Perdi uma grande Amiga

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Esperança

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso voo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança...
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA...

Mesmo a melhor das cobras é uma cobra.

Uma coisa bela persuade por si mesma, sem necessidade de um orador.

O convidado é melhor juiz de uma refeição que o cozinheiro.

Para muitas pessoas a felicidade é semelhante a uma bola: querem-na de todo jeito e, quando a possuem, dão-lhe um chute.

Muitos homens iniciaram uma nova era na sua vida a partir da leitura de um livro.

Henry David Thoreau
A desobediência civil (1849).

Tudo o que acontece uma vez pode nunca mais acontecer, mas tudo o que acontece duas vezes, acontecerá certamente uma terceira.

Não há alegria pública que valha uma boa alegria particular.

Machado de Assis
Memorial de Aires (1908).

Onde existe uma vontade, existe um caminho.

O dinheiro não nos traz necessariamente a felicidade. Uma pessoa que tem dez milhões de dólares não é mais feliz do que a que tem só nove milhões.

A consciência é uma pequena lanterna que a solidão acende à noite.

A maneira mais rápida de acabar com uma guerra é perdê-la.

George Orwell
ORWELL, G, Polemic, maio 1946, "Second Thoughts on James Burnham"

Os filhos tornam-se para os pais, segundo a educação que recebem, uma recompensa ou um castigo.

O dinheiro representa uma nova forma de escravidão impessoal, em lugar da antiga escravidão pessoal.

O público é uma besta feroz. Deve-se enjaulá-lo ou fugir dele.

A moderação é uma coisa fatal (...). Nada tem mais sucesso do que o excesso.

Amor são duas solidões protegendo-se uma à outra.

O egoísmo não é amor por nós próprios, mas uma desvairada paixão por nós próprios.

Escrevi uma vez que era um cético que só acreditava no que pudesse tocar: não acreditava na Luiza Brunet, por exemplo. Cruzei com a Luiza Brunet num dos camarotes deste Carnaval. Ela me cobrou a frase, e disse que eu podia tocá-la para me convencer da sua existência. Toquei-a. Não me convenci. Não pode existir mulher tão bonita e tão simpática ao mesmo tempo. Vou precisar de mais provas.

O ego é dotado de um poder, de uma força criativa, conquista tardia da humanidade, a que chamamos vontade.