Perdido
Além do Tempo
A vida é um sopro que mal percebemos,
um verso perdido no canto do vento.
Quando se vê, já é outono…
Quando se vê, já partiu o momento.
Os dias se dobram, frágeis e breves,
como as folhas que o tempo carrega.
E quando se vê, já é passado…
E o que ficou? O que nos resta?
Ah, se houvesse outro instante,
um rastro de luz na estrada vazia,
eu não contaria as horas frias,
mas faria de cada segundo poesia.
E, livre, deixaria para trás
os grilhões do tempo, sem medo ou lamento,
pois só é eterno quem não se apega
ao relógio lento do esquecimento.
" DO NADA "
Eu deixo o olhar vagar, ali, no nada
perdido que se encontra o pensamento
e faço que, a alma, vá conforme o vento
bailar as rotas todas desta estrada!
Sou todo esse vazio do momento!
Um corpo na poltrona almofadada
inerte como noite enluarada
por onde vaga a lua em sentimento.
Nem mesmo o olhar caminha o rumo dado!
Se põe ali, no nada, estacionado
sem combustível mais pra ir adiante…
Perdido, o pensamento! Morta, a alma!
Transpiro sob essa aparência calma
por quanto mais, de mim, fico distante!
A vida se torna clara quando deixamos Deus nos guiar. Quem busca sabedoria nEle jamais anda perdido, pois Sua luz dissipa as dúvidas e fortalece os passos. Escolha viver na clareza da verdade e caminhar com propósito todos os dias!
Moabe Teles
Alguns manuscritos codificados, atribuídos a alquimistas renascentistas, falam de um selo perdido — o “Selo da Boca do Abismo” — mencionado em apenas três grimórios conhecidos e citado com temor em uma carta enigmática enviada por Athanasius Kircher ao Papa Alexandre VII. A carta, guardada sob sete fechaduras no Vaticano, revela que o selo foi usado uma única vez, durante o reinado de Salomão, para conter uma entidade que não pertence a este plano.
Michelangelo, segundo registros ocultos de um diário perdido de um discípulo dos Médici, teria recebido instruções cifradas para esconder fórmulas de geometria sagrada nos contornos dos corpos pintados — formas que, quando conectadas, revelariam a estrela incompleta de Metatron, chave para ativação de frequências que abrem o "Olho de Deus" no centro do Vaticano.
Mesmo que você esteja perdido em uma noite fria, sob um céu silenciosamente estrelado, não tema. Ele sempre te guiará com a luz das estrelas, conduzindo seus passos até o destino que o coração escolheu, mesmo quando a razão já tiver desistido.
Considere um sábio meditando no topo de uma montanha. Ele está só, mas não está perdido. Sua solidão é a fonte de sua clareza
Enquanto houver distrações você vai se sentir perdido, Apenas faça algo e dê um significado as vezes nem precisa de um.
frustrado, perdido, vazio, tédio? Nada que um pouco de pressão não te coloque nos eixos. Uma pessoa livre deveria ocupar a mente com a pressão e alinhar com a vontade.
Quando um tirano passa dos limites, nenhum comparsa da caverna vai defender o “pirão perdido”, pois o extinto de preservação é maior que um jantar concedido.
Pensamento do Livro “O Pântano” do autor (Editora UICLAP).
Na vida, há duas coisas que jamais se recuperam: a morte e o tempo perdido. Por isso, não desperdice o tempo, viva com plenitude, para que, quando a morte chegar, não lhe reste o anseio pelos momentos que deixaste escapar.
Só quem realmente viveu sob a opressão do pecado, estando totalmente perdido, e encontrou na graça e no amor de Deus uma nova razão, sentido e significado para a vida, saberá reconhecer o verdadeiro perdão de Deus.
Rotatória
Não tenho caminho. Meu mundo está perdido, parado, sem direção, sem roteiro, sem sentido, sem tempo, sem saída.
Meu coração quer chorar eu quero chorar. Mas não consigo. Algo me prende: uma barreira, um alguém, um mundo.
Meu futuro, minha carreira, minha vida… É como se nada — e nem ninguém — me visse.
Querer me dar orgulho, querer me surpreender… agora já não é mais um objetivo.
A solidão, a solitude… tudo ao meu redor para. Me sinto só.
Eu sei que não estou sozinho, mas o coração sabe como me sinto.
Estou em uma floresta, com árvores grandes, e tudo o que vejo ao meu redor são neblinas, nuvens que atravessam meu coração, minha alma, meu ser.
Será que serei feliz? Será que os anjos escutam minhas palavras? Será que eles enxugam minhas lágrimas? Será que eles sentem minha dor superficial?
Mas… o que seria uma dor superficial?
Seria uma dor de mentira ou uma dor falsa… mas real?
Meu corpo dói.
Minha mente dói.
Meu cérebro fica vago. Na escuridão, ele pulsa, e cada pulsar dói. Ah, como dói… é como uma memória apagada.
Eu queria me esquecer de algumas coisas. Eu queria poder recomeçar.
Mas não dá, né?
Me diga, coração: como faço para me sentir vivo, mesmo você batendo?
Me diga…
Eu me perco nas linhas do tempo. Me vejo na contramão.
Às vezes, saio do meu corpo, corro para tão longe que, se eu pudesse, não voltaria mais.
Apagaria meu nome, meu jeito, meu respirar.
Talvez eu…
Talvez eu, só por um momento, parasse de respirar.
O que aconteceria?
Seria uma sensação boa? Ou uma ida para um lugar onde eu me sentisse bem?
Há uma frase que diz: “Se você tem disposição para correr o risco, a vista do outro lado é espetacular.”
Mas será que, se eu for para o outro lado, eu adoraria a vista?
