Poema Carinhosas para a Pessoa Especial
Às vezes, você pode parecer “chato” com aquela pessoa que ama verdadeiramente e por quem tem um cuidado todo especial.
Quantas vezes você já gritou por dentro por alguém assim?
E, mesmo assim, essa pessoa não quis te ouvir, talvez porque, por algum motivo, não quis acreditar em você.
Mas você não parou.
Você insistiu, clamou… até que, finalmente, ela te ouviu.
E foi esse detalhe que mudou tudo.
O mais impressionante é que os sinais sempre estiveram à vista.
A vida também é assim: sempre dá pequenos avisos.
Antes da demissão, vem o desânimo.
Antes da traição, o distanciamento.
Antes da crise financeira, o desequilíbrio.
Só quem vive correndo não escuta.
Quem não escuta, não enxerga.
E quem não enxerga, paga um preço alto demais.
Mas aqui está a parte mais linda dessa história:
o “chato” falou diretamente com quem realmente se importava.
Ele insistiu até que a pessoa agiu.
A vida é igual.
Quando você fala com quem realmente se preocupa,
e essa pessoa percebe que a sua preocupação é verdadeira,
ela te escuta, mesmo quando ninguém acredita, mesmo quando parece tarde demais.
Se você levar seus sinais, seus medos e dores para quem ama de verdade,
ele vai te escutar.
Porque, entre a distância e o desastre,
o milagre está simplesmente na sua atenção por quem você ama de verdade.
Hoje eu senti medo.
Medo de que alguém tivesse machucado uma pessoa que eu simplesmente adoro.
Mas o que mais me assustou não foi a possibilidade da dor…
Foi perceber que, se isso realmente tivesse acontecido, talvez eu tivesse perdido o meu “medo”.
Porque, nesse caso, a pessoa que machucou quem eu adoro não estaria mais entre nós hoje.
Cicatrizes
Cada pessoa
Carrega marcas
Cicatrizes
Indivisíveis
De doenças
Passadas
De acidentes
Sofridos
De amores
Não vividos
Sonhei que dizia que ia comprar dois carros e mostrava a imagem desses dois carros á uma pessoa que não lembro. Eu estava totalmente feliz e confiante no sonho.
Julho de 2023
Uma ponte instável.
Uma tempestade.
Uma subida impossível.
Um abismo.
Uma pessoa que você gostaria que estivesse ali para ajudá-la.
E, finalmente, alguém percebendo que você estava no lugar errado e dizendo, sem precisar de muitas palavras:
"Está tudo bem."
Talvez crescer seja exatamente isso: conseguir olhar para uma pessoa que um dia significou o mundo e perceber que ela continua sendo apenas uma parte da paisagem da nossa história.
Não precisamos odiar.
Não precisamos esquecer.
Não precisamos voltar.
Podemos simplesmente reconhecer:
"Eu amei você naquela época. Mas hoje eu também amo a pessoa que me tornei."
A crença religiosa de uma pessoa é fortemente influenciada pelo ambiente em que ela nasce.
E essa constatação é filosoficamente desconfortável.
Porque, se alguém acredita que recebeu a única verdade absoluta simplesmente porque nasceu dentro daquela tradição, deveria fazer uma pergunta bastante incômoda:
“Se eu tivesse nascido do outro lado do planeta, dentro de outra família, eu estaria igualmente convencida de que a religião que considero verdadeira hoje é verdadeira?”
Talvez sim.
Talvez não.
E nós simplesmente não temos como fazer esse experimento com a própria vida.
“Como Deus poderia condenar alguém por não seguir uma doutrina que essa pessoa nunca teve oportunidade de conhecer?”
Essa pergunta existe há séculos dentro da própria filosofia e teologia.
E mesmo dentro do cristianismo não existe uma única interpretação universal sobre isso.
Há cristãos que defendem que a salvação depende explicitamente da fé em Cristo.
Outros entendem que Deus julga cada pessoa considerando aquilo que ela recebeu, compreendeu e como respondeu à consciência e à verdade que teve acesso.
Existem ainda posições universalistas, segundo as quais a misericórdia divina pode alcançar todos de alguma maneira.
Portanto, até entre cristãos existem debates sérios sobre essa questão.
E isso é importante porque alguém dizer:
“Você vai para o inferno porque não frequenta minha igreja”
não transforma automaticamente essa afirmação em uma verdade universal. É uma interpretação teológica específica.
Diferença entre religião e comportamento moral.
Uma pessoa pode frequentar uma igreja todos os dias e continuar sendo cruel.
Pode conhecer centenas de versículos e tratar mal a própria família.
Pode falar sobre amor ao próximo e maltratar animais.
Pode levantar as mãos durante o culto e humilhar alguém na segunda-feira.
Pode falar sobre perdão e viver alimentando rancor.
E isso não é uma crítica exclusiva ao cristianismo. É um problema humano.
Porque pertencer a uma instituição não transforma automaticamente o caráter de ninguém.
