Poemas sobre rosas

Rosas


Rosas onde sinto abraçado
Sensações da beleza
Do cheiro, da textura
Leveza da contemplação
Da imagem que fascina.

Às vezes a roseira terá mais espinhos que rosas;
O jardim terá mais capim que flores.


Nem-por-isso, a beleza das rosas e do jardim serão insignificantes;


A menos que você decida enxergar apenas os espinhos e o capim.

Rosas

Não me dou com rosas;
elas, de alguma forma, me cortam.
Por que me ferem?
Sempre me certifico de não haver espinhos.
Só apresentam suas lindas coroas vermelhas.
Seriam as pétalas finas, afiadas o suficiente para me machucar?
Pode ser que um espinho tenha passado, mas não há de ser, pois os checo incontáveis vezes.
Por que fazem isso?

Sempre cuido de suas pétalas tão bem, para que nunca fiquem sem;
mesmo assim, tornam-me a sangrar.
Quando a água se esconde, dou-lhes de beber aquilo que elas derramam; no entanto, ao se darem por satisfeitas, deixam de mostrar suas pétalas.

Por que não cuidam de mim?
Meu sangue é salgado?
Sou indelicado?

Sempre lhes proporcionei cuidado e atenção, a fim de crescerem em segurança; talvez o que lhes entrego não seja o que procuram.
Elas me cortam, e me remendo toda vez.
Elas me machucam; eu lhes dou amor.

Derreto-me em lágrimas, com todo o fervor do meu coração, pela alegria de suas vidas; as rosas, alegres e sorridentes, bebem daquilo que salta dos meus olhos e retornam àquilo que antes faziam.

Por que me negam?
Rosas, o que hei de fazer para vosso amor merecer?
Se nunca as poderei ter, para que hei de viver?

Vós, rosas lindas e amáveis, por que sois tão indelicadas comigo?
Eu vos amo de todo espírito.
Queria que me ameis, mesmo que por apenas um terço de segundo.

Estou remendado da cabeça aos pés.
Por que cochicham entre si?
Contai-me!
Fazei-me rir, rosas, para que me esqueça da dor que sinto!

Rosas, amai-me, pois vos amo.
Rosas, cuidai-me, porque vos cuido.
Rosas, alegrai-me, pois vos alegro.
Rosas, desculpai-me por vos escrever isto.

Apenas amo, porque não sei ser amado.

"Um soneto verdadeiro soa no ar
como a voz de quem ama as rosas
antes mesmo de toca-las."

⁠Cultivei rosas
colho belos botões
Que são beijados por insetos
borboletas
Sol
Chuva e brisa das manhãs
Cultivei amizades
plantei o bem
Aromas hoje
Que regam
da minha solidão
O isolamento vai passar
dai é só festejar
Encontros
Abraços
Regando o coração
De gratidão
Celina Missura.

Eu deveria ter percebido quando as rosas morreram
Deveria ter percebido o fim do verão em seus olhos
Eu deveria ter entendido que, quando você disse boa noite
Na verdade, você estava dizendo adeus…
Meu bem, não é engraçado como nunca se aprende a cair?
Na verdade, você está de joelhos quando pensa que está de pé…
Mas só os tolos sempre acham que sabem tudo
E eu fiz o papel de tolo por você
Eu chorei e chorei, houve noites em que morri por você, meu bem…
Eu tentei e tentei negar, mas esse amor me enlouqueceu…
E agora que o amor que eu tinha por você se foi
E o rio que chorei foi em vão
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa não é mais uma música de amor
Eu sinceramente pensei que você e eu resistiríamos à prova do tempo
Como se tivéssemos saído impunes do crime perfeito
Mas éramos apenas uma mentira na minha mente
Eu estava cego
Lembra daquelas noites em que o mundo poderia terminar?
As sensações não desapareciam
Mas você e eu nunca existimos de verdade
Há coisas que nunca mudam
Isso me deixou tão furioso, porque eu queria tanto a felicidade pra nós
E agora é tudo tão triste que não vale a pena olhar pra trás
E agora que o amor que eu tinha por você se foi
E o rio que chorei foi em vão
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa já não é uma música de amor…
Se a dor que eu senti quase me matou
E o motivo foi algo que eu imaginei e segurei
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa não é uma música de amor
Eu chorei e chorei, houve noites em que morri por você, querida
Eu tentei e tentei, mas esse amor me enlouqueceu…
Agora que o amor que eu tinha por você se foi
E que o rio que eu chorei foi em vão
Então eu estive o tempo todo errado
Sim, eu errei
Essa nunca foi uma música de amor
Se a dor que eu senti foi tão forte
Mas o motivo foi algo a que eu me prendia
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa nunca foi a canção de amor

Que dia Lindo, as rosas perfumam
o jardim, o vento traz o sorriso das flores.
Sinto tudo isso aqui dentro do coração.
Não tenha medo de viver seus sonhos,
talvez eles podem se tornar realidade.
Sinto o silêncio do amor, chegando e
aconchegando em minha alma. É incrível
como tudo fica mais bonito quando se esta
amando... Minha imaginação voa longe, e
com ela o amor se espalha ao vento. E
em cada novo dia eu escolho novamente
amar.

