Pessoas que Jamais Serao Esquecidas
A Inocência de uma criança jamais deve se levar em conta que todas possuem. Pois existem aquelas cheias de diabruras e travessuras, das quais são o reflexo de sua criação, onde fazem suas maldades e procuram culpar e traumatizar outras, as chamadas inocentes e ingênuas que não sabem se defender. Onde consequentemente as culpadas, tão somente levam a culpa, como se sentem inferiorizadas muitas das vezes pelo resto da vida, por culpa daquelas que a culparam. Eis que surge o chamado complexo de inferioridade, timidez, insegurança, fobia social, introversão e outros males, carregado boa parte das vezes por conta de experiências desagradáveis, como estas e outras tantas.
Explicando o inexplicável.
Há coisas que a razão jamais alcançará.
Mesmo que a mente humana avance em ciência.
Descubra galáxias, decifre átomos.
Permanece um espaço onde a luz da razão não penetra:
o espaço do sagrado.
Porque os céus proclamam que Ele é o autor.
Mas quem poderá compreender a mente do Criador?
Ele é aquele que estava antes de todas as coisas.
O que sustenta o universo sem jamais se esgotar.
O dono do tempo, o começo, meio e fim.
E nós, frágeis criaturas.
Nos debatemos entre o querer entender e o dever de somente crer.
Tantas vezes tentamos explicar Deus.
Nas palavras, nas doutrinas, nos sistemas de fé.
Mas ao final, só resta o assombro.
o respeito silencioso de quem percebe:
o infinito não cabe na finitude humana.
E mesmo assim, Ele se deixa perceber:
na ordem das estrelas, no pulsar do coração.
Na esperança que insiste em florescer.
Porque, se Deus fizer, Ele é Deus;
se não fizer, Ele continua sendo Deus.
Não é um ser condicionado pela nossa vontade.
Mas aquele que, soberano, governa sobre tudo.
Com um amor e justiça que nem sempre compreendemos.
Por isso, rendemo-nos diante do mistério.
Porque, afinal, ninguém explica Deus.
E talvez, não explica-Lo seja a forma mais pura de adorá-Lo:
aceitando-O como Ele é.
Infinito, invisível, perfeito e inatingível pela razão.
Mas perfeitamente acessível pela fé.
É estranho como o silêncio pode ser ensurdecedor, preenchido pelos ecos das lembranças que jamais retornarão.
Ô-ô-ô Maria,
Cê me alucina e me faz querer você,
Deixa eu ser teu João,
E te amar como jamais alguém amou alguém assim.
Você é meu sol, minha luz,
E eu sou teu girassol,
Que segue tua beleza e sedução,
E busca o mel dos teus lábios, minha doce paixão.
Como um beija-flor busca o sabor do néctar,
Quero sentir o doce gosto do teu beijo,
E juntos, vivermos essa sintonia e essa dança,
Que nos leva para além do mundo e além do tempo.
Então, ô-ô-ô Maria,
Deixa o orgulho de lado, vem cá pro meu lado,
E vamos juntos, nesse caminho sem fim,
Que nos leva para um lugar onde o amor é só o começo.
Jamais aceitarei viver em um mundo que tolere a escravidão humana. Esse fardo pesa como uma sombra insuportável sobre minha existência. Como suportar um mundo onde o espírito se curva diante de correntes, onde a dignidade humana é pisoteada em nome da ganância ou da apatia? Se a escravidão é o ápice daquilo que a humanidade pode oferecer, então que valor há em sua continuidade? Melhor seria abraçar, com uma fúria serena e definitiva, a extinção absoluta desta sociedade. Pois viver em tal sujeira é morrer a cada instante; preferível seria que o horizonte se desfizesse por completo, levando consigo o vil teatro que chamamos de civilização.
Jamais perca a sua essência quando você estiver lá no topo, não se contamine ao ponto de esquecer que você veio lá de baixo.
Humildade filho(a).
Aquele que reparte no pouco, seu coração jamais mudará, permanecerá o mesmo quando estiver no muito.
