Pessoas Más

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Maus laços de amizade.


Apaguei da minha vida, os maus laços de amizade.
Agora vivo com Cristo, o amigo de verdade.
Nunca me deixa só, sempre está ao meu lado.
Depois que o conheci, tudo para mim mudou.
Ele é melhor amigo, que um homem pode ter, ele muda o caráter e nos dá: Um novo viver.
Está na solidão?
A depressão está lhe correndo?
Diz agora pra Jesus, o que está acontecendo.
Ele não faz acepção, é um Deus de compaixão pronto para ouvir a sua voz e mudar o seu viver.
Basta você o chamar, e Ele virá te socorrer.
Venha para Cristo ainda hoje e não sofra mais.

"O momentos felizes
um dia serão saudades
mas, o maus momentos
serão tristes lembranças
Criem bons momentos"

Faça o melhor do seu tempo, porque os dias são maus.

Não podemos permitir que as distrações ou os maus momentos roubem de nosso coração a gratidão. A cada nascer do sol, temos novas oportunidades, novas portas são abertas, e há uma nova esperança surgindo 🌅💖.

O mundo só está ruim porque os bons tiveram medo do julgamento dos maus. Eu escolhi ser o bem que ignora a sua suspeita.

“Os bons momentos da vida
vivemos ao lado de pessoas especiais,
Os maus momentos…
Quando o destino as levam.”

Tem tantos peixes bons por aí, assim como existem também milhares de pescadores maus.


Então, quando fores lançar uma vara de pesca ao rio ou ao mar, esteja ciente do tipo de peixe que queres apanhar.


Há peixes bonitos que sabem muito mal, mas são óptimos para manter no aquário. Há outros, entretanto, feios, mas que sabem tão bem, ainda mais com caril de amendoim.


Temos também os peixes muito inteligentes: são os mais interessantes, bastante complexos, difíceis de apanhar, um verdadeiro tormento para pescadores inexperientes e sem propósito.


Marcelo Ossumane

⁠Como podem homens sem deus serem bons?

Como podem homens com deus serem tão maus?

Em volta do justo se ergue tiranos e homens maus a todo tempo, querem ofuscar a luz,
mas o Senhor dos exércitos fará vingança!

⁠Os Maus Pensamentos Vêm do Mal.

A sociedade está corrompida pelos maus frutos que gerou.

Os maus nunca verão a face de Deus, pois seus olhos estão cegos pela sombra.


Os maus não herdarão a terra, mas os mansos, os justos, os puros de coração receberão como herança o solo fértil e a paz eterna.


Os maus jamais conhecerão a mente de Deus, nem sentirão o pulsar do Seu coração, porque a sabedoria é revelada apenas aos humildes.


Os maus não serão sábios, não tocarão a beleza que nasce da luz, não entrarão no Reino que é eterno.


Os maus nunca serão plenamente felizes, pois a alegria verdadeira não nasce da injustiça, nem floresce no coração endurecido pela maldade.


Os maus jamais conhecerão a paz interior, porque a felicidade não se constrói sobre o ódio, nem se sustenta na mentira e na violência.


Mas os bons, os que caminham na verdade, os que semeiam justiça e amor, estes serão chamados filhos de Deus, estes habitarão para sempre na Sua presença.


E os bons, os que amam e perdoam, os que buscam a verdade e praticam a justiça, estes encontrarão a felicidade que não se perde, estes viverão na plenitude da vida, porque em Deus está a fonte da alegria eterna.

O inferno que vivemos não tem demônios ou anjos maus, ele tem pessoas que um dia amamos.

No mundo dos negócios do dinheiro existirá sempre os bons e os maus negócios o grande problema disso é que ambos às vezes estarão onde você menos espera.
Em tempos de IA e todo o marketing digital que aceita tudo igual papel um aperto de mão um olhar olho a olho será insubstituível.

É simples ter
alguém para os
momentos bons,
raro é ter quem
ora contigo nos
dias maus.

