Pessoas Complicadas

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Pessoas são como flores.
Flores são como pessoas.


​Existem pessoas nativas.
Existem flores nativas.


​Existem pessoas de origem.
Existem flores de origem.


​Flores nativas nasceram
e cresceram no mesmo chão.


​Flores de origem nasceram
e cresceram no seu chão,
Foram levadas para nascer
e crescer em outro chão.


Existem flores e pessoas
de várias sementes
e de vários chãos coincidentes ou não,
e continuam sendo
flores e pessoas inquestionavelmente.


Flores e pessoas nativas, de origens,
de várias sementes e de vários chãos,
por onde fores sempre existirão,
aprenda a lidar, você goste ou não.

Analisando a vida

Hoje conheci uma dessas pessoas comuns e com a vida ``normal´´. Casou e segundo ela; em pouco tempo logo ficou viúva, Tinha irmãos e sua mãe também havia-se viúva; com o tempo faleceu um irmão e anos depois o outro, ficando só ela e sua mãe já debilitada e totalmente dependente de sua cuidados. A mesma dedica-se ha anos aquela senhora que depende dela pra tudo, abdicou de sua vida pra manter-se irrefutavelmente com devoção a senhora sua mãe, já velha e sem reações motoras. Continuando em conversa com ela, fiz um infeliz comentário...`´Nossa; Deus levou seu pai, seus irmãos esposo , nenhum filho e ainda absorveu sua mãe doente!´´ Um fardo que muitos não suportaria. Ao que me retrucou aquela senhora, ``Não´´ Ela me dá trabalho, mas tenho ela como a minha bonequinha, minha mais querida amiga. Saiba que quando era sã, sadia mesmo, éramos boas amigas e confidentes inseparáveis. Por isso não considero um fardo, me conforto e isso ameniza pensando só nas coisas boas que vivenciamos diante disso esqueço-me do trabalho que ela hoje me dá.
Veja até que ponto pensei eu, chega a caridade de alguns seres humanos, analisei tais fatos e vejo e comparo a outros onde gosam de saúde e animo, mas passam seu precioso tempo reclamando do que nem chega a ser mazelas em suas vidas. E reclamam do emprego, do tempo, dos outros e nem sabem que do seu lado pode ter alguém que nem tempo tem de se quer olhar pra sí mesmo. Lembrar que agradecer é o que nos dá felicidades e por termos vidas boas sem estar em filas intermináveis de hospitais ou atrás de um outro serviço publico angustiante. Agradecer por sermos bons de cabeça pra sabermos ir e vir. Agradecer por não depender do outro pra si quer um olhar. Devemos ter a consciência de esta bom hoje, que amanhã poderemos ficar na mais completa dependência muitas vezes de alguém que não tem se quer paciência consigo mesma. Louvado e glorificado sejam todos os nossos dias bons. Que a paz seja sempre a sua meta de vida.

As pessoas adoram arrumar álibis pra montar seus esquemas de vida. Ai o mesmo esquema faz com que a vida lhes cobre o preço justo de suas insensatez.

As pessoas dizem que o tempo passa rápido!
E esquecem-se a ponto de se quer: notar-se.

Vivo alertando as pessoas.
Parem de mostrar só a mascara de felicidade.
O palhaço rir o tempo todo, porém o coração também chora,

As pessoas, TODAS nesta Terra, erram.
Quanto a odiar as outras, eu me permitiria sentir apenas ASCO.
Afinal, somos todos humanos, e apesar de todo aprendizado, ainda nos falta CONSCIÊNCIA.

Pessoas que exigem muito devotam-se pouco ao que solicitam.

⁠⁠Desabafo!
Queria relatar aqui um pesar, pois quando percebemos que algumas pessoas quando Desaparecem, sem dizer nem até logo ou sem dar um parecer fica uma lacuna, na alma, no coração.
E ainda quando isso acontece de modo abrupto, sem corpo, sem imagem, sem nada,
a única resposta é a pergunta.
Porque? Onde está? O que aconteceu?
Isso acontece todos os dias por aí, com alguém, e até ficamos com sentimentos de incapacidade e inutilidade pessoal.
Mas está sendo assim com um amigo e aí como não sou digno de pedir nada ao Criador, e ainda mortificado digo Sou Grato.
Declaro-me a ti Vida!
Peço que tú restitua quem tu gerou ou mostre um sinal.
Pois quem reclamo não vemos já há algum tempo, e por esse rogo-te, devolvas por Amor.