Eu reencontraria aqueles que já foram?
Eu iria para um lugar bom?
Eu seria realmente… “feliz”?
Me diga, coração: se eu fizesse você parar por um momento sequer, você me faria feliz?
São tantas perguntas.
Tantas palavras em minha mente.
Agora, as lágrimas descem pelo meu rosto. Essas gotas tocam meu coração e fazem uma lavagem profunda.
Ops…
Na verdade, elas o afogaram.
E agora estou morrendo com a água na minha garganta.
E, por um segundo, eu fui embora.
E, quando vejo… estou de novo no começo da rotatória.
Deixe de lado a fuga do ontem e concentre suas energias na construção do amanhã. O tempo perdido é irrecuperável, mas o tempo que ainda pulsa em suas mãos pode ser vivido plenamente.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Estou perdido?
Eu me procurei em tudo, olhei em todo o universo
Mas ó Deus
Eu só me encontrei dentro dos olhos dela
Você
Você, que dita o caminho
Do seu grande destino.
Você roda, roda, perdido, igual a um moinho.
Você fala, fala como se fosse mais um amigo,
Mas, no fundo, você só quer
Mais um abrigo qualquer.
Todos temos nossos demônios,
E, com isso, não temos nada a fazer.
Temos, sim — mas não sei...
Quando o dia nascer, cor ancestral,
Você vai ver que nada é real.
Essa semana não posso andar demais,
Não posso amar, porque sempre ando.
Sempre que puder, vou tentar escrever
Algo assim, só pra você ter.
Somos todos irmãos, não importa a religião,
Mas há algumas que não têm respeito:
Quase sempre buscam defeito onde não há,
Vivem achando que estão sãs.
Mas é noite, e Deus ama a todos.
Está a assistir seu episódio novo,
Assinando sua vida
Em seu sofá,
Nada para falar,
Com sua pipoca ao lado,
Talvez já estamos condenados.
Amazônia
A luz da lua cheia
Ilumina o caminho da floresta,
Mas sem pressa, sigo atento,
Perdido em pensamentos —
Atento aos ensinamentos d’Ele.
Ele, o Único, o Maravilhoso,
O Amoroso, Amigo e Conselheiro,
O Farol, o que é tudo —
Tudo que eu posso imaginar.
[Pré-Refrão]
Me constrange perceber
Que o Senhor é tudo,
E eu nada sou,
Nada mereço
Desse amor.
[Refrão]
Peço ao Senhor:
Ilumina os meus caminhos
E guia os meus passos.
Faz-me ver, Senhor...
Faz-me ver, Senhor...
[Verso 2]
Foi então que Ele me tocou,
Me amassou e me refez.
Me moldou, me aqueceu e criou:
Fez de mim Seu servo,
Fez de mim Seu amigo,
Seu maior adorador.
Fez-me ver os meus pecados,
Fez-me cair —
Mas me levantou com Sua graça e amor!
Brilhou a luz,
Pela lua...
Fez de mim nova criatura!
[Refrão]
Peço ao Senhor:
Ilumina os meus caminhos
E guia os meus passos.
Faz-me ver, Senhor...
Faz-me ver, Senhor...
[Ponte]
Como no mar, envolto ao vento,
Sou eu no meio dos meus pensamentos.
O caminho do desalento
É desatento,
Detento dos próprios ensinamentos.
[Refrão final – instrumental crescente]
Peço ao Senhor:
Ilumina os meus caminhos
E guia os meus passos.
Faz-me ver, Senhor...
Faz-me ver, Senhor...
(Ilumina... guia... faz-me ver, Senhor...)
"Desespero"
No fundo do poço,
Onde a escuridão reina,
Eu me encontro perdido,
Sem esperança, sem luz.
A solidão é minha companheira,
A dor é meu alimento,
E o desespero é meu destino,
Que me consome lentamente.
As lágrimas caem como chuva,
E eu me afogo no meu próprio pranto,
A vida é um peso insuportável,
Que me esmaga sem piedade.
Eu grito, mas ninguém ouve,
Eu choro, mas ninguém vê,
Eu sofro, mas ninguém sente,
E eu me perco na minha própria dor.
Nesse abismo de sofrimento,
Eu me encontro sozinho,
Sem saída, sem esperança,
Sem futuro, sem vida.
Quando eu percebi, o dia era preto e branco, a vida tinha perdido a cor e até o céu ficou cinza, todos os dias...todos os dias eram coloridos, mas agora eles não tem mais vida, não tem mais as nossas vidas.
Diverseria
Nas pradarias encontro-me
Perdido no nada.
Quem terá tirado minha humanidade?
Os parvos desta vida
Ou os deuses da eternidade?
Porque nada mais me surpreende...
Os horrores não me marcam
Nem a beleza me prende.
Vivi o verso e o reverso!
O drama eloquente
E o romance, nem tanto atraente.
Provei o doce imbuído em amargura
E o amargo enjoado em doçura,
O bom do insosso e o salgado sem graça.
Fiquei ruim com poucos copos de água,
E bom, exacerbando a cachaça.
Ganhei na escassez, perdi nos excessos,
Ora teimando nos erros
Ora fazendo progressos.
Tive pavor de lugar aberto,
E conforto em recinto fechado e coberto.
Aguerrido em menino,
Menos ferino mais tarde.
Um vilão difundido,
Um herói sem alarde!
Fui gênio, fui louco.
Fui muito, fui pouco!
Chorei de alegria,
Sorri de tristeza.
Hipocrisia? Pureza?
Deram,
Tiraram-me!
Se hoje eu chego,
Em retirada já bato.
Tenho interesse em tudo
E não me motivo com nada.