Os maus são como crianças. Precisam de carinho.

⁠"Largar os bons hábitos é fácil, difícil mesmo é os maus HÁBITOS"

AFASTAR OS MAUS ESPÍRITOS.
A Verdadeira Defesa Não Está nas Fórmulas, Mas na Reforma do Espírito.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro
Desde os tempos mais remotos, a humanidade procurou defender-se das influências invisíveis por meio de ritos, amuletos, sinais exteriores, fórmulas sagradas e palavras consideradas poderosas. Em todas as civilizações surgiram práticas destinadas a afastar entidades maléficas, expulsar forças obscuras ou proteger os indivíduos contra aquilo que não podiam compreender.
Entretanto, quando Allan Kardec investigou metodicamente os fenômenos espíritas, submetendo-os ao crivo da observação, da experiência e da razão, chegou a uma conclusão revolucionária para seu tempo e ainda profundamente atual: nenhuma fórmula exterior possui poder intrínseco para afastar os maus Espíritos se não houver transformação moral daquele que busca proteção.
O problema da influência espiritual não se resolve por mecanismos mágicos. Resolve-se pela renovação íntima.
Essa afirmação desloca completamente o centro da questão.
A verdadeira batalha não ocorre fora de nós.
Ela acontece dentro de nós.
É na consciência que se decide quais influências encontrarão abrigo.
É no coração que se define quais Espíritos encontrarão sintonia.
É no pensamento que se estabelece a ponte entre o homem e o mundo invisível.
O Grande Equívoco das Fórmulas de Proteção
Desde o surgimento das manifestações espíritas modernas, muitos acreditavam ser possível obrigar um Espírito a dizer a verdade mediante juramentos solenes.
Imaginava-se que bastaria fazê-lo declarar-se em nome de Deus, de Jesus ou de algum santo venerado para que toda possibilidade de engano desaparecesse.
Kardec demonstrou a fragilidade dessa crença.
Os Espíritos inferiores não possuem necessariamente os mesmos escrúpulos morais dos homens honestos.
Se alguns hesitam diante da mentira, outros mentem sem constrangimento.
Se alguns respeitam nomes sagrados, outros os utilizam como instrumentos de mistificação.
Por isso, um Espírito enganador pode jurar, prometer, assinar nomes veneráveis e apresentar-se sob identidades ilustres sem que isso modifique sua verdadeira condição moral.
A fraude espiritual funciona exatamente como a fraude humana.
Um falsário continua sendo falsário mesmo quando assina documentos.
Um impostor continua sendo impostor mesmo quando veste roupas respeitáveis.
Da mesma forma, um Espírito mistificador continua sendo mistificador ainda que invoque os nomes mais santos.
A autenticidade não se encontra na assinatura.
Está no conteúdo.
Não está na aparência.
Está na essência.
Não está na forma.
Está na substância moral da mensagem.
O Mundo Invisível É a Continuação da Humanidade.
Uma das mais extraordinárias contribuições do Espiritismo consiste em desfazer a falsa imagem de um mundo espiritual composto apenas por seres perfeitos.
Os Espíritos não formam uma raça separada da humanidade.
São a própria humanidade desencarnada.
São homens, mulheres, jovens, idosos, sábios e ignorantes que sobreviveram à morte física.
Por isso, o plano espiritual reproduz a diversidade moral observada na Terra.
Há Espíritos virtuosos.
Há Espíritos egoístas.
Há Espíritos benevolentes.
Há Espíritos vingativos.
Há Espíritos esclarecidos.
Há Espíritos profundamente ignorantes.
O desencarne não opera milagres morais.
A morte transforma o estado do ser, mas não modifica instantaneamente seu caráter.
O orgulhoso continua orgulhoso.
O egoísta continua egoísta.
O vaidoso continua vaidoso.
O homem leva consigo aquilo que construiu em si mesmo.
