Pessoas Covardes

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⁠"Dizer que tudo é relativo, é a maneira mais covarde de não aceitar a verdade, e de não querer reconhecer o despautério do próprio erro."

"A zombaria é o refúgio dos covardes que não têm coragem de praticar a bondade."

A suspeita é o refúgio dos covardes; a confiança é o palco dos trilionários de espírito.

"A ética de fachada é o refúgio dos covardes que não têm coragem de assumir suas próprias sombras."

"Zombar de quem tem dislexia ou qualquer luta interna não te faz superior, te faz covarde. A arrogância é o escudo de quem não tem conteúdo."

Ofender quem tem dislexia ou dificuldade não te faz mestre, te faz covarde.

"A ofensa é a última ferramenta do algoz covarde, que agride com palavras aquilo que ele jamais conseguirá ser com o próprio caráter."

"A provocação gratuita é o refúgio dos covardes que não suportam o silêncio da própria insignificância."

"O desprezo é a forma que os covardes usam para se sentirem superiores."

"O desprezo é a confissão de uma alma covarde que só consegue se sentir alta se colocar o próximo de joelhos."

⁠Culpar sempre os outros pelo seu estado atual, é a defesa do covarde pelo prazer de se sentir melhor

"Covardes não amam!"

☆ Haredita Angel

Deus é a desculpa metafísica dos covardes que não suportam assumir a própria crueldade.

Niilismo é a ideologia dos covardes que preferem adorar o nada a ter coragem de construir algo do nada.

O cinismo é a armadura dos covardes; é muito fácil fingir que nada importa para nunca ter que arriscar nada pela verdade.

Religião é ética para covardes: faz o bem por medo, não por razão.

Deus é a desculpa dos covardes para não enfrentarem o caos nu e cru da existência.

O alívio que sinto não é uma fuga covarde da realidade, é um reencontro necessário e vital com a fonte que me sustenta.

O apego é a âncora enferrujada fincada no fluxo do efêmero, a súplica covarde por permanência, contudo, o único regresso possível jaz na mão aberta, pois o que é verdadeiro não teme a vastidão da liberdade.

O amor real não é um refúgio covarde contra a tempestade, mas o compromisso inegociável de dois náufragos que decidem construir uma ilha de paz no centro exato do furacão. Exige a coragem brutal de mostrar as próprias ruínas sem maquiagem e a paciência de reconstruir, pedra por pedra, o altar da confiança em solo movediço e incerto. Não aceite afetos rasos que temem a profundidade das suas águas escuras e a complexidade do seu arranjo interior mais íntimo e sagrado. Quem não sabe lidar com a gravidade do seu silêncio, jamais terá o direito de reger as sinfonias que pulsam em suas veias abertas. O amor é para os que não temem a intensidade de uma nota sustentada até o limite do fôlego.


- Tiago Scheimann