Pessoas Complicadas

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Pessoas como eu, que escolhem a solidão e o silêncio carregam uma força que poucos conseguem perceber. Elas não são antissociais; pelo contrário, são profundamente leais e autênticas, mais do que aquelas que buscam companhia constante. Essas almas apreciam a própria presença, vivendo em paz e sem interferir na vida alheia, porque sabem que, assim, sua própria vida permanece intacta.
O silêncio delas não é sinal de fraqueza, mas de poder. São seletivas, observam com atenção quem cruza seu caminho e sabem distinguir quem transmite confiança e valor daqueles que só trazem desgaste. Buscam qualidade, não quantidade; profundidade, não superficialidade.
Quando você consegue conquistar seu espaço nesse círculo restrito, descobre pessoas intensamente fiéis e verdadeiras. Por trás de sua tranquilidade, existe um mundo interior vasto, repleto de reflexão, autenticidade e lealdade. Elas preferem a solidão não por desprezo pelos outros, mas por valorizarem demais a própria paz interior, aquele refúgio silencioso onde encontram equilíbrio e sentido.
Você se identifica com esse tipo de pessoa?

Cheguei a um momento da minha vida em que não quero conviver com pessoas que não são autoconscientes. Gente que se coloca em situações ruins, faz péssimas escolhas e foge da responsabilidade. A verdade é uma só: você não é vítima, e sim o vilão da sua própria história; o seu caos é resultado das suas próprias escolhas.

Eu reparo muito em como as pessoas tratam aquelas de quem não dependem de nada. Uma boa pessoa trata todo mundo bem; já aquela pessoa que se acha superior aos outros trata muito bem quem pode lhe dar favores ou coisas, mas não trata bem quem não tem nada a oferecer. As pessoas ficam focadas em coisas como 'ah, ele me tratou tão bem' ou 'ele disse isso'. Quando você pergunta 'mas como ele tratou o mais humilde?', a resposta costuma ser 'não sei', como se isso fosse irrelevante. Mas isso é extremamente relevante, porque o caráter de uma pessoa não se mede pelo que ela tem na carteira, mas pela forma como ela escolhe tratar os outros.

O grande problema das pessoas hoje é que elas simplesmente distorcem as coisas. Por exemplo, o "Super-Homem" de Nietzsche acabou se tornando um símbolo nazista, sendo que de nazismo não tinha nada.
A mensagem de amor e tolerância de Jesus virou, nas mãos da igreja, uma mensagem de manipulação e intolerância.
Ou então a ideia é deturpada porque quem não entende a matéria acaba explicando tudo errado.
É como dizer "eu peso tanto"... Na verdade, você não pesa nada, você mede a sua massa, peso é uma força!
Ou falar em força centrífuga... Ela não existe, o que existe é a inércia!
E por aí vai.

⁠Eu quero estar onde as pessoas tenham a ambição de crescer.

A fé não move montanhas. Mas move pessoas — e essas pessoas, sim, movem montanhas.

Antes de querer mudar as pessoas, transforme suas próprias atitudes. Antes de exigir justiça, seja justo. Antes de cobrar respeito, aprenda a respeitar. Antes de apontar os erros do mundo, tenha a coragem de reconhecer os seus.
Vivemos esperando que alguém mude, que a sociedade desperte, que o mundo se torne mais justo. Mas, muitas vezes, esquecemos que toda grande transformação começa em um lugar pequeno, silencioso e poderoso: dentro de nós.
Não podemos controlar todos os acontecimentos, nem corrigir todas as injustiças, mas podemos escolher não reproduzir aquilo que condenamos.
Não espere que o mundo mude para começar a fazer a diferença. Mude você — e faça da sua própria vida a prova de que um mundo melhor é possível.

Pessoas infelizes vivem de indiretas; pessoas felizes vivem a própria vida.

As pessoas tendem a se lembrar de você apenas nos momentos de tempestades, mas nunca se lembram nos dias em que está sol, então não aceite mais servir só com guarda chuvas.

Não é o hijab ou a vestimenta islâmica que oprime, mas as pessoas preconceituosas e intolerantes, estas são a personificação de satã.

É lamentável quando a maldade encontra eco e pessoas escolhem atacar quem está lutando para crescer, invertendo valores e se voltando contra quem busca um futuro melhor.

