Poema com o None de Andreia
A Religião é apenas uma Forma Que O Homem Encontrou , Pra Tentar Explicar O inexplicável, Compreender o Incompressível, contar O incalculável Amor de Deus ...
Saudade de um amor antigo, não é somente uma lembrança boa, mas sim um lembrete de que não soubemos valorizar alguém muito, muito especial. Que a saudade não seja um castigo...
Às vezes, a vida exige de nós um tipo de confiança que nos faz questionar se estamos prontos. Mas Deus nunca pede mais do que podemos suportar. Se Ele nos conduz, Ele também nos fortalece. A fé verdadeira não se apaga quando as dificuldades chegam, ela se fortalece. No fundo, é esse o segredo: confiar. Confiar que, por mais turvo que o caminho pareça, Deus sabe exatamente onde nos quer.
A bússola gira e não aponta; o vento traz memórias que se despedem como barcos. No centro de um lago imaginário, a flor de lótus abre feridas de luz e guarda perguntas antigas. Um espelho quebrado espalha reflexos que insistem em voltar para casa, cada estilhaço um mapa de escolhas não feitas. Chove sobre o mar — água da chuva no mar — e as gotas se dissolvem numa conversa com o horizonte: lembranças que se perdem para se tornarem sal. Sete de copas dança nas mãos de um jogador sem rosto, oferecendo espelhos, sombras, promessas de estrada. A ampulheta de açúcar pinga lentamente, cada grão doce um minuto fugindo para a língua do tempo. Nada é coerente; e por isso tudo existe, coerente na sua falta de explicação. Aqui o sentido se esconde nas pequenas falhas: no estalo de um reflexo, no sabor de um minuto, no sopro que desloca a bússola. O acaso organiza-se em silêncio, e a flor fecha-se como se guardasse um segredo que só se conta quando ninguém mais acredita em mapas. Ainda assim, tudo tem o real sentido de ser.
Diante de problemas, a nossa mente tende a paralisar devido, as incertezas e ao medo que algo novo nós tras. A partir daí, não se desespere. Sabemos que manter a calma é difícil. Então, respire inspirando e exalando lentamente e profundamente. Esta técnica tende a trazer a mente para o momento presente. Gerando assim, mais clareza mental e serenidade para raciocinar, com o intuito de encontrar a melhor saída. Lembrando que tudo passa e que para todos os problemas existe uma solução.
O vento não sabe para onde sopra, e as nuvens, essas viajantes indecisas, vagueiam sobre montanhas que já nasceram velhas. Gigantes caminham por um mundo pequeno demais para seus passos, deixando marcas que se confundem com vales. Os moinhos giram, mas quem move a pedra? A ampulheta de areia farinha mede tempo que não existe, enquanto um girassol, tolo e fiel, dança para um sol que nem sempre comparece. Sobre tudo isso paira um corvo de asas coloridas, único espectador que entende a piada: vivemos presos a rodas que inventamos, a contadores que esvaziamos, a gigantescas ilusões de grandeza dentro de horizontes que cabem na palma da mão.
Não se deixe enganar pela falácia apelativa do “patriotismo”; ela era bem propagada nos inflamados discursos do nazismo.
Somos a lembrança de alguém, as histórias contadas, as fotografias tiradas e os pertences empoeirados em um baú, nós somos aquilo que deixamos e os sentimentos que causamos nas pessoas que passam pela nossa vida. Somos morada de alguém e as vezes apenas uma ponte em que necessitam ultrapassar ou transitar. Lugares como esses, me remetem ao passado, as histórias findadas ali e eternizadas nas paredes, em cada cômodo e móvel ali deixado ou esquecido propositalmente à degradação do tempo. Me faz pensar e imaginar tudo aquilo que foi visto, ouvido e sentido por entre essas janelas, além de todas as pessoas que passaram por aquelas portas (...)Alguns dirão: "É apenas uma casa velha!" Enquanto eu digo: "É uma parte da história.".
Você estava lá para decidir a caçada…Ninguém se importa se você ficou sem almoçar… muito menos se contava com aquele momento para descansar e passou batido. O que realmente importa é que você falhou no tempo de pegar a presa. Aos olhos de quem não estava lá, era algo simples. Mas você viveu aquela caçada… você esteve com os leões e as hienas. E, mesmo assim, os urubus te chamaram de burro por entregar carne fresca no lugar de carniça.
Mulheres que amei, sacanas, amigas, apaixonadas, volúvel, sincera e vadias, amadas e amantes, lindas e belas, sinceras e desonestas, vulgares e apreciadas com moderação, queridas ao extremo e odiadas antes da cama, e rainha após a luxuria, eternas e passageiras, mas todas com o maior conceito que possa ter esse ser. A você mulher do sorriso fácil e do choro comovente, das lagrimas falsas, que causaram calor e dor, mas que no dia a dia me fizeram tão bem que não consegui esquecer nenhuma de vocês.
(Saul Beleza)