Por essa razão, a influência espiritual sempre existiu.
Ela não começou com o Espiritismo.
Não depende das reuniões mediúnicas.
Não depende sequer da consciência que temos dela.
O intercâmbio entre encarnados e desencarnados é uma lei permanente da vida.
A mediunidade apenas tornou visível aquilo que sempre esteve presente.
A Lei de Afinidade Moral
Entre todos os princípios apresentados por Kardec, talvez nenhum seja tão importante quanto a lei da afinidade moral.
Os Espíritos aproximam-se daqueles com quem possuem sintonia.
Semelhante atrai semelhante.
Não por imposição.
Mas por afinidade vibratória e psicológica.
O orgulho encontra eco no orgulho.
A vaidade encontra eco na vaidade.
A ambição encontra eco na ambição.
O ressentimento encontra eco no ressentimento.
Os maus Espíritos não criam nossas imperfeições.
Eles exploram aquelas que já existem.
No prefácio da prece "Para Afastar os Maus Espíritos", Kardec apresenta uma comparação memorável:
"Os Espíritos maus descobrem as chagas da alma, como as moscas descobrem as do corpo."
A imagem é profundamente reveladora.
As moscas não produzem a ferida.
Elas são atraídas por ela.
Da mesma forma, os Espíritos inferiores não criam necessariamente as nossas fraquezas.
Eles se aproximam delas.
Encontram nelas campo favorável para exercer influência.
Por isso Kardec afirma que não basta pedir que os maus Espíritos se retirem.
É necessário eliminar aquilo que os atrai.
A Verdadeira Natureza da Obsessão
A obsessão raramente começa de maneira violenta.
Ela quase sempre se inicia através da sedução.
O Espírito inferior aproxima-se gradualmente.
Primeiro inspira confiança.
Depois oferece elogios.
Em seguida alimenta vaidades ocultas.
Exalta capacidades.
Promete missões grandiosas.
Estimula sentimentos de excepcionalidade.
Pouco a pouco a vítima passa a acreditar que possui privilégios espirituais especiais.
Neste momento instala-se uma das formas mais perigosas de obsessão: a fascinação.
A pessoa deixa de analisar.
Deixa de questionar.
Deixa de comparar.
Passa a aceitar cegamente tudo aquilo que recebe.
A razão cede lugar ao encantamento.
O senso crítico é substituído pela exaltação.
O indivíduo imagina estar sendo guiado por Espíritos superiores quando, muitas vezes, está apenas sendo conduzido por inteligências astutas que exploram suas fragilidades emocionais.
Por isso Kardec advertia constantemente:
Os Espíritos superiores nunca exigem submissão cega.
Eles esclarecem.
Orientam.
Aconselham.
Mas respeitam a liberdade humana.
Já os Espíritos inferiores tendem a impor, dominar e controlar.
A Armadilha da Adulação
Entre todas as armas da mistificação espiritual, poucas são tão eficazes quanto a lisonja.
O orgulho raramente resiste ao elogio constante.
O mistificador espiritual sabe disso.
Ele proclama o médium como escolhido.
Afirma que possui missão única.
Declara que foi separado por Deus para revelar verdades desconhecidas.
Promete glória espiritual.
Promete reconhecimento.
Promete superioridade.
Quando o indivíduo aceita essas sugestões sem exame, começa a afastar-se da humildade.
E quando a humildade desaparece, abre-se uma das maiores portas para a influência obsessiva.
A adulação é perigosa porque anestesia a vigilância.
O orgulho transforma-se numa cegueira espiritual.
E a cegueira torna impossível reconhecer o engano.
O Método Espírita de Defesa
Diante desse cenário, Kardec apresenta um método simples e extraordinariamente racional.
Não há mistério.
Não há segredo oculto.
Não há ritual.
A defesa repousa sobre três pilares fundamentais:
Observação.
Discernimento.
Razão.
São Luís sintetiza essa orientação numa recomendação imortal:
