Podia ser Pior
Deus… Quem é Deus?
Se não houvesse uma mente racional, o que seria da existência de tudo?
Seria vago, existir lugares, plantas e animais por aí vivendo, simplesmente existindo.
Mas uma mente racional existe para explicar, dar sentido e trazer a resposta que Ele fez tudo. E tudo existe por ele, por causa Dele e ele sabe de todas as coisas mais complexas que jamais uma mente humana saberá.
Amar não deveria ser complexo, como um quebra-cabeça
Talvez seja só…
ficar?
Sem esforço demasiado
sem medo
sem precisar traduzir o que se sente
Amar pode ser leve
como entregar um bilhete de amor
sem esperar resposta
Como quem segura a mão
sem precisar de motivo
E quando tudo parecer demais
basta estar…
Presença
cuidado
e um silêncio tranquilo
que não pede explicação
Talvez o amor
quando é de verdade
seja assim: simples
É cada um com o seu cada qual.
E no final das contas, verdade seja dita, nenhum ser humano, deveria ser considerado plenamente normal.
A Face Oculta do “Amor”
Um grande homem… ou talvez apenas um grande ser?
Ou um grande líder? Tipão ou tirano?
Talvez — e com certeza — um grande lixo.
Quando alguém diz que ama uma criança, mas por trás de suas palavras existem pensamentos libidinosos e cruéis, então não é um ser humano falando — é o próprio demônio agindo.
O nosso imóvel, apesar de ser um ativo que valoriza com o tempo, ele não é um ativo diretamente gerador de fluxo de caixa, ele é um ativo que de forma indireta vai te enriquecer através da renda invisível.
"O silêncio é considerado o momento em que o Ser encontra o Infinito, uma pausa necessária para ouvir a própria essência e a "voz" do cosmos."
A força sobrenatural que eu acredito ser Deus, não é aquela que precisa de lamentações públicas ou forçadas, mas é aquela que me orientou desde o ventre da minha mãe até o meu último dia.
No meu percurso de vida, entendi que é melhor ser sábio do que inteligente. O sábio instruí o discípulo para um nível que se confunde com inteligência. Ao contrário, a pessoa inteligente atinge um nível de inveja para com o semelhante quando este já não esta moda.
Tem uma liberdade quase escandalosa em perceber que eu não preciso ter mais nada pra finalmente ser alguma coisa. É estranho no começo, confesso. Porque a gente cresce acreditando que a vida é uma espécie de checklist infinito: quando eu tiver isso, eu viro aquilo. Quando eu conquistar aquilo outro, aí sim eu me torno alguém. E assim a gente vai adiando a própria existência, como se fosse uma estreia que nunca chega.
Eu já vivi muito tempo assim. Era sempre o próximo passo, o próximo objetivo, o próximo reconhecimento. Como se eu fosse uma obra eternamente em reforma, cercada de tapumes emocionais, esperando o dia em que alguém finalmente diria: pronto, agora sim, você está pronta pra ser você. Spoiler da vida real: ninguém vem com esse carimbo.
E um belo dia, sem fogos de artifício, sem trilha sonora épica, eu percebi uma coisa quase desconcertante: eu já sou. Do jeito que está. Com as minhas contradições, com as minhas partes meio bagunçadas, com as minhas versões que nem sempre conversam entre si. Eu já sou suficiente pra mim.
Isso não significa que eu parei de querer crescer. Eu ainda quero. Ainda tenho sonhos, metas, vontades que me puxam pra frente. Mas agora é diferente. Eu não quero ter para ser. Eu quero ter porque já sou. E isso muda tudo. Porque deixa de ser uma corrida desesperada por validação e vira um movimento mais leve, mais consciente, quase um gesto de expansão, não de compensação.
Antes, cada conquista vinha com um peso estranho, como se eu estivesse tentando provar alguma coisa pra alguém, ou pior, pra mim mesma. Agora não. Agora, se vem, é bem-vindo. Se não vem, eu continuo inteira. Olha que conceito revolucionário: eu não me desfaço na ausência.
E tem algo profundamente elegante nisso. Porque quando eu paro de me medir pelo que eu tenho, eu começo a me reconhecer pelo que eu sou. E isso ninguém tira, ninguém compra, ninguém invalida. Não depende de aplauso, de número, de status, de comparação silenciosa com a vida dos outros. É um tipo de riqueza que não aparece, mas sustenta.
