Poema com o None de Andreia

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⁠A garoa cai amorosa aqui
no Médio Vale do Itajaí,
A Tamurá-tuíra florescida
no Centro de Rodeio
parece cravejada de gotas
de diamantes pelo reflexo,
A inspiração da cena
vira poema e o universo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Na primeira mordida
se igual a festa que
faz a Maçã do amor,
É a minha poesia
junina para te inspirar
a festejar com sabor,
Não duvide que sou
brejeira e caipira
e para sempre na vida
serei quem eu sou.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Caipira que é caipira
no Arraial come pão
com a salsicha ou a linguiça
feita da maneira tradicional,
Porque sabe o valor
do esforço da cultura local.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Pipoca explodindo
no tacho no ritmo
do nosso arraial
sendo feita com
carinho sem igual,
Daqui a pouco vai sair
pipoca doce e salgada
com pedacinhos
de queijo da roça
que você vai provar
e se empolgar
até a Lua ir dormir,
o Sol sorridente raiar
e ainda não cansar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Amendoim torrado
e receitas com ele
não podem faltar,
porque aquecem
do frio e fazem
a disposição disparar
para dançar no arraiá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A corda coração
tocada pela sua
sedução parece
até corda de Cuatro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠És o meu amado Sol
e eu sou a tua Lua
entre avancês e anarriês
no arraiá da vida
com os nossos balancês
quem sabe gente se aproxima.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Bifrenaria tyrianthina
eflorescida poesia
sob luz do Sol dando
a sua cortês despedida
para as estrelas iniciarem
o seu baile pela Via Láctea
em noite de Lua Cheia
que está para se erguer
com tudo aquilo que presenteia
a minh'alma folclórica,
sensível, sedutora e amorosa,
e pronta para as nossas
mãos traçarem o risco das rotas
que pretendemos juntos nos perder.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Ofereço com ternura
uma Cattleya bicolor etérea
como quem leva dias lapidando
as palavras para escrever
um poema de amor para ser
levado no bolso para onde for,
reler atento a todo o instante
e reviver com intensidade
o impulso a cada nova flor

(Porque eu sou o seu amor,
e você é o meu amor);

No seu peito a tatuagem invisível,
na mente presença inabalável, indivisível nos teus sentidos,
convergente nos caminhos
e tudo aquilo que você imaginou.


Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Hoffmannseggella cinnabarina
cortejada pela tempestade,
Enquanto eu escrevo a poesia
que fala destes lábios lindos
que por eles sou capaz de entregar
o meu amor e a minha vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Rebatismo Poético

Ouvindo a tempestade
orquestral sigo com
o meu inventário natural,
apaixonado e poético,
(Porque só amamos
aquilo que conhecemos).

Talvez seja um dia
compreendido que é
preciso tornar habitual
a liberação continua
do pensamento colonial,
(Porque ninguém ama
aquilo que não conhece).

Pensamento talvez não
proposital que deu
outros nomes às nossas
riquezas que por muitos
ainda não foram conhecidas,
e por ser desconhecidas
estão escorrendo entre
os dedos todos os dias.

Conflitos, desencontros
e a falta de apreço
entre nós ainda são
efeitos vivos porque
ainda não nos conhecemos,
Mas ainda conservo
uma fé sobrenatural que
se torne página virada,
e que tenhamos orgulho
absoluto da nossa Pátria.

Se eu tivesse poder iria
rebatizar com a minha poesia
toda a vida que necessita
que neste solo gentil habita
para que se torne conhecida,
facilmente reconhecida
e para que nunca mais
ninguém se esqueça no dia-a-dia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A ventania minuana
balança com firmeza
o Brinco-de-Princesa,
Uma lembrança gaúcha
regressou na cabeça,
As rédeas do coração
hão de ser entregues
nas tuas mãos sedutoras,
E certamente há de ser
escrito o melhor poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O pacto de amizade entre
Grozny e Mariupol
não gerará esquecimento,
porque neste bastidor
de letras tem o suficiente
para que não haja
nunca mais apagamento.

Ondeia o trigo das estepes
e o azul da Soberania na Bandeira
para lembrar onde começa
e onde se celebra a Independência.

Enfeitei os meus cabelos
com girassóis e fiz um
canteiro com camomilas
porque ainda não vou
parar de escrever poesias.

As minhas poesias
imparáveis serão espalhadas
de boca em boca
porque são indomáveis,
esta poética imparável
é Motanka giratória.

Se por acaso conseguirem
fazer com que eu pare
de escrever: as minhas
poesias continuarão
sendo escritas sozinhas.

Os mercenários muito tarde
tomaram posse da realidade
e foram pelos ares,
e eu ainda testemunho
povos querendo conquistar
as suas liberdades.

Para cada um que chora
os seus mortos aceno
o meu respeito e entrego
este poema como quem
planta um lírio pacífico
e profundo para que findem
de uma vez com a guerra do destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A flor que representa
a nossa Santa Catarina
é a Laelia Purpurata,
Para você te ofereço
a poesia desta linda
terra para que não
seja por ti duvidada,
Colocando nas tuas mãos
a flor dos nossos dias
para que seja amada
e cultivada nesta vida
para que não seja esquecida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Manacá quando
flori é pura poesia
paranista a encantar,
A sua recordação
faz do mesmo jeito,
Em ti há muito tempo
eu tenho morado dentro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Pinhão

⁠Não tem como ser
infeliz no Inverno
com Pinhão alegrando
o prato, com poesia
e o coração apaixonado.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Inesquecível Céu
total de amor
sul-mato-grossense
em esplendor
uma Cattleya nobilior
em tempo de flor,
Olhos coincidindo,
Poema mágico escrito
para que não seja
nunca esquecido,
em algum momento
para ser relido
com os olhos do coração,
inevitavelmente
para embalado
para ser por ti fortemente
sentido e por ambição
fazer-te ao amor apegado
e desejoso de doses
vertiginosas de paixão
em alta velocidade
pelas curvas misteriosas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Caliandra esplendorosa
estrela de pétalas,
fortuna e joia amorosa
da terra e d'alma
profunda mato-grossense,
Quando o Sol de toca
e a chuva te beija,
O tempo para te ler como
quem aprecia um poema.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A Lua de ontem,
a Lua de hoje,
a Lua de sempre,
a Lua que me guia,
a Lua que ilumina
os meus passos
nômades e a poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando o céu brasiliense
se abrir esplendoroso
e o Cipó de São João
florescer carinhoso
é ali que eu encontrarei
a mais elevada grei,
toda a poesia e a paixão
como a nossa perene lei
do tempo amoroso total
com chama, beijo, impulso
e sem relógio no pulso,
porque mesmo no escuro
que você é meu é a única
certeza inequívoca que sei.

Inserida por anna_flavia_schmitt