Poema de Amor Pedindo de Desculpa

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“Hoje somos mornos no amor, frios na comunhão e sem unção na fidelidade. Trocamos o fogo do Espírito pela rotina.”

Quando o amor prevalece mais do que a matéria da vida Deus coopera com a felicidade do coração.

Plante ódio e ódio você colherá. Plante amor e amor você receberá. Plante flores e um jardim você terá.

Na cruz, Jesus nos ofereceu 100% do seu amor. Agora, cabe a nós decidir se vamos compartilhar 5, 10 ou 100% do amor que há em nós com as outras pessoas.

Muita oração sem amor gera religiosidade; amor com oração gera ganhadores de almas.”
#PalavraQueTransforma

Você terá muitos motivos para desistir. Mas terá um motivo maior para continuar: o amor e o perdão de Deus.

Corações bons não são ingênuos, apenas acreditam que o amor nos outros é tão verdadeiro quanto o deles.

Não se condene e não me condene pela ausência, porquê, o amor ainda está vivo e overdadeiro amor não precisa de nada, ele se basta nas pequenas migalhas e até na ausência dela.
A dor do amor, se chama saudade e quem disse que saudade dói, ela arde de esperança que se transforma em poesia...

O amor não é uma alucinação romântica; é o único ato político capaz de sabotar o niilismo e a indiferença.

O amor não dói por ser intenso, dói porque revela o quanto somos dependentes do reconhecimento do outro.

Se a moral fosse filha do medo, ela desapareceria na ausência de vigilância; mas o amor a mantém mesmo no silêncio.

Se deus é amor, alguém esqueceu de atualizar o manual de instruções da realidade.

A criação não foi um ato de amor, foi um espasmo de tédio de uma entidade que não suportava o próprio vazio.

Sou o universo em colapso, querendo o infinito, carregando o amor como uma supernova.

O amor é o único erro de cálculo que vale a pena cometer num universo indiferente; é a única forma de cuspir na cara do nada e dizer: "Hoje não, hoje eu escolhi a alucinação de ser importante para alguém".

Amor surge do caos como uma faísca em pólvora seca, incendiando almas que outrora congelavam no gelo do desespero solitário.

O amor que se estende a todos não alcança ninguém; é uma moeda inflacionada que perdeu o seu valor de compra.

Exigir o amor universal é exigir uma mentira biológica em nome de uma santidade hipócrita.

Se o amor requer provas, o amor ao desconhecido é apenas um estelionato emocional.

O amor ao próximo é a algema de ouro que o coletivismo usa para escravizar o indivíduo.