O mundo vai continuar tentando vender a ideia de que falta alguma coisa. Sempre falta, segundo ele. Sempre tem um degrau a mais, uma versão melhor, uma meta mais alta. Mas eu aprendi a desconfiar dessa urgência toda. Porque, no fundo, muita gente está correndo não porque quer chegar, mas porque tem medo de parar e se encarar.
E eu parei. E me encarei. E, surpreendentemente, eu gostei do que vi.
Hoje, eu não quero acumular pra preencher. Eu não quero conquistar pra existir. Eu não quero provar pra validar. Eu só quero ser… e a partir daí, viver tudo que vier como um extra, não como uma necessidade.
"Oh, Deus que não vejo, mas sinto em meu ser,
Neste cosmos sem fim, onde posso te ter?
Será que estás nas ondas, que em silêncio me guiam?
Ou és o ponto distante, onde os mundos se fiam?"
O Inferno Pode Ser Aqui
Às vezes, me pego pensando que o inferno não é um lugar distante, escondido em alguma dimensão desconhecida. Talvez ele seja aqui mesmo — na Terra que pisamos todos os dias.
Não por falta de beleza. Pelo contrário.
Vivemos em um planeta onde o sol nasce com perfeição, onde a natureza é generosa, onde há fartura suficiente para todos. E, ainda assim, há fome. Há gente com mesas fartas e gente sem um pedaço de pão. Há quem viva em palácios… e há quem não tenha sequer um teto para dormir.
E então eu me pergunto: que lugar é esse?
Cresci conhecendo um Deus, dentro da minha religião. Um Deus de amor, de justiça. Mas o mundo me mostrou que existem muitos caminhos, muitas crenças, muitas formas de enxergar o divino. Cada um defendendo sua verdade como única.
E talvez seja aí que começa o nosso erro.
Porque, enquanto discutimos quem está certo, esquecemos de fazer o que realmente importa: sermos melhores.
Às vezes penso na possibilidade de outras vidas. Será que estamos aqui para aprender? Para corrigir erros? Será que quem hoje sofre já teve muito, e quem hoje tem muito já sofreu? Ou será que tudo isso é apenas o reflexo das escolhas que fazemos agora?
Não sei.
Mas sei que existe algo dentro de nós — uma voz silenciosa, firme — que nos diz o que é certo e o que é errado. Chamam isso de consciência.
E, mesmo assim, insistimos em ignorá-la.
O ser humano tem nas mãos tudo o que precisa para transformar este mundo em um paraíso. Temos tecnologia, inteligência, recursos. Poderíamos acabar com a fome, diminuir a dor, dar dignidade a todos.
Mas escolhemos competir, explorar, destruir.
Homens poderosos decidem guerras. Crianças pagam o preço. Povos inteiros sofrem. E o planeta, silencioso, vai sendo ferido.
E às vezes, num pensamento mais ousado, me pergunto: e se tudo isso aqui for um tipo de sanatório?
Um lugar onde almas vêm para se tratar.
Como se viéssemos de outras dimensões, de outros tempos, talvez até de outras galáxias… carregando erros, culpas, excessos — e aqui fosse um ponto de passagem. Um purgatório da existência.
Um espaço onde temos duas escolhas: nos curar… ou nos perder de vez.
Talvez alguns estejam em processo de cura — aprendendo a amar, a dividir, a compreender.
E outros… ainda dominados pela própria escuridão.
Se for assim, a Terra não seria apenas o inferno.
Nem totalmente o céu.
Seria um lugar de decisão.
Diante disso, é difícil não pensar: se isso não é o inferno… então o que é?
Talvez o inferno não seja um castigo imposto por Deus. Talvez seja uma construção humana. Um lugar que criamos quando nos afastamos do amor, da empatia, do respeito.
E talvez o céu também esteja aqui.
Ele aparece nos gestos simples, na bondade inesperada, no coração de quem ajuda sem esperar nada em troca. No pouco que se divide. No muito que se oferece.
No fim, talvez a Terra seja apenas isso: um campo de escolhas.
Onde, todos os dias, cada um de nós decide — consciente ou não — se quer alimentar o inferno… ou construir o céu.
Nereu Alves
Quem vai embora nos deixando ausência e silêncio, nos ensina que nossa companhia não pode ser dada para qualquer pessoa.
Quero ser um eterno aprendiz que muitos nem notam, confuso com as perguntas, mergulhado nas respostas.
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