⁠Algumas pessoas discernem sobre mim.
... e falam de meu eu e das coisas.
... Porém, as coisas são passíveis de mudança ao falarem e induzirem-na aos caminhos.
...Quanto a mim, o meu eu menor confabula com o meu Eu maior.
E nem os outros tão pouco Eu, ainda estou à procura de mim e não tenho definição!!!

Quem dera e pudera que as pessoas se reconciliassem mais uma nas outras, porque aí, seríamos muito mais eficazes!
Porém imaginamos ser ouro em pó mas; somos apenas pó em osso.

As pessoas que vivem em busca desse Deus mitológico só, o recorre por causa do seu eGo aguçado, nesse querer insano e apenas tão somente pra se dar bem em TUDO!

“Fé algo que move as pessoas!”
Quem falou tal impropério?
Até porque essa coisa que advém do eGo é mística mental, gosta apenas de se dar bem ou busca o auto favorecimento.
Não há se quer um, que não afirme esse tal sentir, que não seja pra apoio pessoal.

Se brigar resolvesse, as guerras não perdurariam anos a fio e; pior sequelando pessoas e coisas…

⁠Pessoas com quem se possa conversar sobre absolutamente qualquer coisa _ do assunto mais sério ao mais “bobo” _ sem ter que pisar em ovos, são impagáveis.

⁠As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

Sempre houve, há, e infelizmente sempre haverá pessoas inidôneas em todas as searas profissionais.


Especialmente nas que são intrínsecas às nossas necessidades mais básicas.


Quer seja na Saúde, na Educação, na Segurança…


Ou até na seara Religiosa.


Esta última, infelizmente, é a que abriga os mais apaixonados.


Nela, se não fossem os inidôneos, talvez o próprio Cristo não tivesse experimentadoa mais medonha sinergia das fúrias humanas: perseguição, entreguismo e crucificação.


E para sustentar a premissa de que o crime jamais se sustentaria sem a coparticipação de parte do Estado — e de uma esmagadora parcela do povo —, há a retroalimentação do fanatismo.


Apaixonados que passam pano para desvios de conduta das suas paixões.


Ninguém do povo, com ao menos dois dos oitenta e seis bilhões de neurônios ativos,
deveria acreditar cegamente
que líderes religiosos e profissionais da segurança
são sinônimos de idoneidade.


Isso é mau-caratismo, capricho, fanatismo — ou ambos.


Foi-se o tempo das vocações…


Elas ainda existem, é verdade!


Mas os verdadeiros vocacionados são muito raros.


Nos bons e velhos tempos, poucos se vendiam.


Líderes religiosos eram quase sinônimo de santidade,
e policiais — de honestidade.


Infelizmente, a vocação levou uma rasteira da vaidade —
e muita coisa mudou.


E, infelizmente, para pior.


Hoje, o que se vê
é quase pura vaidade pela carreira, pelo status quo.


Só temo pela molecada…


E, pasmem, chamá-la de Nutella é bem mais fácil que ao menos tentar ser exemplo!


Ela segue cada vez mais sem norte,sem ter no que — e em quem — se espelhar.


Nos bons e velhos tempos em que muitos Moleques queriam ser Homens, não havia tantos homens fazendo papel de moleques.

⁠As pessoas se togam com tanta pressa para julgar possíveis envolvidos em assuntos sensíveis, que nem dá tempo de calçar as sandálias da sensibilidade.


Vivemos tempos em que a velocidade da opinião ultrapassa, e com muita folga, a profundidade da compreensão.


Antes mesmo que os fatos respirem, já há sentenças sendo proclamadas — não nos tribunais formais, mas nos corredores digitais onde cada voz ecoa como se fosse absoluta.


Julgar tornou-se um impulso quase automático, um reflexo condicionado retroalimentado pela ansiedade de se posicionar.


Mas a sensibilidade exige pausa.


Exige escuta.


Exige, sobretudo, a humildade de reconhecer que toda história tem camadas invisíveis aos olhos muito apressados.


Calçar as sandálias da sensibilidade é um gesto simples, porém raro: significa escolher sentir antes de condenar, compreender antes de rotular, acolher antes de afastar.


Quando deixamos de lado essa sensibilidade, corremos o risco de desumanizar o outro — transformando pessoas em narrativas rasas, em culpados convenientes ou inocentes idealizados, sem jamais considerar sua complexidade.


