Poema com o None de Andreia
Quem conhece o solo e o subsolo da vida, sabe muito bem que um trecho de muro, um banco, um tapete, um guarda-chuva, são ricos de ideias ou de sentimentos, quando nós também o somos, e que as reflexões de parceria entre os homens e as coisas compõem um dos mais interessantes fenômenos da terra.
Não sei responder ao lado de qual mulher terminarei minha vida. Mas posso afirmar que minha vida será interrompida se não continuar ao lado da mulher que amo.
"Marxistas não ligam a mínima para a verdade porque acreditam que a única verdade é a do processo histórico, do qual eles próprios pretendem ser os condutores. É o pretexto mais elegante que alguém já encontrou para inventar a verdade a seu belprazer. Nunca a expressão 'donos da verdade' se aplicou tão perfeitamente. Fazem com a dita cuja o que bem entendem.
É difícil deixar de ser marxista porque o marxismo é um prazer narcisístico indescritível."
Aos vinte e poucos anos, carregado de filhos e dívidas, cheguei à conclusão de que não seria bosta nenhuma na vida. Então pedi a Deus que me fizesse compreender certas coisas, mesmo que eu não conseguisse explicá-las a ninguém. No fim consegui explicar algumas e me tornei pelo menos um bosta de sucesso.
Chega um momento que precisamos nos convencer que a mudança é necessária, que a situação findou, que a condição mudou, porque o chão ruiu, quase nada ficou
"vc está me devendo um sorvete de sabor igual ao seu Beijo"!
"Quero um sorvete do sabor de seu beijos"
Vó e vô são nosso segundo pai e mãe. A casa deles, nos remete a infância, o natal, o ano- novo e a época em que éramos crianças.
Me perguntaram qual é seu perfil eu disse meu perfil é amar o proximo como a mim mesmo e amar a Deus de todo coração,espirito e alma em espirito e em verdade, me libertando do pecado com a alegria de viver jubilando servidão com gratidão pois o fardo de Deus é leve e do mundo enganosa atração de força retentora
Eu sou o ódio, eu sou a tristeza, eu sou a vingança, eu sou tudo aquilo que as pessoas me fazem ser.
Parmênides via as mudanças físicas que ocorrem no mundo como uma mistura onde participam o ser e o não ser, resultando num vir a ser. A mistura é feita pelo desejo e quando o desejo é satisfeito o ser e o não ser novamente se separam. O filósofo conclui assim que a mudança é uma ilusão. Somente existem o ser e o não ser, o vir a ser é portanto uma ilusão dos nossos sentidos.
(de A filosofia de Parmênides)
Queremos entender as guerras do mundo, queremos entender os conflitos do cotidiano, mas esquecemos de entender a nós mesmos, que fazemos parte do início de tudo.
(VDM: 13/05/09)
Vivemos tempos difíceis no Brasil. Ao ver pessoas clamando pela volta do Regime Militar, penso o quanto são tolas. Essas pessoas não tiveram história, nem sociologia, muito menos filosofia. História do Brasil nem pensar. Não sabem o que significa República, muito menos Monarquia. Essas pessoas são de uma geração que não viu escola básica funcionando.
Os tolos lêem um livro e não o entendem; os espíritos medíocres crêem entendê-lo perfeitamente; os grandes espíritos às vezes não o entendem por inteiro: acham obscuro o que é obscuro, como acham claro o que é claro; os espíritos afectados querem achar obscuro o que não o é, e não entender o que é muito intelegível.
Ao contrário dos líderes políticos, que fazem muito barulho mas raramente modificam alguma coisa de substantivo, o escritor, se quiser, tem o privilégio de ser um dinamitador discreto, que derruba muitos prédios em torno sem que ninguém ouça a explosão.
As coisas ruins são superadas, e lembradas com alívio, já as boas, não percebemos na hora e depois temos saudades delas.
