Poema com Soneto sobre o meio Ambiente

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⁠Só espera o assalto
Ninguém anda descalço
Sol de meio-dia tá rasgando o asfalto
Super Man vira Bizarro

⁠As Estações

No meio dessa aventura,
Que se chama viver,
Entre flores, nuvens, chuvas,
Estações marcam sem perceber.

Em cada detalhe da vida,
Uma estrela, um horizonte,
Aprendemos que, pra ser sentida,
Não se deve atentar ao ontem.

O presente, mesmo inconstante,
Com surpresas, aventuras, tristezas,
Traz uma certeza de um instante:
Eis o segredo da leveza.

Queria transpor essas dimensões,
Ultrapassar todas as montanhas,
Sem nome, endereço, destino...
Onde mora a esperança?

Esse vislumbre de ter e perder,
A incapacidade de suportar,
Lembra-nos: a beleza de viver
É ter caminhos a trilhar.

As palavras dançam em meio aos sinônimos e significados
As palavras mudam as frases, mas as frases não se mudam das palavras
A palavras que fazem morada em papeis, outras fazem moradas na mente
A palavras carentes da gente e a gente carente de uma única palavra
Amor.

Ando meio perdida
dentro de mim
Mas nada que o tempo e
Deus não possam curar!
Já passei por tantas nessa vida...
Não será dessa vez
que deixarei que a tristeza
venha minha paz desandar.

DEPRESSIVA E TRISTONHA
Profª Lourdes Duarte


Em meio ao dia a dia, vejo o tempo passar
Medos as vezes me atordoam, por covardia,
Me escondo na sombra da vida, para não enfrentar
Ou não enxergar, o que o medo me emudecia,
A vida passou ... Os sonhos o vento levou.


A luta pela sobrevivência me arrebata
A dor da alma que as vezes exalta
Como um vinho quente, desfaz o frio
Minha fé no Deus do universo me guia.


Quando penso haver somente fim
Percebo esperança no Deus maior
É assim que a vida se cura a cada dia
Acaso meu pensamento despiu-se
Do manto negro que me envolvia.


Medos que me distanciavam
Da vida linda que me rodeava
Depressiva e tristonha, não percebia
As sombras que encobriam, como uma névoa
O brilho dos cristais lúcidos da minha alma.


Como uma esplendida luz da aurora clara
A esperança me guia e fortalece
Outros sonhos, outros risos, outro dia
Uma nova vida em Harmonia
Outra chance, vem como alento de felicidade.

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O grande Chico Xavier diz que “Tudo que criamos para nós,
de que não temos necessidade, se transforma em angústia, em depressão...”

Augusto Cury alerta que
“Nunca despreze as pessoas deprimidas.
A depressão é o último estágio da dor humana”.

é no silêncio da madrugada que sinto sua falta,
é em meio ao barulho da multidão que vejo você,
é nas ondas que lembro da sua intensidade,
é no vento que sopra que ouço seus sussurros em meu ouvido,
é no balanço das árvores que vejo o balançar da sua alma.

⁠Menina-Mulher
Louca e responsável.
Meio fofa, meio braba.
Apegada à família, amiga do mundo.
Cabeça nas nuvens, pés no chão.
Seu guia? Sempre o coração.

⁠Um instante de paz em meio ao caos é o refúgio que encontra no escuro da noite, a cabeça no travesseiro e a mente pensante repousa o dia pesado.
Existir no dia que nasce é uma vitória?
Não!
Sobreviver as guerras do dia a dia te faz vencedor. Não basta apenas acordar vivo, faça cada minuto valer a pena.

⁠O amor só é possível na presença do outro, para além disto é só exaltação do ego por meio de uma autoidealização. O amor não se dá nas idealizações, somente na imperfeição, no erro e no sofrimento o amor se realiza.
Assim apesar de seus erros, das suas imperfeições e do sofrimento que vc me causa e pode me causar eu escolho te amar.
Alex Rich

Se Deus é capaz de nos escutar e decifrar por meio de um simples sussurro. imagine, o quão profundo é o seu entender para com nossas necessidades no momento em movemosnossos lábios ao falar com ele.

