, sons, luzes no céu e no chão. Não sei se é o calor da fogueira. Não sei se é o amendoim torrado, o coco ralado, quadrilhas, barraquinhas o forró, o quentão. Não sei se é o frio que pede abraço e dengo, se é o dia dos namorados que espalha romance no vento, ou é o arrasta-pé, coladinho no salão, que faz todo mundo lembrar que ser casal é arretado. Em junho, quem tem xodó fica muito mais apaixonado. E quem não tem, se anima a procurar um amor para se alegrar e quem sabe fazer um casamento...
Mesmo que seja só pelo tempo de uma quadrilha.
Um artigo dizia:
''Historicamente, se diz que no coração está a origem do amor, da coragem e da bravura.''.
Às vezes me perguntam por que meu amor anda em silêncio, mas ninguém viu quando abri o peito sem armadura, quando ofereci meu melhor gesto e o mundo respondeu com descuido.
Foi ali que aprendi que amar também sangra, e que nem todo toque sabe cuidar.