Muitas pessoas negam ajuda ou viram as costas a um novo projeto por puro medo ou falta de visão, sem perceber que estão perdendo a chance de apoiar algo que realmente poderia transformar vidas.

Muitas pessoas preferem o conforto de duvidar do que arriscar apoiar um novo projeto genuíno; fecham os olhos para a bondade de quem só quer construir algo bonito para o mundo.

Muitas vezes, a maioria das pessoas prefere se comportar como serva do mal em vez de servir a Deus. Escolhem falar mal dos outros, recusar oportunidades de negócios e ainda espalhar difamações gratuitamente.

O vício em praticar a maledicência e o julgamento alheio consome essas pessoas, que preferem espalhar intrigas a construir algo de valor.

P⁠arecia que não importava o que eu fizesse, eu sempre decepcionava as pessoas. Comecei a pensar como a vida de todos estaria melhor sem mim.

Hannah Baker
Os 13 Porquês.

10:40 domingo 22 de junho de 2025


Sonhei hoje á noite com um cortejo, era de pessoas muito ricas, carros luxuosos algo assim, eu tentava identificar quem passava, mas eu não sabia quem era, só sei que alguém muito importante.
Eu e meu marido, estávamos dentro de um cemitério assistindo esse cortejo passar lá fora e eu me virava para ele, enquanto o abraçava, chorava e dizia "e quando for a gente amor?" Nós dois nos abraçamos e choramos, eu acordei






No dia 24 de junho do ano passado, eu tive um sonho, estava eu no banco de espera de um hospital, ao meu lado esquerdo estava uma mulher estranha sentada, eu não a conhecia. Eu perguntava para ela sobre a prima do meu marido que estava de frente para nós, me olhando fixamente, com o lado direito do rosto todo vermelho de uma mancha que parecia câncer. Ela me encarava bem séria.( Ela já é falecida há algum tempo, antes mesmo desse sonho) Ao meu lado direito eu virei o rosto e vi meu irmão mais velho, me olhando com uma cara de muita tristeza, enquanto a pergunta era o seguinte "É verdade que fulana está internada e só tem mais um ano de vida?" A mulher estranha ao meu lado respondeu"sim". Então, eu acordei.

Tentando desenhar o que vi no sonho...
Um barco caravela da era colonial em um cais, muitas pessoas descendo e subindo do barco...
Eu desci, e logo vi alguém encostado no parapeito da orla, era ele novamente o 'C', nos olhamos profundamente, e rimos um para o outro.


Me despedi desse alguém, e dissemos um adeus que seria para sempre...
Porque enquanto eu estava descendo naquelas terras, ele estava indo para outras.


Eu continuei caminhando, e indo com a minha mala cheia de pertences, para não sei onde...


Eu estava tão feliz naquele instante, mas alguma coisa me dizia que eu deveria embarcar com aquela pessoa de volta, porque depois daquele momento, nunca mais nos veríamos.


Lembro que eu estava com roupas de camponesa.
Uma saia longa e uma blusa de meia manga branca...


Porém, tudo o que fiz foi andar para frente, e olhar para trás, até sumirmos das vistas um do outro.


Ele me olhava com amor e ternura, como quem dissesse "fica comigo e vamos viajar juntos, para nunca mais nos separarmos..."


Antes de partir, havia me aproximado dele e o abraçado. Era como se fosse o último abraço das nossas vidas.


Tão intenso.


É só disso que me lembro ❤️
10/11/2021

16/10/2023

"Sonhei com pessoas fugindo em um deserto, elas vestiam roupas com turbantes, e vestidos longos, corriam de encontro á mim, enquanto eu ouvia uma voz que dizia "povo de Israel..." Então acordei."