Jesus ama ouvir a nossa voz.

⁠Hoje tô meio assim:
Meio triste
Meio sozinha
Meio pensativa
Meio na minha
Meio reflexiva
Meio calada
Meio nostálgica
Meio nada
Estou tão meio tanto
Que juntando os pedacinhos
Dá um inteiro de depressão.

⁠Estou no meio da multidão.
Ainda me sentindo sozinho.
Como se eu fosse insivel, todos me ignoram, ou enxergam apenas meus erros.
Eu tento dar o melhor de mim mas eu nunca fiz nada certo.
Eu vejo que mesmo tentando nunca mudarei.
Como a falta de esperança fosse um colirio para enxergar o que realmente sou.
Nada!!!

⁠Te encontrei em meio a multidão, e lá vem você tomar conta do meu coração.
Com aquele seu sorriso e seus olhos brilhantes, meu coração então, se encontrava saltitante.
Queria te levar pra longe de lá, pra ser apenas eu e você...
Mas como segurar sua mão? Sendo que você está no meu de uma aglomeração?!.
De tantas pessoas, você que eu encontrei, você que eu achei, e agora você me transborda.

Schorödinger

Meio vivo, meio morto
Meio amado, meio só
Meio feliz, meio desesperado
Meio mau, meio melhor
Meio mal, meio pior
Meio atrasado, meio carente
Meio são, meio doente
Meio-a-meio a base de insistência
Termina, continua / luta, se abate
Mantendo a aparência de integralidade
Passível de desmoronamento
Momento a momento em decaimento
Falta de positividade
Negatividade em excesso
Meu instável processo de enfraquecimento
Em sobreposição romântica
Vivendo minha desilusão quântica ⁠

⁠Trilha fechada

Sou trilha no meio da mata fechada.
No labirinto vivo de árvores busco reviver...
No desespero da solidão me disperso
Na seiva que corre nos velhos troncos
Há um tipo de vida que não consigo mais em mim reconhecer.
Medo.
Crepúsculo envolto em segredos.
Ninguém me avisou que depois do fundo do poço havia um abismo.
Tento no silêncio da mata me refugiar.
Barulhos estranhos... distantes.
Tragédia total do meu ser. Cataclismo.

“Valsar”

Não há nada errado
em dançar em meio caos.
Nele
você saberá
se precisas ser encontrado
ou não.

⁠meio escuro
meio acabado
meio sujo
meio pixado
meio judiado

o lugar onde desci na estação

⁠Você veio, no meio do amor trouxe desgraças.
Se quiseres aventuras tudo bem, está ai todo o mundo.
Mas o poeta que promete amar pela eternidade, esquece em segundos.
Quem nao tem respeito pelas próprias palavras.

⁠EQUILÍBRIO
Tomo-me derrepente a pensar
Vagalumo minha mente
Enigmas sombrea palavras
Dentre meio às sombras
Sucumbidas pelo tempo
Eremita sou
Carrego meu cajado
Afins de não tropeçar
Em punho levo a lanterna
A poder enxergar
Odim Também fui
As vezes me ponho
Penduro de ponta cabeça
Afins de enxergar outro mundo
Aquele que ninguém vê
Viajante do tempo
Não sei se poetiso ou psicografo
As imagens do ontem
Os sonhos e desejos
O tempo apagou
Nem páginas amarelas restou
Milhões de candelabros
Alumia minha face
Aquece minha alma
Traz tudo de volta
O equilíbrio a magia de ser o que sou
As cores percorre minha face
Contornando meus lábios
Do sorriso que faltou
Vermelho toma meu nariz
Alegria chegou
De ser um palhaço
Saltimbanco sou
Me deparo agora
Vejo claro a criança
Emerge acima da luz e sombra
Eles me esperam
De volta estou
O espetáculo tem sequência...

⁠Polir o abstrato
“A arte é o meio
A dor é a que ensina
Já dizia a voz interior
A arte vem do espírito ..”