Poema de Amor Pedindo de Desculpa
Solstício de Verão,
amor em quentura,
Estamos esperando
pela próxima Lua,
Galáxia Charuto,
tabaco de estrelas,
Mil beijos estetas
os lábios ensejam,...
Cadenciados nunca
haverão de cessar,
Poros em rumba
o amor irá celebrar;
Amor, eu te quero
e não irei largar,
De ti só espero
o mais profundo apego,
e de ti não mais voltar.
És o meu hipnótico
secreto que me põe
em delírio de amor
certo mesmo sem
nenhum diagnóstico,
e assim te carrego.
Há dança dos astros
nos nossos quadris,
no olhar os sinais
que só os apaixonados
fazem por merecer,
a viração das horas
hão de nos pertencer.
És o meu único ilustre
cidadão do meu peito,
Galáxia do Cata-Vento,
te amo além do tempo
que nos coloca todo
o dia à prova e rebento.
Os arquitetados beijos
em reserva especial
permanecem do jeito
como devem estar,
para plenos serem
quando você chegar
numa linda noite de luar.
o compromisso há de ser
sempre com o nosso amor
e esforços concentrados
para buscar não tropeçar
nas armadilhas ocasionadas
pelas palavras mal empregadas
para que não haja distrações
na selva de pedra de distorções
silenciarei só para ouvir
nossos batimentos e respirações
voto firmado com o quê
é celestial e a maneira sutil
como fusionaram seis galáxias
não será difícil unir corações
como se fundam pátrias
na primavera das emoções
e enquanto você não vem
orgulho-me de unir casais
pela letra feita de fibra
provando intrépida e retinta
que amar nunca é demais
assim pactuando com o luar
todo dia e com a beleza
para quando a vida voltar
a nos encontrar para fazer
do teu coração lugar de morar
e do meu o teu refúgio ímpar.
O rebanho de nuvens
deu licença às letras
que brilham no céu,
a busca por um amor
que seja feito de mel
invade como oceano
a penetrar nas areias
como contos de sereias.
A coragem de ficar
nesta noite de luar,
e dela não mais sair
à espera do amor
derradeiro vir buscar
ou de fato encontrar
as delícias do paraíso.
A peregrina distraída
ainda acredita que
deverá atravessar
galáxias, que o amor
se encontra em exílio
ou não é mais possível;
só sei que quando surgir
haverá de ser incrível...
Desce o ar abafado,
não me contento com pouco,
o amor é oxigênio
para o convívio em sufoco.
Sombrio céu de aço
sobre os cantos dos pássaros.
Não tem como viver sem ar
como não tem dado
para viver sem amar.
Onde tentam infernizar:
a poesia é para da tirania espiar.
Todas às vezes que escrevo
tenho tirado mil demônios
para dançar e os meus
ainda bem mais perigosos.
Como um esquadrão
o teu coração vou dominar.
Doce trama de amor,
paz e guerra silente,
só para te capturar
e invadir a tua mente.
Em noite de Lua Nova,
de recém descoberto planeta,
de tempestade prevista
e de estrela com três sistemas:
do teu destino comigo você não vai escapar.
Você será somente meu custe o quê custar.
A minha poesia
não é trabalho,
doar amor
não dá trabalho,
Pelo amor doado
ganho amor em troca,
Todo o amor dado
recebe amor de volta;
A minha poesia
é pura rebeldia,
é sutil atalho
e noiva da revolução.
Mexe com meu
selvagem instinto,
Quero demais
teu amor faminto.
Sonho contigo
secreto e divino,
Noite quente
acabando o frio.
Mexe meu amor
o tempo todo,
Quero você
intenso comigo.
Ritmo de Bolero
em noite de chuva,
Quero tua cintura
levando à loucura.
Marte, a Lua e Urano
sob a luz de Starburst
os três dançando,
os astros te trazendo.
Mexe muito comigo
o teu aroma sendo
o protegido recinto:
quero amar sem medo.
Dizem que a cama é o paraíso,
Concluo que, o amor é o céu.
E as nuvens são os lençóis,
Protetoras de duas constelações.
Doces são as nossas intenções
Deitadas em prosas num imenso
Jardim celeste cor-de-rosa;
És a minha primavera eterna,
Declaradamente amorosa.
Dizem que o amor não engana,
Escolhi você para ser meu,
Um presente dado por Deus,
Uma canção que amaina,
O meu coração carente é teu,
O teu coração carente é meu.
Encontramos esse amor lindo,
Que dizem ser um vero desatino,
Acreditamos na força do destino,
Que trouxe esse amor com odor de
lavanda e um canteiro de carinhos.
Dizem que o amor é uma primavera
Que não passa - é verdade!...
Quem ama abandona a vaidade,
Vive de fé e encontra significado
- na simplicidade.
Eu aguardo por você porque o amor
Que nasceu, chegou em pleno fulgor,
E por nós celebrarei como se deve
A gala exigida pelo nosso amor;
Desprovidos de timidez seremos um só
- esplendor.