"Pesai e refleti."
Toda comunicação deve ser examinada.
Toda revelação deve ser confrontada com a lógica.
Toda afirmação deve ser submetida ao crivo do bom senso.
A verdade não teme investigação.
Os Espíritos superiores jamais se ofendem com perguntas sinceras.
Quem teme o exame geralmente teme a descoberta.
O Critério Supremo: A Linguagem dos Espíritos
Kardec ensina que o caráter dos Espíritos revela-se principalmente através da linguagem.
Nenhuma máscara permanece eternamente intacta.
Mais cedo ou mais tarde o pensamento íntimo manifesta-se.
Os bons Espíritos apresentam linguagem:
Simples;
Serena;
Modesta;
Coerente;
Elevada;
Benevolente;
Profundamente racional.
Os Espíritos inferiores revelam-se por:
Exageros;
Contradições;
Presunção;
Orgulho;
Fanatismo;
Intolerância;
Autoritarismo.
Enquanto os bons Espíritos esclarecem, os maus procuram impressionar.
Enquanto os bons convencem pela razão, os maus tentam dominar pelo fascínio.
Enquanto os bons inspiram liberdade, os maus estimulam dependência.
A Prece Como Instrumento de Elevação
O Evangelho Segundo o Espiritismo não apresenta a prece como um encantamento destinado a expulsar Espíritos.
Sua função é muito mais profunda.
A oração sincera modifica o estado moral daquele que ora.
Eleva o pensamento.
Fortalece a vontade.
Favorece a ligação com os benfeitores espirituais.
A famosa prece proposta por Kardec encerra uma lição extraordinária.
Observe que ela não pede apenas o afastamento dos maus Espíritos.
Pede também:
"Preservai-me do orgulho e da presunção, afastai do meu coração o ciúme, o ódio, a malevolência e todos os sentimentos contrários à caridade, que são outras tantas portas abertas aos Espíritos maus."
Aqui está o núcleo da questão.
A proteção verdadeira não consiste em expulsar Espíritos.
Consiste em fechar as portas pelas quais eles entram.
E essas portas não estão nas casas.
Não estão nos objetos.
Não estão nos ambientes.
Estão nos sentimentos.
A Reforma Íntima Como Defesa Suprema
O ensinamento final de Kardec é de uma profundidade admirável.
A obsessão não é vencida apenas por intervenções externas.
Ela é vencida principalmente pela transformação moral.
Quanto mais a criatura desenvolve humildade, paciência, indulgência, caridade e equilíbrio, menos pontos de apoio encontra a influência inferior.
Os Espíritos maus podem aproximar-se.
Podem tentar influenciar.
Podem sugerir.
Mas não conseguem dominar uma consciência vigilante e moralmente fortalecida.
A verdadeira proteção espiritual não é um amuleto.
Não é um símbolo.
Não é uma fórmula decorada.
É a conquista diária do bem.
É o esforço constante de aperfeiçoamento.
É a vigilância sobre os próprios pensamentos.
É a prática da caridade.
É a humildade diante da vida.
Por isso, à luz do Espiritismo, afastar os maus Espíritos significa, antes de tudo, afastar de nós mesmos aquilo que lhes serve de abrigo.
Quando o coração se ilumina, as sombras perdem naturalmente o seu domínio.
E quando a alma se aproxima do bem, encontra nos bons Espíritos não apenas proteção, mas companheiros de jornada rumo à sua própria elevação.
Fontes:
O Livro dos Médiuns – Segunda Parte, capítulos sobre a identidade dos Espíritos, mistificações e obsessão.
O Evangelho Segundo o Espiritismo – Capítulo XXVIII, Preces Espíritas, item II – Para Afastar os Maus Espíritos.
Allan Kardec.
Evangelho de Mateus, capítulo XXIII, versículos 25 a 28.
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Sobre homens bons e homens maus
Escreveu um animal
Subtrai a reputação
E o resultado é sempre igual

Os seres humanos são ruins e tão maus em sua maioria, que até a natureza chora e sofre as consequências das suas maldades.