_____________________Eliana Angel Wolf

A vida me ensinou a ser simples
a ver meus sonhos como pétalas
de rosas, que por mais pequenas
e frágeis espalham o perfume no ar.
Por menor que seja nossos sonhos,
são lindos como estas pétalas que
mesmo pequenas deixam suas marcas
eternas.

Poema - Entre rosas e espinhos


Dificuldade é tanto
No caminho vou andando
Desviando dos obstáculos
Pra não cair nos buracos
Às vezes me sinto sozinho
Existem dois caminhos
Não posso cometer erros
Buscar o caminho estreito
Entre leões e gorilas
Uma batalha por dia
Ninguém disse que seria fácil
Mas precisa ser ágil
Em questão de segundos
Pode girar o mundo.


A vida é maravilhosa
Mas como a rosa
Existem espinhos
Arames pelos caminhos
Que machucam por dentro
Trazendo sofrimento
Transformado em poemas
Se tem problemas
Preciso resolver na prática
Aprendi na aula de matemática
Pegar as pedras jogadas
Construir uma estrada
Seguir o caminho
Entre rosas e espinhos.

Poema : Rosas Secas


No refúgio de um tácito ataúde
D'onde qualquer sussurro traz espanto
Cujo lúgubre coloração de canto a canto
Consome o que restava da parca saúde


Esconde-se o putrefato cadáver pálido
Cujo olhar não mais se abre
À volta do pescoço segue a calabre
E a carne fétida traz o ventre esquálido


Cercado pela penumbra densa e mórbida
Aos grandes umbrais da vida finada
Cujas bocas seguem tão caladas
Na metamorfose da decadência sórdida


Aos balcões cinzentos que adormece
No frio cimento eternizados
Postos ao descanso contemplado
Onde a história se encurta e se esquece


Em frágeis ossos que viram poeira
Expostos ao tempo e ao lamento eterno
Mutações que agem no seu ventre interno
Definhando desta vida passageira


Revela o último sacrifício
De um espírito que no silêncio vaga
E das poucas palavras que propaga
Abundou da ganância como exercício


Ao flanco esquerdo então se nota o ramo
Que já fora adornado por diversas cores
Mas que hoje comporta enegrecidas flores
Junto a uma carta grafada em " Te amo "


Se vê então o que já foram lindas rosáceas
Outrora balsâmicas em figura crata
Mas que agora definham na gélida prata
D'onde se mostra lânguida como a cartácea


Sobre aquela lápide que guarda as vidas
Escrita está, no puro tom latim
Aquelas rosas secas, mortas ao carmesim
Um dia tiveram aroma e foram coloridas


Escrito por: Wélerson Recalcatti

Quem me dera poder voltar no tempo.
Te traria do presente as rosas que no passado plantei. Viria o futuro com outros olhos: quem me dera voltar…
Voltar aonde meu sorriso e o teu eram tão mais simples. Aonde não havia nada além de conversas juvenis. Quem me dera tê-las de volta. Agora, estamos crescidos. Arde em mim o intrépido desejo: tempo.
Quem me dera tê-lo, para assim retroceder. Corre – e corre impiedosamente — das marcas da memória que guardo comigo. Cuido-me para não ficar para trás, rejuvelheço nossa timidez. Ah… como era arrepiante sentir o frio na barriga ao te olhar. Era o princípio dessa história toda que construímos, não vê?
Quem tempo me dera?
Precisamos, eu e você, do tempo de amar como nunca e viver para sempre.

Se descubra... você nem imagina como é bela em sua essência.

Às vezes, as mais belas rosas se escondem entre espinhos e exalam perfumes suaves.

Às vezes, o maltrapilho esquecido oferece compaixão, mais do que um engravatado social.

Às vezes, amar é mais importante do que admirar.

Às vezes, querer demais estraga, e esperar amadurece.

Às vezes, precisamos apenas de elogios, e outras vezes de abraços demorados.

Às vezes, sou eu e outras vezes é você em meus sonhos.

Às vezes...

