Pessoa Linda
Quando você torce pra ficar doente pra emagrecer. Você já está doente, pq uma pessoa saudável jamais desejaria isso
"E no final eu me tornei a pessoa que se preocupa com todos e se esqueço de mim"
– Cristopher Banhg (BangChan)
Amar é respeitar a vontade do outro! Se ele quer estar com outra pessoa que assim seja e siga, amor é ver e querer que o outro esteja e siga feliz, simples assim. Amor é liberdade sem falsidade e mentiras.
Contra atitudes MALDOSAS OCULTAS, a pessoa pode não ver/perceber mas Deus sim!
" Pois dá ao seu companheiro vinho misturado com Drogas! Ele fica bêbado, tira a roupa, e todos o vêem nu. E você que vai perder a sua honra e ficar coberto de vergonha. Pois o SENHOR vai fazer você beber do copo da sua IRA, e você TAMBÉM ficará bêbado. Em vez de receber homenagens, você SERÁ humilhado." Habacuque 2:15,16.
* Bêbado=Enganado
A instabilidade emocional da outra pessoa esconde além de situações traumáticas passadas, esconde o descontentamento na relação quer por não gostar da pessoa, quer por não se sentir devidamente valorizada, ambas situações remetem, também, as experiências passadas, abandono ou negligência.
Nada para uma pessoa que recebe milhares de nãos. O Sim é consequência de um excelente trabalho e da insistência do não desistir.
Bem frívolo perguntar se a pessoa está bem e não suportar a felicidade dela.
Às vezes o mesmo que pergunta é o mesmo que não pode saber de suas conquistas.
O que leva uma pessoa a perguntar se você está bem se quando você está ela não gosta? Vigiai e Orai.
Às vezes acontecem umas coisas que é impossível falar que Deus não existe... Ouvir de uma pessoa: É sorte!
Só me faz entender que o coração de quem falou está duro e fechado. Onde o orgulho reina Deus não entra.
Nesse fato acontecido minutos atrás posso afirmar que Não foi sorte nem coincidência, algumas coisas são impossíveis de acontecer no momento solicitado e como prova faz acontecer. Não para provar nada, pois nem precisa, mas pq É.
Deus.nos surpreendi.
Eu gostaria de nunca mais querer alguém, crio apego, sentimento, vontade de ficar perto e a pessoa não.
Será que sou uma pessoa ruim?
A pergunta parte da ilusão de que exista algo fixo em mim — uma essência, um rótulo, uma verdade escondida esperando ser descoberta.
Mas talvez não haja nada por trás.Talvez eu não seja “bom” nem “ruim”, apenas um ser lançado no mundo, condenado a existir antes de se explicar.
A angústia não vem do erro, mas da liberdade:não há destino escrito, nem justificativa suficiente, apenas escolhas que se acumulam e depois parecem sentença.
E se não há essência que me defina,também não há culpa que me absolva por completo.
Resta o desconforto de ser aquilo que ainda não terminei de escolher ser.E a estranha responsabilidade de continuar — mesmo quando nada dentro parece pedir continuidade.
Tente ser ao menos um pedacinho daquilo que a vida tem de mais charmoso, uma pessoa surpreendente. Não faça promessa, faça surpresa!
Talvez não haja falta de sentimento mais tacanha e equivocada que a pessoa acreditar que só ela tem sentimentos.
Não há uma frase bem ou mal formulada o bastante para definir uma pessoa, mas alguns comentários só denunciam as cabeças alugadas.
Vivemos tempos tão sombrios em que muitas palavras deixaram de ser pontes e passaram a ser muros.
Uma frase solta, arrancada do contexto, ganha mais peso do que uma trajetória inteira.
E, curiosamente, não é a frase em si que revela quem a disse — mas a forma como ela é recebida, distorcida e devolvida ao mundo.
Há quem já não escute para compreender, mas apenas para reagir.
Não se trata mais de diálogo, e sim de disputa.
Nesse cenário medonho, muitos pensamentos não são próprios: são ecos.
Ideias prontas, repetidas com convicção, mas sem a mínima reflexão.
Como móveis em uma casa alugada, ocupam espaço, mas não pertencem a quem ali está.
As “cabeças alugadas” não são necessariamente menos inteligentes — são apenas menos livres.
Alugam certezas porque duvidar dá muito trabalho.
Assinam contratos invisíveis com narrativas prontas porque pensar exige tempo, coragem e, muitas vezes, até solidão.
E, em um mundo muito barulhento, o silêncio do pensamento próprio pode ser desconfortável demais.
O problema não é discordar — isso é saudável, necessário e humano.
O problema é quando a discordância vem desacompanhada de escuta, quando o outro deixa de ser alguém e passa a ser apenas um rótulo conveniente.
Nesse ponto, qualquer frase vira prova, qualquer palavra vira sentença.
Talvez o verdadeiro desafio não seja falar melhor, mas ouvir melhor.
Não seja formular frases perfeitas, mas cultivar mentes inquietas o suficiente para não se contentarem com respostas prontas.
Porque, no fim, não são as palavras que nos aprisionam — é a falta de autoria sobre aquilo que verbalizamos.
E liberdade, ao contrário do que muitos acreditam, começa dentro de nós.
Para pessoa inconveniente, só resta a chamada psicologia da mandala: o único jeito é mandá-la ir embora no mesmo instante.