Anjos perfilados celebrando...,
O amor o céu iluminando,
Eu vou te buscar sorrindo...,
O Paraná está brindando,
Eu sei que estás me amando...,
O amor está se abrindo,
Você em breve estará chegando...
O coral de anjos o amor anunciando,
Capturados no amor em fotografia,
Fotografia também é poesia...,
Alguém eternizou o Parque do Lago,
Em fotografia, verso, prosa e poesia,
Numa ousadia que nunca antes alguém
ousaria - ou eternizaria...
Anjos perfilados celebrando...,
Suavemente eles estão cantando,
E os corações tomando rumo,
Eles irão tomar prumo,
E outros amores irão inspirando,
O anjos sabem flechar da forma certa,
E o amor seguirá semeando...
E nessa anunciação do coral de anjos,
Desses tons que nasceram como beijos,
Nos amamos com jeitos e trejeitos,
A vida está tomando rumo e forma,
Ela tem trote, ginga e galope,
Ela nos surpreende intermitentemente,
Guiada sempre pelo coral de anjos...
Até uma pétala vira mar
Com o tamanho do amor,
Nem na Praia de Tambaú
Navega-se sozinho...
Dá para ver lá da vista
Do Picãozinho,
Quando se trata de amor
Não se deve amar sozinho.
O vento abanando a minha
saia de renda,
Nasci prenda com alma de
Paraíba,
Carinhosa e arretada
Como uma boa nordestina,
Sou o Rio São Francisco
Se encontrando com o mar.
Água de coco, água de beber,
Assim é o nosso querer;
Não vamos nos perder,
Águas de cheiro a se reencontrar,
O amor sempre irá se renovar,
Nos vejo lá da vista do Picãozinho
Esperando o sol raiar...
Como se não houvesse o amanhã,
Pedi um pouco da tua atenção.
Vem, vem, vem, meu amor,
Só um pouco da tua atenção,
Para abandonar a ideia vã
de que não me tens no coração.
O teu carinho é como o solzinho
de verão se despedindo da tarde,
do canal de Barra do Sul
O teu jeito de ser faz iluminar,
e torna sempre o mundo ainda
mais azul...
A tua atenção sempre chega
em boa hora,
- tens a ternura de quem te
namora
E o amor de quem escreve
sobre o poente e a aurora.
Portanto, meu amor, não
vá embora, daqui a pouco
já será de noitinha...
Farei-te insinuações e as
melhores carícias até de
manhãzinha...
O amor é um rio tranquilo de flores,
Ele congrega os nossos sabores,
Os nossos fulgores primaveris,
Flui em toques bem sutis,
Ora arisco e ora feliz,
É contente em todas as cores.
O caleidoscópio do amor atenta,
É um convite à boa degustação,
Doce experimentos de segredos,
Lindos são os teus olhos negros,
Que ocupam dia e noite o meu coração.
Não te ponhas fugidio com os teus ais!...
Eles fazem uma falta que não esquecerei
(jamais)!...
Volte sempre com aromas, fendas e carícias;
Eu te aceitarei sem orgulho,
E jogarei fora todas as reprimendas.
Tons em todos os tempos conduzem o curso
do rio das flores,
Respire fundo,
Não fique longe de mim nem por um segundo;
Porque hei de amar-te cada vez mais,
te darei o melhor,
e mais inesquecível de todos os amores.
Rompeu o destino como um cometa,
Para que você não se esqueça:
Que o amor não é fantasia,
E o coração não é Carnaval;
O amor é festa celestial.
Se não tens como dar conta,
Dê chance a outrem
de amar mais e melhor,
Muitos não creem
que o amor seja sagrado,
O amor foi pelo divino gerado;
O amor depende de nós
para ser [propagado].
Proeja pessoa que crê no amor,
Na tranquilidade Manaíra
dê o teu aconchego,
Quem não tem ao menos respeito pelo amor
(não tem motor para continuar a vida),
Vive por viver, tem a alma ressecada
e ressentida,
Quem ama mesmo à distância, nunca estará sozinho,
Crê nisso, voa, busque o amor
e sê poesia;
Quem ama mesmo em letras - tem fé na vida,
Desafia o impossível - tem fé destemida,
Sabe ser uma alma severina e florida.
Entenda que o tempo tem os seus tempos,
Se o amor quer ir, deixe-o ir,
Porque o teu coração partido escreverá
versos ainda mais bonitos,
E o amor florescerá ainda mais belo
dando coragem à outros de persistirem
para encontrarem na vida o sentido do amor.
Portanto, o teu amor em pedaços
semeará com grande fulgor
a terra árida do destino;
E preencherá com grande beleza
não só o seu caminho.
Por que o amor não dá certo?
O amor que não dá certo é
porque não é amor.
Às vezes um voo de amor
é solitário, mas decola.
Há tipos de amor como
mendigo na porta de Igreja
pedindo esmola.
Para o amor não existe
fórmula, ele tem a sua própria
forma, trajetória e utopia...
