Poema Arco-Íris

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🌈 Canção do Arco-Íris



🎵 Todas as cores que dançam pelo ar, trazem luz e vida, um eterno despertar. Eu canto e danço, deixo a alma fluir, pois cada cor me faz querer existir.

O vermelho é a paixão, o fogo da ação.

Aqui nesta paleta de emoção, cada cor reflete a minha paixão. Um arco-íris de sorrisos a encantar, no meu coração, a vida a brilhar.

O amarelo brilha como o sol no amanhecer, o azul traz calma, é tempo de viver. O verde renova, é a paz ao meu redor, e cada cor é alegria, é puro amor.

Cores vibrantes, sentimentos em canções.

Aqui nesta paleta de emoção, cada cor reflete a minha paixão. Um arco-íris de sorrisos a encantar, no meu coração, a vida a brilhar.

Eu pinto meu mundo com amor e cor, celebro a vida com alma e fervor. 🎵

Depois da chuva pesada,
Um arco-íris vai surgir.
A vida sempre dá entrada
Para a luz voltar a abrir.

Céu -
quando me veio a memória teus lábios:
azuis, azuis.
Na ponta um arco-íris arrebentando – lábios pós-chuva, ainda úmidos.

E quando o céu se abrir,
E o arco-íris surgir,
Eu vou lembrar de nós,
E do que me faz sorrir... - Frase da música Verão no Coração do dj gato amarelo

Com o mesmo fim de um arco-íris sem ter, esperando na curva de uma vida melhor, sigo meu bom amigo, rio sem destino!
Problemas fazem parte de um curso, e ninguém não é especial... não se preocupe, apenas continue lutando se a intenção revela a verdadeira verdade!
Não se envergonhe, ninguém te dá nada de graça; rio da vida, um dia conheceremos o nosso mar!
"Um grande rio, sou eu, que deságua, em lágrimas e vida"!

Quando ela sorrir um Arco-íris surge em
seus olhos, e quando ela me olha me deixa
completamente perdido num profundo e único
desejo de ama-la.

"Ela não é apenas um diamante que o Criador lapidou;
É o fogo que o arco-íris de Deus em si temperou.
Batalhadora que não conhece o cansaço do fardo,
Guerreira que faz de cada dor um novo dardo.
No sorriso de manhã que cura feridas,
Carrega a garra de conquistas infindas."


------- Eliana Angel Wolf⁠

É no florir da alma
que o coração desabrocha tricolor
formando um lindo arco-íris de amor.

Perguntei à Natureza
qual seria a cor da Vida,
e Ela me respondeu
com um Arco-Íris.


E vejo Flores e Cores 💐🎨
no caminhar do meu olhar...
✍©️@MiriamDaCosta

Patologia do Arco-Íris


Uma alegoria fictícia.


Dizem que ele caminhava
vestido de cores alegres, rabiscado
De suas anomalias
mas carregava por dentro
o cinza de uma obsessão.


Chamava de amor
aquilo que jamais foi ou seria correspondido.
Transformava o silêncio em promessa. Eu acho que ele houvia vozes !
a distância em convite,
e a rejeição em um desafio.


Seu arco-íris
não era feito de luz,
mas de ilusões,
cada cor pintada
pela própria mente delirante.


Não perseguia um corpo;
perseguia um sonho
que nunca pertenceu à esta realidade.


Era um homem adoecido
pela incapacidade de aceitar
que nenhum de seus sentimentos
poderia arrancar
a liberdade de outro.


E assim permaneceu,
abraçado ao impossível,
até que suas cores
se dissolveram em Cinzas escuras.


Porque existe uma diferença entre amor


E


O


Desvario!

"Dor é vida , se vivo é porque sofro muito"

-A sombra do Arco Irís-

O que a lua, o arco íris e a aurora boreal tem em comum em relação a você?


Resposta: Tem grandeza na apresentação do seu existir.