E, nesse processo, algo em nós também se perde: a capacidade de olhar com empatia, de duvidar com honestidade e de esperar com respeito.


Talvez o verdadeiro desafio não seja formar uma opinião rápida, mas sustentar o silêncio necessário para amadurecê-la.


Porque, no fim das contas, não é sobre ter razão — é sobre não ferir injustamente.


E isso, quase sempre, começa com o simples gesto de parar… e calçar, com cuidado, as sandálias da sensibilidade.

⁠Uma das coisas mais pavorosas num mundo habitado por mais de 8 bilhões de pessoas é tropeçar numa que ainda acredita ser dona da única opinião legítima.


Não pelo incômodo da discordância — essa, quando honesta, é o que ainda sustenta qualquer possibilidade de convivência minimamente civilizada —, mas pela recusa absoluta em admitir que o mundo é muito maior do que o próprio ponto de vista.


Há algo de profundamente inquietante em quem transforma convicção em dogma e experiência pessoal em medida universal.


A pluralidade humana não é um detalhe estatístico; é a condição fundamental da nossa existência coletiva.


Cada indivíduo é atravessado por histórias, dores, referências e limites que não cabem em fórmulas únicas.


Ainda assim, há quem caminhe como se tivesse decifrado o enigma completo da realidade, reduzindo o outro a erro, ignorância ou má-fé.


Esse tipo de postura não nasce apenas da arrogância — embora ela esteja quase sempre presente.


Muitas vezes, brota do medo…


O medo de reconhecer a complexidade, de lidar com a incerteza, de aceitar que talvez não haja respostas definitivas para tudo.


É mais confortável erguer certezas inabaláveis do que navegar em um mar de ambiguidades.


O problema é que, ao fazer isso, não se empobrece apenas o debate; empobrece-se a própria experiência de viver.


Porque viver, no sentido mais pleno, exige abertura.


Exige o desconforto de ouvir, a coragem de rever, a humildade de não saber.


Aquele que se crê dono da única opinião legítima não apenas fecha portas para o outro — fecha também as janelas por onde poderia enxergar novos horizontes.


E, no fim, acaba encarcerado num mundo pequeno e insignificante demais para a vastidão que insiste em negar.

⁠Ao ver pessoas de quase 90 anos perdendo a linha nas discussões com as de quase 5, começo a desconfiar que partiremos todos desse mundo esperando o fim dele.


Talvez uma das principais ilusões da vida seja acreditar que a idade, por si só, nos entrega a serenidade.


Como se os anos fossem um depósito automático de sabedoria, paciência e compreensão.


Mas basta observar uma criança em uma birra e um idoso em uma teimosia para perceber que o tempo não apaga certas características humanas; apenas muda suas roupagens.


Há algo curiosamente semelhante entre quem está chegando e quem está se despedindo da longa estrada da existência.


Ambos enxergam o mundo a partir de suas próprias certezas.


A criança porque ainda não aprendeu que o universo não gira ao seu redor.


O idoso, porque já viu tanto que às vezes acredita não haver mais nada novo sob o sol.


Entre um e outro, surgem discussões que parecem menos sobre razão e mais sobre a dificuldade de abrir mão do próprio ponto de vista.


Talvez seja por isso que tantas gerações se encontrem na mesma reclamação: a sensação de que o mundo está acabando.


A criança sente o fim do mundo quando lhe tiram um brinquedo.


O adulto sente quando seus planos fracassam.


E o idoso sente quando os costumes que conheceu desaparecem.


Em escalas diferentes, todos experimentamos pequenas versões do apocalipse particular.


A verdade é que o mundo muito raramente acaba.


O que acaba são as versões dele que construímos dentro de nós.


Acabam as referências, os hábitos, as certezas e os cenários que aprendemos a chamar de lar.


E cada despedida dessas exige uma adaptação que nem sempre estamos dispostos a fazer.


Talvez a maturidade não esteja em deixar de esperar o fim do mundo, mas em compreender que ele termina e recomeça inúmeras vezes ao longo da vida.


E que a grande arte de viver não é impedir essas transformações, mas atravessá-las sem transformar toda divergência em batalha.


Porque, no fundo, dos quase 5 aos quase 90 anos, seguimos aprendendo a mesma lição: o mundo não precisa terminar só porque deixou de ser exatamente como gostaríamos que fosse.