Pessoas Admiráveis
Não confunda diploma com conhecimento. Não fui para Harvard, mas as pessoas que trabalham para mim sim.
Governos existem para proteger as pessoas das outras pessoas. O governo passa do limite quando ele protege as pessoas delas mesmas.
Nas minhas relações com as pessoas descobri que não ajuda, a longo prazo, agir como se eu fosse alguma coisa que eu não sou.
E não importa quantas vezes, ou pessoas já te machucaram, você sempre acha que dessa vez vai ser diferente. Que o “eu te amo” é verdadeiro.
Eu detesto hipocrisia, egocentrismo e falsidade. Pessoas que gostam de posar de boazinhas e ser centro das atenções.
Não gosto quando dão mil voltas antes de chegar ao assunto, discursos vazios e palavras sem emoção. Fico extremamente irritada com as pessoas que não respeitam o mau-humor alheio, sociáveis demais, que reclamam quando xingo ou quando acreditam que sou obrigada a ouvir lições de moral. Detesto quando usam esses clichês idiotas como "no final dá tudo certo" ou "tenha paciência". Não gosto que me subestimem, mintam pra mim e também não suporto gente medrosa. Detesto tudo que é normal demais, simples demais, igual demais.
Quem sou? Ah, eu também gostaria de ter essa resposta. Sou complexidade, confusão, dúvida, anormalidade, mistério. Sou o desconhecido, o intocável, o indecifrável. Ora mulher decidida, ora menina vulnerável. Eu? Ah, sou um ponto de interrogação.
Pessoas mentirosas e dissimuladas até conseguem enganar as outras, mas com o tempo elas se enrolam nas próprias mentiras e a máscara cai.
Você não tem que queimar livros para destruir uma cultura. Apenas levar as pessoas a parar de lê-los.
As pessoas fingem muitas das interações humanas, mas me sinto fingindo todas elas. E as finjo muito bem.