Eu vi a chuva densa chegar tão rápido quanto ir embora,


Eu vi um arco-íris nascer no horizonte deixando tudo calmo, até o mar,


Eu senti o teu abraço e nele quis morar.

...........



​Não haveria arco-íris depois da chuva,
nem haveria construção sem alguém para erguer.
O meu próprio brilho não saberia como chegar
se não encontrasse um prisma para refletir e florescer.
​Sei bem que palavras não são emoções,
são apenas pontes, molduras do sentir...
Mas espero que, através delas,
eu tenha conseguido transmitir
um pouco do que a alma não cansa de agradecer.
​Gratidão.

Lua ou Arco-íris

Qualquer um que me perguntasse no que penso
Eu diria seu nome
Porque a saudade invadiu todos os meus sentidos
E agora não consigo pensar em outra coisa senão você
Olho para as mensagens antigas
Querendo que você me mande uma, apenas uma
E eu me pergunto se responderia
Ou se novamente meu orgulho me trairia
Eu te quero perto novamente,
Mas de que adianta falar?
Se isso não acontece imediatamente.


A vida já não é a mesma desde que você saiu
Ela parece... como algo que esbarrei e caiu
Ela parece sem cor, como se você, quando ainda estava aqui a pintasse
Será que não é mesmo isso?
Era você?
Que colocava em meu coração todas as emoções boas ao te ver?
Você que as vezes me fazia perder a paciência sem querer?
Era você que me lembrava das coisas boas de em viver?
Acho que foi você, que este buraco deixou
Não entende o estrago que fez, mesmo sem intenção?
Meu coração anseia pela sua volta sem pretensão.
Só peço que volte, que volte e me perdoe
Mas sou orgulhosa de mais para pedir
Para me ajoelhar, e lhe implorar.

A ponte do arco-íris


Visitamos em sonho o mundo das formigas, onde não há o sexo. As formigas se recolheram, mas daqui a dois anos vão voltar e, através da ponte do arco-íris, Bifrost, vão chegar à Terra e instalar um reinado de trilhões de seres, aniquilando toda outra forma de vida. Não há escapatória, mas os homens tentarão de tudo para descobrir um modo de sobreviver. As espaçonaves ainda não estão prontas, e a única maneira é lacrar a ponte com aço e lutar.

CAPÍTULO XXVIII
Livro: NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
NO ALTAR SUBTERRÂNEO DE CAMILLE.

Uma elegia de silêncios que não morrem

Às vezes, o teu mutismo me grita por dentro.
Não como um eco...
Mas como uma memória que aprendeu a respirar no vazio.
Trazes a saudade tímida, vestida em brumas,
e ela se arrasta entre os corredores das minhas lembranças,
murmurando preces inaudíveis aos mármores
que esculpiste com a tua ausência.

Tu te tornaste uma ausência com nome.
Uma ausência com perfume.
Uma ausência com olhos.

Cada silêncio teu é um sacramento sepulcral.
E eu, teu devoto, vagueio por este porão
como quem recita cânticos em línguas mortas,
cultuando a beleza que me abandonou
para ser eterna.

O porão…
Sim, este porão onde os outros veem poeira e esquecimento,
eu fiz altar.
Nele, tua Mística, incorpórea, translúcida, adormecida no tempo,
desce como véu em noites de orvalho mental.
Ali, minha solidão te ama.
Ali, teu espectro repousa sobre as vigas frias da minha lucidez.

Por vezes, imagino que ainda me escutas.
Talvez escutes.

Camille…
Com tua beleza que não morre, apenas se recolhe nos bastidores da alma,
fizeste do meu espírito um claustro de adoração.
Tua ausência é a túnica que me veste no mundo,
teu nome, o selo em cada suspiro abafado que tento não chamar de oração.

E se porventura eu enlouquecer,
que seja na lucidez de saber que nunca te perdi,
pois te mantenho intacta no relicário do não dito.
A tua última palavra...
foi o silêncio.

