Poema com Soneto sobre o meio Ambiente
Deixo o copo meio vazio
ou meio cheio
para os pessimistas
e otimistas.
O meu copo transborda
nuances perfumadas de poesia.
✍©️#MiriamDaCosta
História ou estória?
Eis a questão!
Em meio a tanta informação sem formação
e inteligências várias...
a desinformação se multiplica
em intelectos burros,
em rebanho, em série,
em eco, como falas de papagaios.
Fatos se dissolvem em imagens falsas
e imagens falsas em fatos,
vídeos editam mentiras,
e falas apregoam sem dizer.
A ignorância faz pose de saber,
a estupidez veste verniz de opinião
e desfila certezas ocas.
História ou estória?
Não é dúvida:
é o sintoma de uma sociedade onde
predomina a cultura das falácias.
E ser ou não ser parte
de uma ou de outra
é questão de escolha.
Todos são capazes de contar estórias,
poucos fazem História.
✍©️@MiriamDaCosta
Sinto-me seu, sinto-me amado
Sozinho em meio à multidão
Mais um perdido apaixonado
Em tuas mãos eu repousei
Me fiz cansado,errado! Não me perduarei... Se me perdoas
Lhe agradeço!
Pois te presenteio com rosas vermelhas
Vou ao teu encontro
Ainda sim nos falamos
Para então nos amar
A todo instante;
Sou eu quem te ama
Uma gota atrás da outra, foi ouvida em meio a escuridão,
Os teus passos foram se afastando, o calor dos teus dedos antes colados nos meus foram se esfriando,
A nossa história é um romance real, vou até o fim na busca de escrever um final feliz,
As duas alianças estão penduradas no meu pescoço, prometo te devolver, eu juro!
Como vou deixar você, se sou eu quem te ama?
A Árvore Invisível
No meio da floresta, onde o verde se espalha em incontáveis tons de vida, há uma árvore morta. Seu tronco retorcido e seco ergue-se como um esqueleto, desprovido de folhas, de seiva, de movimento. Os pássaros não pousam em seus galhos; os insetos não a rodeiam; até o vento parece desviar-se dela, como se sua presença fosse um incômodo.
Ela já foi grande, já sustentou ninhos, já balançou sob o peso de frutos. Agora, é apenas um vulto silencioso, uma sombra esquecida no meio do esplendor alheio. Os olhos dos passantes deslizam sobre ela, sem fixar-se, sem reconhecer sua existência. Afinal, quem se importa com o que já não floresce?
Assim também é a velhice humana. Há um momento em que as folhas caem — a vitalidade, o vigor, a utilidade aparente — e, de repente, o mundo parece desviar o olhar. O idoso, outrora centro de histórias e sustento, torna-se uma figura quieta nos cantos da casa, nos bancos das praças, nos quartos de asilos. Suas rugas são como as rachaduras no tronco da árvore seca: marcas de tempestades sobrevividas, de anos que não foram gentis, mas que ninguém mais se dá ao trabalho de ler.
A floresta segue verde, impiedosamente bela. A vida dos outros segue, impiedosamente alegre. E a árvore morta permanece, invisível, até o dia em que o vento mais forte a derrubar, e então, talvez, alguém note sua ausência — mas não sua existência.
Assim como tantos velhos, que só são lembrados quando já se foram.
E o tempo corre adiante
nunca retrocede... Mesmo
que soframos em meio
tempo ou em tempo constante;
O tempo é realmente fugaz
Se pararmos a sua espera
o tempo passa por cima,
em um piscar de olhos
E seu plano se desfaz;
mas gerenciar o próprio tempo
É responsabilidade para viver
Porque o tempo é o remédio
Para atender o nosso querer;
Culpado
O muro da fortaleza pulei,
num mundo travesso caí,
em meio as aventuras me perdi,
No deserto me encontrei,
sol, céu e areia,
tempestades, miragens e perdas,
jogado aos ventos quentes, lágrimas e soluços são os meus últimos companheiros sobreviventes,
na escuridão aos olhos da lua, as muralhas crescem, a fortaleza se mantém imponente e o mundo descoberto é apenas um vazio.
Deusa da solidão
Na ilha no meio de tantas outras ilhas perdidas no meio do oceano, existe a Deusa dos ventos que batem sem direção,
Os sons que se reproduzem de acordo com a temperatura ou através dos movimentos que não se podem ver são frenéticos assim como os do mar quando batem nas paredes de corais,
Um mundo fantasioso se cria no crepúsculo bem como a realidade tão esperada se oferece como uma miragem,
Duros são os golpes dias após dias da lua no sol e do sol na lua e nessa rotação frequente sem vencedores o perdedor é o telespectador que assiste ansioso sentado observando juntamente com a Deusa das ondas e desse horizonte,
Os pássaros cantam, a cachoeira flui, as estações vão e vêm, mas a caverna é silenciosa e escura, sem sombras e sem pena,
Na ilha perdida em meio a tantas outras o mar em volta é profundo, os quatro ventos sussurram e o corvo é o vigia da insônia e da dor,
A coragem pode vencer o medo, navegar no intenso talvez seja um caminho,
Na ilha, o farol esta aceso, seis galhos secos e uma corda estão jogados na areia a três metros do mar, a escolha entre o afundar ou o afrontar é tua.