By Ubirajara Almeida

Assim como as rosas irei dizer cada detalhe que me faz querer cuidar de você. ...
Assim como as rosas tem uma pétala macia, delicada e bonita
Sua pele refleti em cada característica de uma rosa
Que por ser perfeitas fazem de tuas atitudes mais sinceras serem perfeitas
As rosas são de todas as cores e são essas cores que fazem cada dia ser mágico
O tempo quem dirá se a semente ira germinar
Cantos dos pássaros fala o quanto teu passos são importante
Tentarei guiá-los para meu caminho fazendo um só
Peço que o vento leve a te a brisa mais fresca e verdadeira
E trava consigo o sopro mais querido
Deixando selado um beijo imortal que ficara intimamente marcado em minha vida por toda eternidade

Conheci os espinhos, não as rosas
Aprendi cedo que o belo também corta
Cada passo era farpa na sola
Enquanto prometiam jardim, me deram a porta
Cresci regando o que ninguém colhia
Mão calejada, pouca fantasia
Quando falavam de amor, eu via alerta
Porque todo afeto vinha com cerca
Não romantizo dor, só reconheço
Foi nela que eu aprendi o preço
Enquanto uns colhiam perfume e cor
Eu entendia o valor do suor
Espinho ensina mais que pétala
Te deixa atento, mente esperta
Quem só conhece flor se ilude
Quem sangra aprende atitude
Hoje se vejo rosa, eu desconfio
Beleza demais costuma esconder vazio
Mas se vier com verdade na mão
Eu planto com calma, sem pressa, no chão
Porque mesmo ferido eu sigo em pé
Espinho não mata quem aprende a fé
Não fé cega. Fé na própria visão
Conheci os espinhos… e isso me deu direção

“” De quebra te dou carinho
Todo meu tempo e meu amor

E sempre que puder te levarei rosas
Vermelhas como o fogo de minha paixão
Impetuosas como a fúria de meu desejo
Desejáveis como a ternura de seu beijo

Assim, coberto de felicidade todo dia
Cantarei a ti o amor que de meu peito irradia
Numa bela e saudosa canção

Perfeito como brumas de Chandon
Ou doce como lembranças de Amsterdã.
Assim serei seu
Por completo e perdido......””

Flores...


Poetas são como rosas,
Admirados, porém não valorizados.


Pois só lhes importam tuas doces pétalas,
Com belas palavras de compaixão,
Lhes arrancando os espinhos,
Jogando-os ao relento sem direção,
Ficando assim tuas almas sem coração.


Sobre os medos e desejos,
Se escondem nossos beijos e sossegos,
Num dia do qual já não nos lembramos,
Numa noite do qual não vivemos...


Ao relento jogados,
Ao vento lançados,
Ao prazer almejados,
Pelo amor fomos largados.


Se "os olhos são poemas calados",
Os corações são poemas não vistos,
Onde seus batimentos foram perdidos,
Por um alguém, já sem mera importância.


Os poetas merecem o mundo,
Mas o mundo não merece os poetas.

Sobre ser e viver,
Nós escolhemos morrer.


Chamados por alguns,
De "anjos perdidos na terra",
Onde tais palavras sublimes,
Tentam mudar as almas inquietas....

"Pensamentos cinzentos.
Falas azuis.
Gestos rosas.
- Emoções brancas com cheiro de grama recém cortada."
Haredita Angel
28.01.26

Conheço todos
os seus sinais,
No mar de rosas
os teus lábios
hão de ser o cais,
Para unir-nos
como uma orquestra,
nos leve onde
o céu encontra a terra,
e o amor seja a linha mestra.

⁠Tremulam as flores
rosas do Ingá-anão,
Quando você vier
não vou dizer não,
Colherei os frutos
doces do amor
com todo o coração.

Tire as pedras do caminho, se puder,
Estas que te fizeram tropeçar.
Veja os espinhos nas rosas que aí estão,
Estes que te feriram a carne, então.


As orquídeas na primavera florescerão,
E o poeta continuará a fazer
Seus versos nas estações dos longos anos,
Revelando seus instintos e amores pagãos.


Eu quero ser o seu anjo da guarda,
Proteger-te do seu bel prazer,
Ensinar-te a amar-se
E beijar a tua face.


Quem sai na chuva
pode se molhar.
Quem semeia ventos,
tempestades colherá.
Quem busca, encontra.
Quem bate, abrir-se-á.
E quem julgar, julgado
Também será.


Eu quero ser o seu anjo da guarda,
Proteger-te do seu bel prazer,
Ensinar-te a amar-se
E beijar a tua face.