Pessoas de Verdade

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A verdade é o único terreno seguro para se pisar. ⁠

O que nos conecta não depende de pernas, depende de verdade.

Às vezes a gente acha que ajudar é ter tudo resolvido, mas não é.
Ajuda de verdade vem de quem atravessou e continuou humano.

Para viver de verdade, pensando bem sobre a vida, é preciso ser amado; amar e se amar. Ter esperança. Questionar o que nos mandam fazer, sem brigas tolas, mas sem apenas aceitar tudo. Aproveitar o bom, mas também enfrentar o ruim. Aguentar sem se curvar, aceitar sem se humilhar, se doar sem deixar de ser você mesmo. Sonhar, porque sem sonhos a vida perde a luz. Fugir, com a liberdade do pensamento, da pressão para ser igual a todos. E que cada coisa que façamos seja, naquele momento, o nosso melhor.

A intuição com um toque de verdade pode mudar a respiração, pode apresentar um novo cenário.

A Bíblia é como uma espada forjada pelo próprio Deus, feita de um material indestrutível, a verdade eterna.
Mesmo que receba golpes, críticas ou tentativas de distorção, não se quebra, porque sua essência não é humana, mas divina.
Quem a empunha, encontra força, defesa e clareza em meio às batalhas da vida.

Que a tua fidelidade, a verdade que professas e os atos de justiça que praticas não te levem a temer a reprovação, o desprezo ou a ofensa pública.

O amor acalma, acalma de verdade, e põe fim àquela fome sem fim do corpo que sonhamos ter.
O amor é a última resposta, vai além do que vemos e até da morte. Ele é a maneira como aceitamos e celebramos o corpo de verdade, o corpo que temos aqui e agora. Talvez seja a única resposta que temos de fato.

A verdade só dá medo quando parte de um segredo.

É preciso 100 mentiras para essa mentira se transformar em 1 verdade; Basta 1 verdade para todas essas mentiras voltarem a ser mentiras.

Deus é a própria morte.

Metaforicamente, Deus é, na verdade, a própria morte...

Por que Deus é a morte?

A morte é onipresente, onipotente, onisciente; ou seja, está em todo lugar, é invisível, imortal, presente, eterna, é o nada — e, por ser o nada, conhece tudo; é o fim — e, por ser o fim, conhece todo o início.

A morte é justiça e, por ser justa, não tem pobre nem rico, nem inferior nem superior; tanto humano como inseto, sem exceção, cedo ou tarde, todos são condenados, todos morrem.

A morte é a reflexão mais profunda; é o que nos faz pensar, agir, mudar; é o que nos incentiva a viver, a fazer, a compartilhar e a deixar.

A morte é encontro; é para onde todos caminham, independentemente dos infinitos caminhos — o destino é o mesmo para todos; é onde todas as almas se encontram, na morte.

A morte é amor; é onde nos sacrificamos pelo próximo; é onde deixamos o legado, a ideia, o propósito; é o que fazemos pela nossa família, amigos, sociedade, natureza; é o que servimos e deixamos para o mundo antes de morrer.

A morte é o pai, é a mãe de todas as coisas; é o que veio antes de tudo existir; é o que veio antes do “bem e do mal”, do “paraíso e do inferno”, da “luz e da escuridão”; é o que veio antes do “nascimento”, da “vida”, do “Big Bang”, do “universo”; é o que veio antes de tudo existir, porque já existia e estava lá; é o que chamam de “vácuo”, “nada”, “inexistência” — é a morte, o próprio Deus.

A verdade é uma palavra totalmente prostituída.

Hoje em dia, na maioria das vezes, reciprocidade virou, na verdade, troca de ego.

A verdade absoluta é o óbvio, e o óbvio é a coerência entre o pensamento, sentimento, matéria e a vida; quando falta coerência em algum desses, é apenas uma verdade individual.

A verdade absoluta só se aplica na matéria, pois a verdade do pensamento e sentimento é individual.

A verdade, chamam de "teoria da conspiração";
A mentira, chamam de "verdade".

O que eu acho ser angústia, na verdade é paz, e a paz que eu evito sentir gera a angústia.

A Carta

É hora de relatar a minha verdade, tudo junto e embolado.
Sei lá a quem possa interessar, mas é assim, a minha verdade é sempre uma mentira para mim.
Sempre digo o que sinto verdadeiramente para os outros, mas para mim mesma, sempre minto.
Escondo de mim as coisas boas da vida, tudo o que possa me levar ao êxtase.
Tenho medo da verdade, ainda que pareço uma pessoa forte, sou mais fraca do que alguém possa imaginar.
São tantos os meus medos que não tenho como expor.
Não faço o mal, não desejo o mal. Se não posso ter uma opinião para o bem, me calo.
Entrego-me as causas de pacificação, mas minto para mim.
Minto para mim mesma sem misericórdia, sem paz interior.
Tudo que é mais para fora é menos para dentro.
Eu fujo de mim e doo tudo de melhor que na presença de mim mesma não consigo me dar.
Não aprendi a conviver comigo, não sei quem sou, não me conheço.
Meu cérebro é tão confuso que borbulha.
Sou um espectro de mim mesma.

⁠Se a minha presença incomoda, imagina a minha verdade...

⁠Poetisa

Dizem que mulheres
que escrevem poesia
de verdade não se identificam
mais como poetisas,
Eu que não tenho
compromisso com a realidade
permito-me escrever poesia
para fugir da grosseria,
e sempre que eu quiser
me identificarei como poetisa
todas as vezes que for renascer
nesta vida onde muitos
deixaram perder o sentido de viver.