Poema Aprendizado por William Shakespeare
Veja o mundo com olhos de criança, com isenção de preconceitos, com simplicidade, nada julgando, só aprendendo.
O ninho está vazio. Mas os laços continuam inalterados. Todo o amor trocado, todas as lições aprendidas constituem força renovadora e muitos frutos ainda darão. Mais que solidão passageira é multiplicação.
Ser criança é tentar descobrir o mundo com seus olhos ávidos por aprender. Grande é a responsabilidade de quem está entre seus olhos e o ensinamento.
Criança aprende tudo... absolutamente tudo. E tem olhos ávidos por aprender. Em nossos ombros reside a responsabilidade desse aprendizado.
“Eu aprendi a resolver as coisas indo embora, e isso sempre funcionou para mim, ficar talvez poderia funcionar, mas nem sempre dependeu só de mim.”
Razão pode ser o relativo, de errar e acertar, na sorte ou no azar, viver é aprender, estamos todos no mesmo chão.
Os extremos as vezes se completam, outras se repelem e/ou competem e, muitas vezes por inutilidades.
Evoluir é desapegar das amarras do passado e transformá-las em algo novo, um processo contínuo que chamamos de aprendizado. Essa jornada envolve desaprender o que antes considerávamos verdade, permitindo-nos abrir espaço para novas experiências e conhecimentos que enriquecem nossa vida.
Tá tudo bem cansar da vida. É assim mesmo, altos e baixos, perdas e ganhos, sucesso e fracasso, tudo isso serve para o nosso aprendizado.
Descarta os lixos de uns aprendizados, fará parte de uma evolução para guardar outros ensinamentos.
A aprendizagem é a força que motiva a pessoa a conhecer suas capacidades, limitações e oportunidades, através das novidades, dos relacionamentos e das condições favoráveis para o seu crescimento cultural, acadêmico, profissional e espiritual.
Algumas pessoas sonham com contos de fadas, outras, fazem a mágica acontecer...
Eu? Ando aprendendo alguns truques...
Eu dou o meu máximo a mim e ao mundo, da maneira que acho melhor naquele momento, e por isso nem sempre acerto comigo mesma e com as pessoas. Analiso minhas falhas e aprendo com a dor que elas me trazem. A dor não é ruim, na verdade ela é uma grande amiga que me ajuda a aprender a melhorar minha maior habilidade: saber dar o meu máximo a mim e ao mundo, e fazer bom proveito de todo amor que tem dentro de mim.
O bom observador, em estado de comodismo, aprende a copiar. Em movimento de inteligência aliado ao trabalho e a perseverança, ele aperfeiçoa, reinventa, melhora ideias, atitudes e as criações observadas.