O amor é uma escola a ser
aprendida, compreendida
- e ensinada...
Portanto, faça a pessoa
se sentir amada e valorizada.
Não faça pouco da pessoa
que você procurou para ser
amada...
Supra com carinho e com
urgência quando você for
carinhosamente solicitada.
Não é por acaso que você apareceu,
O quê importa é que o amor aconteceu,
Somente isso é o que importa,
O amor é teimoso como uma marola,
Carinhoso como a brisa de Carapinas,
Vou contando histórias e tecendo rendas,
E ensinando para essas meninas que o
amor também tem as suas lendas...
Na vida o que importa é ser poeta,
Aparentar ser duro como uma pedra,
E ter o coração macio como a terra,
Pronto para ser semeado para o amor,
E viver com ele para onde for,
Amar sem medo, amar com desapego,
Amar buscando sempre dar sossego,
Fazer da vida a doce vivenda...
O amor pede consagração e mística,
Peço à essas meninas que elas tenham
paciência até no sofrimento,
O caminho do amor deixa pegadas - marca,
Ele dá tom, cor, sabor - é sentimento,
Pede tenacidade e envolvimento,
Amor só é amor quando existe envolvimento,
Portanto, não tirem o amor do coração e do pensamento.
Aprendemos a ser amor
com as correntes do mar,
Elas são ora quentes e ora frias,
E mesmo assim não deixam
de se encontrar;
Somos dois eternos amantes
- a se [amar].
Não importa se está
nublado ou se está sol,
As noites ao teu lado
são de luar,
E o teu corpo estelar:
é a constelação
a nos iluminar.
Aprendemos ser amor
no dia a dia,
Até Salinas se torna
um rio de água doce,
Na sua boa companhia,
Somos dois eternos
amantes da [poesia].
Aprendemos a viver
com as correntes do mar,
Elas são mansas e ora bravias,
e mesmo assim não se deixam jamais;
São correntes que se unem,
e vivem a se [cortejar].
O amor e o coração da mulher
(fazem deste mundo um império),
Porque de ti peguei emprestada
(a sublime vista),
Em busca de aportar a orientação
(em busca de terra à vista),
O mar do Paraná também faz canção
(esconde um mistério),
E a mais sublime tentação...
Nunca ninguém contou,
E sequer comentou,
Quem nunca foi ao Paraná
(nessa vida nunca amou);
Eu te canto em todo lugar,
porque dentro de mim
você para sempre habitará.
Somos uma história que não findou,
e não (findará);
Dentro do teu coração para
sempre eu hei de morar,
E você jamais deixará de me amar;
porque sou como a brisa
do mar do imenso (Paraná).
Nasci para te amar,
Nestes versos vou te mostrar:
que o amor é um
oceano de amar,
que enfrenta o tempo.
E tem o firmamento
como signo celestial;
nasceste para ser a minha letra,
e o meu encanto sobrenatural.
O Paraná é um mistério de amor especial,
quem não conhece não sabe o que é -(sensacional).
A poesia segue solta
como as ondas do mar,
Poesia que se preze deixa
o amor se chegar,
Como fina dama ela sabe
se comportar,
E como cortesã ela sabe
o quê te dar...
Posso te amar
em todos os ritmos do Brasil,
Com grande competência
que ninguém viu,
E sequer nenhum ser humano ouviu,
Sou a prece que ao Pe. Cícero
você dirigiu.
A existência pode ser fugaz
- falaz,
O amor é que a torna audaz,
E esse teu amor dengoso
que você faz,
Você sempre acaba fazendo
com que eu vá atrás.
Camboinha, Camboinha, Camboinha,
Alguém tocou a campanhia,
Não me sinto mais sozinha,
Eu já tenho você e o Sol
para fazerem companhia.
Podem vir dias com pouco sol,
Não temo, confio em nós;
Porque o amor canta
Como um rouxinol.
Temos bons motivos,
Para nunca sermos sós,
E para ficarmos a sós:
É a primavera em floração
Fazendo companhia
Faça chuva ou faça sol.
Através destas mil fotografias
Que também são poesias,
- vou laçando o seu [coração
Porque se ama com os olhos, com a boca
E também com o [coração.
Com amor o campo se faz florido
Independente de [estação,
Vou nos perfumando
E provocando mil caminhos
Até o pote no final do arco- íris,
Que é o seu carinhoso [coração.
Trazemos um conjunto de manias, taras,
Costumes, hábitos - e doces perfumes.
Um conjunto de intenções que aos olhos denuncia,
Desse pecado não quero me fazer remida,
Sou a verdadeira miragem que não se apaga,
Carrego a honra do meu corpo nu de mulher amada,
A minha pele ao sabor do teu prazer - cintila.
Em finas letras jogadas ao vento - da forma mais 'feminina',
Provoco-te em poesias porque leio o teu pensamento,
Sei que esse você está para surgir
Novamente a qualquer momento:
Por isso a minh'alma não está aflita,
Vou seguindo semeando versos
Neste infinito campo de tulipas.
