Pessoas Indecisas

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Porque o que dá leveza é remover pessoas desprovidas de beleza do seu caminho dona moça. Sabe... aquelas de dentro.

Tem pessoas que a gente conhece, outras Deus nos apresenta! Talvez esteja aí a resposta para sinceridade, cumplicidade, amor e respeito mútuo!

A maioria das pessoas de ação estão inclinadas ao fatalismo, a maioria dos pensadores acredita na providência.

Não deixe que aquelas pessoas que te fazem sorrir sem motivos irem embora da sua vida.

Eu hoje tento fazer mais o que desejo, não o que as outras pessoas esperam de mim.

Às vezes a gente só precisa abrir os olhos pra perceber que nós temos pessoas muito preciosas do nosso lado que a gente até então não sabia. Demora o jeito de olhar para as pessoas, que você vai descobrir seus amigos de verdade.

Tanto as pessoas quanto as nações precisam livrar-se de seus preconceitos. Sinta-se falando diretamente com Deus: não leia o livro, leia sua alma; e então qualquer pequena capela ficará tão grande quanto a própria abóbada celeste.

Você começa a precisar de outros lugares. E de outras pessoas. E de bebidas mais fortes.

A verdade é que as pessoas que mais te criticam são as que dariam tudo pra ser você. Se você não brilhasse tanto não tentariam ofuscar o seu brilho.

Eu queria que as pessoas amassem mais e fingissem menos.

As pessoas começam a perceber o quanto você vale a pena, depois que você percebe que elas não valem tanto a pena assim.

Eu só não quero deixar as pessoas com expectativas e depois desapontá-las. Então não quero que façam isso comigo.

E daí que algumas pessoas te achem feia? Você sabe ser linda. Sabe ser linda do seu jeito.

Parece que as pessoas se divertem ao ver alguém caindo.

As únicas pessoas que fariam tudo por você são aquelas pessoas que até antes de você nascer já te amavam.

Engraçado como as pessoas sempre querem o seu bem, mas não pensam duas vezes antes de tocar na ferida que mais dói.

Mas de algum modo as pessoas são eternas.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Fechei a porta, encostei a parte de cima da cabeça contra ela. Só nos filmes as pessoas fazem isso, nunca vi ninguém fazer de verdade. Comecei a fazer para ver se sentia o que as pessoas sentem nos filmes – pessoas sempre sentem coisas nos filmes, nos bares, nas esquinas, nas músicas, nas histórias. Nas vidas acho que também, só que não se dão conta. Depois percebi que aquela dor que sobe ali do olho esquerdo pela testa diminuía um pouco assim, então fui me virando até apertar o lado esquerdo da cabeça, justamente onde doía, contra a porta fechada. A dor doía menos assim, embora não fosse exatamente uma dor. Mais um peso, um calafrio. Uma memória, uma vergonha, uma culpa, um arrependimento em que não se pode dar jeito.

Eu sou um pouco paranoico, ou não, penso demais, estudo o comportamento das pessoas, e dependendo das minhas análises eu mudo de opinião e escolho outras atitudes. Talvez seja o medo de errar, de colocar a carroça na frente dos bois, querer me jogar no incerto e correr o risco de me arrepender depois. Mas o que posso fazer?! Eu sou assim.

Eu não tenho partido, sério. Mas estou com as pessoas que podem mudar alguma coisa, dou a maior força.