Pessoas Importantes do Passado Ate hoje
Deus, me ajude a manter o silêncio, quero gritar, falar, até mesmo brigar, mas se fizer isto, vou ferir a pessoa que mais amo.
Deus, me ajude a ser invisível
Nos momentos mais doídos da minha jornada até aqui eu nunca encontrei nenhum botão mágico, mas tive fé, tive gesto, e, felizmente, tive quem me amasse sem desistir de mim.
Um amor possessivo.. vigia, desconfia, ameaça, intimida, oprime, prende, machuca e pode até matar. Um amor abnegado.. solta, liberta, confia, cuida, apoia, abençoa e é capaz de dar a própria vida.
Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer, devia ter arriscado mais e até errado mais. Ter feito o que eu queria fazer.
Não se decepcione. Até o amigo que acreditamos ser inseparável pode nos abandonar na escuridão. Minha sombra é que não me deixa mentir.
É até engraçado, sabe?
Uma hora estou feliz, sorridente, palhaça. Muito bem comigo mesma. E de um momento para outro é como se uma nuvem negra pousasse sobre mim e toda minha alegria se transformasse em vontade de chorar.
Insistir em dar sem receber é como tomar água em um copo vazio. Você pode até tentar fazer que ele está cheio, mas continuará com sede.
A melhor coisa sobre a leitura é escapar da sua vida, poder viver centenas ou até milhares de vidas diferentes.
A vida é a cores... mas até nos momentos em que fica a preto e branco tem o seu encanto... basta ajustarmos a nossa visão.
É tolice afirmar que somos levados a ser leais até por que a lealdade não é condição ou sentimento, mas um comportamento característico, inerente, próprio pessoal, e particular... não circunstancial
A gente espera,aguenta calado,e ás vezes até chora por quem não merece.
Mas um dia a gente cansa de esperar por quem nunca vai mudar,e decide viver,daí a gente percebe que a felicidade não está no outro...
a felicidade está dentro de nós,só esperando um pouco de amor próprio para desperta-la!
[Até o século XIX,] o idiota era apenas o idiota e como tal se comportava. E o primeiro a saber-se idiota era o próprio idiota. Não tinha ilusões. Julgando-se um inepto nato e hereditário, jamais se atreveu a mover uma palha, ou tirar uma cadeira do lugar. Em 50, 100 ou 200 mil anos, nunca um idiota ousou questionar os valores da vida. Simplesmente, não pensava. Os ‘melhores’ pensavam por ele, sentiam por ele, decidiam por ele. Deve-se a Marx o formidável despertar dos idiotas. Estes descobriram que são em maior número e sentiram a embriaguez da onipotência numérica. E, então, aquele sujeito que, há 500 mil anos, limitava-se a babar na gravata, passou a existir socialmente, economicamente, politicamente, culturalmente etc. Houve, em toda parte, a explosão triunfal dos idiotas.
(Nelson Rodrigeus, O reacionário [1], pág. 456)
Deus me permitiu ser intensa. E minha intensidade está em tudo. Desde o meu temperamento até a autocrítica. Desde antes das unhas dos pés até depois dos fios de cabelo. Deus me permitiu ser eu mesma. E até um pouco má. Permitiu-me sorrir. Entre outras coisas como...
Mas eu não sou muito de permissões. Me acho muito teimosa e decidida. Posso parecer/ser arrogante. Mas não tolero injustiça. Por fim, sou como brisa... E um tufão ao mesmo tempo, tudo num dia parado.
Até logo, até mais ver, bon voyage, arrivederci, até mais, adeus, boa viagem, vá em paz, que a porta bata onde o sol não bate, não volte mais aqui, hasta la vista baby, escafeda-se, e saia logo daqui.
Eu não te pergunto nada, não te peço nada, até não me preocupo onde e com quem você esteja. Mas toda noite eu sussurro bem baixinho até o sono vir: me ama por favor.
