Pergunte ao Coração
Amo um amor do coração
Sentimento doce, conivente com a paixão
Se te perguntarem: como queres amar?
Responda... Quero amar com toda razão!
Não questiono a postura do seu coração de não enfatizar o paradoxo da pergunta de qual é a minha intenção;
O silêncio não é tão quieto
Quando a consciência está cheia de perguntas
Quando o coração está apaixonado
Ou quando a curiosidade não revela coisa alguma;
Se o coração indaga o outro
perguntando: É amor o que sente
por mim? É porque o esse coração
não entendeu a arte de amar!
Nossa... O seu sorriso é muito lindo, acho que posso me apaixonar
Roubou o meu coração sem perguntar se estou disponível para amar...
Seus lábios bem desenhados me chamaram a atenção...
Eu posso te perguntar?
Quem é o dono do teu coração?
Abra o coração do falso com perguntas verdadeiras: se ele responder de acordo com a verdade, deixe que ele a pratique sozinho para corrigir as próprias faltas.
A morte nos choca!
A morte nos deixa perguntas sem respostas.
Dói na carne, dói no coração.
A morte para alguns é o fim, para outros o início.
Quem nos consola nesta hora?
Por mais que tenhamos religião, por mais que acreditemos na vida eterna, é difícil.
Uma distância, um abismo que nos separa.
Não ver, não ouvir, não mais tocar.
A morte é uma separação eterna para quem fica.
Lembranças, momentos...saudade
Agradecer a Deus pelo convívio nesta vida!
Às vezes é preciso diminuir as perguntas, saber esperar as respostas, escutar seu coração para poder ver o amor.
—By Coelhinha
Em profundo espírito de oração,
Olho para o céu perguntando:
- Foste tu o meu coração?
Ao menos estás aqui dentro,
Um bom motivo para fazer
Companhia para a sombra,
poesia e água fresca.
É um alento trazer-te para cá,
Só a poesia que é que me concede
Tal possibilidade embalada nessa rede,
E escrevendo uma prosa
de que tem sede e morre de amores.
Pode ser que sim, pode ser que não,
Se [realmente] foste tu
O meu coração, você está aqui
embalado por verso, poema e canção.
Hoje mesmo sem ter você por perto,
Tenho um balneário como companhia,
Viverei grande como a poesia do mar,
Navegando nas letras e agarrada
aos cometas - descobrindo o quê é amar
- sozinha -
Minh'alma não te alcança, confesso,
Não te alcança por continuar em lira
Para talvez embalar outros versos,
e amores que sequer foram descobertos.
Talvez o exílio do amor seja a missão,
para os poetas emplacarem com paixão,
e mexerem com toda essa gente
que foge até da emoção,
gente que finge que não sente,
e finge até que não é gente!...
Talvez você sequer tenha me desejado,
sinto por não tê-lo feito apaixonado.
Portanto, amor, mesmo que você não
fique do meu lado, e encontre outro
amor: continuarei escrevendo para você
não se esquecer que um dia alguém nessa
vida te escolheu para viver-te como amor.
Os meus versos estão escondidinhos no coração, Para quando voltares a perguntar, Eles voltarem mais aquecidinhos de paixão.
-A cabeça pergunta:
- O que eu faço com isso que sinto por você?
- O coração responde: Continue sentindo...
- Pois é tempo de amar!
☆Haredita Angel
Desejo de Falar
Sabe quando seu coração está cheio de coisas boas para falar, e você não encontra um alguém para te escutar?
Como assim não encontra ninguém para te escutar? Será que de fato não tem ninguém ou você não se abre a ninguém?
Pois é, essas são perguntas que me faço frequentemente. Sempre que as indago, quero encontrar um culpado, talvez por isso eu não tenha a resposta até hoje. Sinceramente não gostaria de ser assim, mas não sei o que é que me faz ser.
Tem quem diga que sou bipolar, ou coisas do tipo. Ora estou bem, ora estou mal. É uma constante variação de sentimentos que vêm e vão sem mesmo sentir quando as chegam. O que seria isso? Alguém pode me ajudar?!
Sei que nessa vida, tudo é passageiro, sei que tudo passa. Só que gosto de viver a sorrir, quem vive com o sorriso no rosto, cativa, motiva, é até capaz de salvar outras vidas com tal expressão. E é com essa que gosto de viver.
Os dias são frios, estão difíceis de compreendê-los, mas uma certeza eu tenho, em breve voltarei a sorrir, voltarei a viver.
Um olhar profundo.
O coração batendo de forma peculiar.
De forma crescente.
Apesar de sentir-me impotente, com extrema rapidez, meu cérebro processa uma informação e traz consigo, uma pergunta que não quer calar:
O que eu devo lhe dar para que isso nunca passe?
Será meus beijos, será meus toques, o quê ?
O quê será ?
Minha alma se agita...
Falta saliva no mesmo instante em que começo a ficar trêmulo e a gaguejar.
Sim...
Quando toco em sua mão e me aproximo lentamente do seu corpo macio, da sua roupa, dos seus cabelos...
Meu Deus!! Eu jamais senti isso antes.
Sim, é algo inexplicável.
Começo a delirar como se estivesse sob o efeito de bebida, ou alguma espécie de coquetel com poder devastador...
Um alucinógeno.
E isso é infinitamente maior que tudo o que eu já senti.
Nossa!! Não consigo sentir os meus pés.
E quando eu nem bem me recuperei, ouço a sua voz.
E no meu ouvido, um sussurro.