Só
Em meio as multidões, andei só,
Envolvido com várias paixões, me senti só,
Conectado com várias pessoas e redes sociais, me vi só,
Não adianta fingir que a solidão não existe,
O mundo dos disfarces tem seu preço.
Amar e ser amado
No meio da multidão, o seu jeito de andar e o seu lindo sorriso me chamaram a atenção;
Quando estávamos próximos foi inevitável não se apaixonar pelo seu jeito único de me olhar;
Nos abraçamos e começamos a nos entender; como sendo um do outro, e foi tão bom!
Conhecer você me deu um novo significado, uma nova direção;
Trato o seu carinho, seu respeito e o seu amor, como um presente dado por Deus todos os dias na minha vida;
O que eu tenho aprendido com você, quero compartilhar com o mundo;
Hoje posso comunicar á todos, que ao seu lado eu conheci o amor e aprendi a amar!
Não espere consciência de quem vive repetindo padrões inconscientes no meio da massa.
A rotina limitada, automática e sem reflexão condiciona qualquer pessoa a ter e repetir atitudes e comportamentos hereditários — e é exatamente isso que mantém tantos estagnados.
Só que existe um ponto decisivo: mudar dói, mas é o único caminho para a evolução.
E é justamente essa dor que separa quem desperta de quem continua preso no piloto automático.
A pergunta é: você vai continuar na repetição… ou vai escolher a consciência, mesmo que poucos tenham coragem de trilhar esse caminho?
Marcelo Viana
Ele é Rocha, é Fortaleza,
É refúgio em meio à dor.
Sua palavra é verdadeira,
Sua fidelidade é amor.
Deus que entra na fornalha, acalma o mar e fala no meio do vento.
Deus que muda decretos, quebra cadeias e faz o inimigo recuar.
Deus de recomeços, promessas cumpridas e vitórias completas, que glorificam o Seu nome.
Deus que escreve certo mesmo quando a vida parece torta, porque Ele é fiel até o fim.
A chave no meio do decote
com habilidade o seu paladar
maduro conseguiu encontrar,
Não nego que virei predadora
dos teus lábios de Umbu-cajá.
Com esta brincadeira sedutora,
vamos que vamos nos entregar,
Juntos somos o que queremos
do jeitinho perfeito de namorar.
A cada novo segredo conhecido
surgirá outro descoberto
por instinto, e o que é infinito.
Quanto mais iremos buscar
em nós, mais vamos achar.
Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.
Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.
A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.
É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!
O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.
Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.
E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.
Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.
Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.
Quando estou meio perdido
E triste, sem alegria
Eu me encontro e me alegro
Nos braços da Poesia.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
10/04/2024
"Ele chegou em meio a uma grande tempestade
e mudou o rumo da minha historia, me envolveu em
uma grande paixão, tirou meus pés do chão, e despiu
minha alma".
❝...Sempre tem alguém,
não precisa procurar
ele vem em meio ao
silêncio de um olhar,
em meio as lágrimas
do indeciso, em meio
de um sorriso inesperado.
Quando este dia chegar
você vai saber que nada
mais importa, que agora
pode ser noite ou dia,
não importa se o cabelo
esta curto ou grande,
escovado ou embaraçado.
E você vai entender que
o mundo pode parar,
a chuva pode sessas,
a noite terminar, mas
este sentimento nunca
mas vai acabar.. É...o
Amor encontrou você...❞
-------------------------Eliana Angel Wolf
Se a alma não se cura, não adianta caminhar,
Pode rodar meio mundo, que nada vai completar.
Enquanto troca o propósito, a semente não vai florir,
Pois Deus não abençoa planos que negam o existir.
Quem te lança no poço pensa que é o teu fim,
Mas não sabe que ali Deus começa algo em mim.
Enquanto jogam a terra pra tentar te enterrar,
É raiz que se fortalece, é vida a germinar.
José foi ao fundo, Davi aprendeu a esperar,
Daniel na cova viu Deus se manifestar.
O poço não é derrota, é lugar de preparação,
Deus usa a dor como ponte pra cumprir a missão.
Somos o que vivemos, o que o peito sentiu,
Cada lágrima escrita no livro que Deus abriu.
Não dá pra fugir do chamado, nem calar a voz do céu,
Quem nasce de promessa carrega propósito fiel.
O que parecia fim é começo em Suas mãos,
Quem tenta te enterrar só rega tua vocação. 🌱
Em meio ao caos das guerras políticas e ao ruído das batalhas entre anjos e demônios, a verdadeira resistência mora no território íntimo do ser. São as paixões que nos salvam da insensibilidade. Os beijos ardentes que apagam o ódio, os abraços intermináveis que desafiam a lógica do fim. É no cheiro único de quem se ama, na pele que se torna um porto seguro, que encontramos a mais pura verdade. Nestes detalhes, reside uma força silenciosa e inquebrável. Esta é a nossa trincheira: a revolução suave do afeto. Que nada nem ninguém roube de você o direito de sentir.
Coisa de Gente!
Alexandre Sefardi
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