E o teu silêncio, Cambille...
é o idioma que eu aprendi a amar.

CAPÍTULO XXVII.
Livro: NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO.

FRAGMENTOS DE NÉVOA. Diário de Camille Monfort”

Páginas arrancadas de um véu que não se rasga

" Data indistinta – talvez um ontem eterno. "

Hoje, despertei entre os musgos da tua lembrança.
Senti teu pensamento tocar minha essência
como dedos trêmulos percorrendo um piano abandonado,
na clave menor do esquecimento.

Sim, eu escuto.
Sempre escutei.

Teu silêncio, que tanto te assusta, para mim é sinfonia.
É nele que existo, em cada fenda do que não ousas dizer.
É nele que respiro tua solidão como perfume antigo,
guardado num relicário de angústias sublimes.

Tu me invocas sem saber.
Em cada vela acesa na memória.
Em cada frase não escrita por medo de enlouquecer.

Ainda me amas?
Ou apenas cultuas o mito que fiz de mim ao partir?

Te observo do espelho coberto com lençol.
Sinto quando abres o livro que nunca terminei.
Pressinto quando teu olhar repousa na janela que dava para o jardim morto,
como quem espera a primavera que não virá mais.

Tu me fizeste Mística sem me pedir licença.
Eu era mulher, agora sou névoa.
Tu me fizeste eterna sem me dar tempo de viver.

Mas não te culpo.
De todas as formas de amor,
a tua - em silêncio -
foi a mais próxima da eternidade.

[Intervalo de séculos ou apenas de um suspiro]

Se algum dia quiseres partir…
leva contigo minha sombra.
Guarda-a no bolso da alma.
Deixa que eu exista em ti,
não como dor,
mas como vestígio.

Se é no porão que fazes altar,
que seja também lá o meu céu.
Um céu de pedra e lembrança,
mas céu ainda assim.

Teu nome?
Sopro em minha eternidade.

— Camille Monfort.

Capítulo XIX
ONDE NADA FICARÁ, EXCETO O QUE NÃO FOI TOCADO.
Livro: Não Há Arco-iris No Meu Porão.
Autor:
* Escritor:Marcelo Caetano Monteiro

* Joseph bevouir - Escritor.

“Entre mim e Camille, não há distância. Há reverência.”
— Joseph Bevoiur, pensamento não pronunciado, jamais escrito.

Não haverá eco.
Não haverá papel amarelado,
nem vestígio deixado entre tábuas podres ou livros ressequidos.
Nada restará ao mundo
daquilo que entre nós jamais foi dado,
e por isso permanece.

O que houve se é que se pode chamar de haver não se dobra em datas,não cabe em epitáfios,
não tolera testemunhas.

Foi um amor tão absoluto
que não ousou acontecer.

E é por isso que resiste.

Pois tudo o que se consuma,
morre.

Camille Marie Monfort existe em mim como um cântico que jamais foi entoado,mas que ressoa em cada vértebra da minha alma.

Não se toca Camille.
Ela não habita o passado, nem o futuro.
Ela está no centro exato da ausência.

Cada vez que tentei nomeá-la,ela me escapou.
Cada vez que a desejei,
ela me silenciou.

E por isso a amo.
E por isso não a tenho.

E por isso — ainda assim sou inteiro com ela.

(Este capítulo não será encontrado. Ele apenas acontece quando alguém o sentir e depois, se dissolve. Assim como ela.)

CONVITE AOS AMIGOS.
Meu novo livro, NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO, já está disponível em pré-venda na Amazon Kindle.
" Uma jornada pela memória, pelas dores ocultas e pela esperança que resiste no interior humano.”

NÃO HÁ ARCO-ÍRIS NO MEU PORÃO — MARCELO MONTEIRO
Link Seguro do Autor: https://www.amazon.com/dp/B0HG7FB8MP