A POBREZA HEREDITÁRIA QUE MOLDA A SUA VIDA

Existe um peso silencioso que muitas pessoas carregam sem nomear. A pobreza. Não como uma fase pontual, mas como uma herança. Algo que atravessa gerações, molda escolhas, limita horizontes e ainda assim é tratada como falha individual. Você, homem ou mulher, em algum momento já sentiu essa culpa disfarçada de responsabilidade excessiva. Como se bastasse querer mais, trabalhar mais, tentar mais, para sair de um lugar estruturalmente desigual.
A pobreza não é um fracasso pessoal. Ela é um fenômeno histórico, social e familiar que se repete porque cria ambientes onde as opções são reduzidas desde cedo. Você não começa do zero. Começa do menos. E isso muda tudo. Muda o tempo que você leva para aprender, as oportunidades que aparecem, a margem de erro que você pode ter sem ser destruído ou destruída.
Quando alguém diz que basta esforço, ignora o custo invisível de crescer sem rede de apoio. Ignora o cansaço acumulado de quem precisa resolver o presente antes de pensar no futuro. Ignora que errar para quem tem pouco custa muito mais. Um erro financeiro, uma escolha profissional mal informada, uma doença, uma crise familiar podem empurrar você anos para trás.
A narrativa do mérito absoluto é confortável para quem recebeu reforços. Educação estável, apoio emocional, referências, tempo para errar, incentivo para tentar de novo. Quando esses elementos não existem, o esforço sozinho vira uma corda curta. Você puxa, mas não alcança o outro lado com facilidade.
Isso não significa que sair da pobreza seja impossível. Significa que é raro. E quando acontece, costuma envolver algo além da força de vontade. Um encontro, uma oportunidade específica, um acesso inesperado, alguém que estendeu a mão, uma política pública, uma mudança estrutural. Reconhecer isso não tira o mérito de quem consegue. Tira a culpa de quem ainda não conseguiu.
A pobreza também molda a mente. Cria urgência constante. Você aprende a resolver o agora, não a planejar o depois. Aprende a sobreviver, não a expandir. Isso não é falta de visão. É adaptação. O problema surge quando essa adaptação é julgada como limitação moral.
Você não escolheu nascer onde nasceu. Não escolheu o nível de instrução da família, o bairro, a escola, as referências. Essas condições iniciais influenciam diretamente o quanto de energia sobra para sonhar, arriscar e persistir. Dizer que tudo depende apenas de esforço é ignorar a realidade concreta da vida.
A pobreza atravessa gerações porque se reproduz no cotidiano. Na necessidade de trabalhar cedo. Na interrupção de estudos. Na normalização do cansaço extremo. Na falta de tempo para errar com segurança. Cada geração herda não apenas menos recursos, mas mais responsabilidades.
E ainda assim, você é cobrado e cobrada como se tivesse recebido o mesmo ponto de partida que todos. Essa cobrança cria vergonha, e a vergonha paralisa. Ela faz você acreditar que não merece querer mais, que sonhar é ingenuidade, que tentar é perda de tempo. Esse é um dos danos mais profundos da pobreza. Não é só material. É simbólico.
Reconhecer isso não é se vitimizar. É se localizar. É entender o terreno em que você pisa antes de se culpar por não correr mais rápido. Quando você entende o contexto, pode buscar estratégias mais realistas. Pode valorizar pequenos avanços. Pode procurar reforços externos sem sentir que está trapaceando.
Esforço importa. Mas ele não opera no vazio. Ele precisa de estrutura, de tempo, de margem para erro. Sem isso, o esforço vira exaustão crônica. E exaustão não liberta ninguém.
Você não é menos capaz por ainda estar onde está. Você está operando dentro de um sistema que exige mais de você para entregar menos. Isso não define seu valor. Define a dificuldade do caminho.
Sair de uma hereditariedade de pobreza exige mais do que vontade. Exige acesso. Exige suporte. Exige rupturas que nem sempre estão sob controle individual. Entender isso devolve dignidade. E dignidade é o primeiro passo para qualquer transformação real.
Você não precisa carregar a culpa de um sistema inteiro nas costas. Pode carregar apenas a responsabilidade possível, aquela que cabe dentro da sua realidade atual. O resto não é fracasso. É contexto.
E quando você para de se tratar como defeituoso ou defeituosa por não ter vencido uma corrida desigual, algo muda. Você passa a se mover com mais consciência e menos vergonha. E isso, embora não resolva tudo, já rompe um ciclo silencioso.
A pobreza não define quem você é. Ela explica parte do que você enfrenta. E entender essa diferença é um ato profundo de lucidez e respeito consigo mesmo e consigo mesma.