Conhecer uma doutrina não significa incorporá-la.
Saber falar sobre bondade não torna alguém bondoso.
E frequentar um templo não impede ninguém de ser um péssimo ser humano quando sai dele.
Talvez por isso exista uma pergunta muito mais interessante do que:
“Qual religião você segue?”
Eu perguntaria:
“Como você trata aqueles que não podem lhe oferecer absolutamente nada em troca?”
Como você trata um animal indefeso?
Como trata alguém mais pobre?
Como trata alguém que discorda de você?
Como trata uma pessoa que não pode lhe beneficiar?
Como trata seu companheiro quando ninguém está olhando?
Como reage quando possui poder sobre alguém mais vulnerável?
Essas perguntas revelam muito mais sobre caráter do que uma fotografia dentro de um templo.
Deixar uma instituição religiosa não significa necessariamente abandonar Deus.
Uma pessoa pode abandonar uma comunidade porque se sentiu julgada, excluída ou ferida e continuar cultivando sua espiritualidade.
Da mesma forma, uma pessoa pode frequentar uma igreja e não possuir uma relação interior profunda com aquilo que professa.
A instituição e a fé não são necessariamente a mesma coisa.
Você pode acreditar em Deus sem querer pertencer a uma denominação.
Pode orar em casa.
Pode conversar com Deus enquanto está sozinha.
Pode ler a Bíblia sem transformar uma instituição em autoridade absoluta sobre sua consciência.
Pode inclusive discordar de determinadas interpretações religiosas e continuar considerando Jesus uma figura espiritualmente importante.
Isso existe.
E não é necessário fingir certeza onde você possui dúvida.
Você pode pensar:
“Eu não quero frequentar uma igreja.”
Isso é uma escolha.
Outra pessoa pode pensar:
“Eu encontro minha espiritualidade justamente na comunidade da igreja.”
Também é uma escolha.
Nem todo frequentador de igreja é hipócrita, assim como nem toda pessoa que não frequenta igreja é automaticamente mais espiritual, bondosa ou consciente.
No fim, caráter continua sendo caráter.
A pessoa pode estar no púlpito ou na cozinha.
Pode carregar uma Bíblia ou não carregar nenhuma.
Pode cantar durante duas horas ou passar o domingo inteiro em casa.
O que importa para avaliar o ser humano é muito mais amplo do que sua presença num culto.
Se uma pessoa usa a religião para controlar filhos, humilhar pessoas, impor casamentos, atacar animais ou julgar constantemente quem está ao redor, então existe uma pergunta que não precisa nem ser respondida por ninguém:
O que importa mais, parecer religiosa ou aprender a tratar os outros com dignidade?
Essa pergunta vale para qualquer pessoa, inclusive para nós.
Você sente algo único que brilha, algo que não sentiu com outra pessoa,
sente-se confusa, não sabe se é real ou uma ideia absurda,
sente um calor no coração, quer acreditar que é real, mas não sabe se é apenas uma ilusão do seu cérebro para te fazer feliz.
#AmorConfuso #IlusõesLindas
Eu sou uma pessoa muito ansiosa. A ansiedade quase me mata — eu disse quase!
Eu vivo uma hora em um minuto, um mês em um dia, um ano em um mês e uma vida em um ano.
Mas, pera aí… a vida não deveria ser assim?
“O verdadeiro legado de uma pessoa não se mede pelo título que carrega nem pelo currículo que exibe. Ele se revela nas marcas invisíveis que deixa nas mentes e nos corações daqueles que cruzam seu caminho.
Ser inesquecível não é sobre ser admirado, mas sobre ser sentido. É sobre transformar o ambiente com ideias, gestos e valores que sobrevivem ao tempo.
Que o teu legado seja feito de consciência, empatia e coragem — porque o impacto intelectual mais duradouro é aquele que desperta outros a pensarem melhor sobre o mundo.”
"Ser você mesmo em um mundo que tenta fazer de você outra pessoa é a sua maior vitória."
—By Coelhinha
"BLINDO-ME meus 5.4.O brilho de uma pessoa em PAZ, PRODUTIVA e CHEIA DE SONHOS incomoda mais do que qualquer bem material."
━By Coelhinha
Eu não sou a pessoa favorita de ninguém.
E talvez o mais triste
seja perceber que ninguém sente minha falta
do jeito que eu sinto falta das pessoas.
Eu sempre fui o “também pode vir”,
nunca o “eu queria que você estivesse aqui”.
Sou lembrado quando sobra tempo,
procurado quando alguém precisa,
e esquecido quando a vida volta ao normal.
Talvez eu tenha confundido presença com importância.
Talvez eu tenha chamado de amizade
lugares onde eu era apenas companhia.
E, no fim,
quando todo mundo encontra alguém para escolher,
eu volto para o mesmo lugar:
sozinho,
tentando fingir que não dói
ser sempre a pessoa que ninguém escolheu.
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