Perdi uma grande Amiga
O ruim de ser uma pessoa observadora é que às vezes você acaba entendendo e percebendo coisas que era melhor não saber.
No interior de um belo momento particular, aproveitando uma experiência única, uma arte renascentista desfruta da sua própria companhia, banha a suavidade das suas curvas em um lugar incrível, cada detalhe dela é exuberante, está claramente numa satisfação pessoal profunda, sentindo uma emoção veemente, abundante, que está tomando conta de toda a sua estrutura
Admirando e ficando bastante imerso nessa cena, caso não seja uma falsa impressão, posso concluir que o seu coração é um mar grandioso, cuja vitalidade é fascinante, a movimentação das suas ondas são os seus batimentos, influenciada pela ocasião, pelo clima de seus sentimentos, pela vontade recorrente de não viver em vão, passando por agitação e por tranquilidade, sempre uma inspiração
Então, essa exposição tão inspiradora poderia ser descrita como uma visão da renascença, intensa e harmoniosa à semelhança de uma linda canção, encontrada durante uma navegação inesquecível, navegando entre águas calmas e um grande sonho com os olhos atentos, deslumbrados com a sua venustidade atraente, a sua personalidade de bem consigo, apresentando uma naturalidade sublime, pintura viva aprazível, que supera a superficialidade de um jeito que não deve ser confundido.
A tecnologia é apenas uma ferramenta, mas é a maneira como a usamos que determina se ela será um benefício ou uma ameaça para a humanidade.
Viver não significa uma meta fixa, diária, mas uma bússola que integra paixões e valores para evoluir!
O tudo começa com o nada, se tudo desse certo na vida, não daria valor a felicidade, sem conhecer uma saudade!
Terrífico, uma vida sem lembranças marcantes e espetaculares, dos risos e lágrimas, das conquistas e superações!
Na ausência de bons motivos de sonhar gera uma sensação de exigência diária, em vez de vivência plena, evidenciando a importância de encontrar um propósito de vida... um significado à existência para o bem-estar!
A sordidez, a hipocrisia e o cinismo de alguns juízes metamorfoseiama justiça em uma escumalha deleteria e insana.
Mudança é uma das palavras mais sedutoras da política. Evoca os planaltos ensolarados do futuro e promete absolvição pelos pecados passados.
Injustiça perpetrada é, em essência, uma violação da própria humanidade, pois aprisiona o coração em correntes de culpa e ressentimento. O ato de perdoar e buscar a justiça com compaixão não apenas liberta o injustiçado, mas também oferece ao injusto a oportunidade de redenção e paz interior
Metamorfose
Uma vez, eu li uma historinha que dizia assim;
Era uma vez, uma florzinha branca muito linda e meiga na beira de uma estrada movimentada, por ali passavam pessoas, carros, animais, vento, chuva, poeira, e muitas vezes lixos deixados por pessoas ou levado pelo vento ou correntezas de água da chuva, porém, essa flor se mantinha firme e florindo a cada tempestade.
Certa vez, uma jovem moça, passou por ela, e se deslumbrou com tamanha beleza a beira de uma estrada, então pensou em leva-la para casa e enfeitar sua janela, mas desistiu e disse para a florzinha, -Se é aqui onde você nasceu e cresceu tão linda, deve ser porque gostou desse lugar. Então a moça se despediu e seguiu seu caminho.
No outro dia passou por ali um senhor religioso, que ao ver a florzinha, elogiou as criações de Deus, -Como Deus é maravilhoso em tudo o que faz! Essa florzinha tão linda aqui sozinha nessa estrada se mantendo com tamanha beleza, em meio ao caos do homem, mesmo assim é protegida pelo criador. O senhor se despediu e seguiu em frente.
No mesmo dia ao cair da tarde, um homem amargurado e descontente com sua própria vida, passou por ali e resmungou, -Que flor estupida! Como escolheu o pior lugar para crescer, em meio a poeira, os carros, estrada feia e suja, não vai sobreviver, sua flor burra, seu lugar não é aqui. Ele chutou a flor e seguiu resmungando.
A florzinha depois de algumas horas se ergueu novamente, e voltou a ficar linda e feliz naquela beira de estrada.
Moral da história, não podemos agradar a todos, mudanças só são necessárias, se for para seu bem e o bem de quem está a sua volta, você não precisa mudar para agradar ninguém. Quem se incomoda com a sua beleza, sua vida, seu jeito de ser, saiba que o problema, não está em você, e sim na pessoa que não enxerga o porque de cada coisa em seu lugar, o motivo de você mudar não deve ser para agradar ninguém, pois quem você deve agradar é a Deus e fazer o bem sempre. Consequentemente, todos a sua volta se beneficiarão da sua alegria, bondade, generosidade, e a felicidade erradia para quem vive com sabedoria, simplicidade e devoção. Sua metamorfose deve vir para sua edificação e não para o orgulho.
Texto: Gleiciele Oliveira.
Exercícios de Pensar
Texto V – Esperança
A esperança não é ingenuidade.
É uma escolha ética.
Esperar, neste sentido, é continuar a pensar, ensinar e escrever mesmo quando o cenário é adverso. É acreditar que a palavra ainda pode formar consciências e que o pensamento ainda pode humanizar.
A esperança, quando pensa, torna-se resistência.
— Ramos António Amine
Professor
Corpo & Espírito.
"Corpo e espírito, uma dualidade
Neste planeta, uma jornada a trilhar
Perguntas e respostas, um caminho a buscar
Qual o propósito? Qual a missão?
O corpo, um templo, um veículo sagrado
A espirito, um sopro, um anjo guardião
Juntos, uma simbiose, uma dança perfeita
Buscando o equilíbrio, a harmonia completa
Mas o que é o homem? Um ser de carne e osso?
Ou um espírito eterno, em busca de crescimento?
A resposta está dentro, no silêncio da alma
Um sussurro suave, um chamado à ação"
Leila Boás 04/12/2025
O primeiro passo para cultivar uma boa saúde mental é o autoconhecimento. E o autoconhecimento requer que você seja sincero consigo mesmo.
Um dia você vai se sentar em uma escada e verá um livro ao seu lado. E acredite: será o livro de Salmos. Você vai se emocionar… e finalmente saberá que está em casa.
Se você esmaga uma barata sob o sapato, o mundo aplaude em silêncio: herói anônimo, salvador do asco, executor do invisível inimigo que rasteja nas sombras da cozinha. Ninguém chora pela carapaça estalada, pelo corpo achatado que some no lixo. É justiça prática, vingança contra o repulsivo, o que fede e contamina. Mas mate uma borboleta — ah, que crime! Suas asas iridescentes, pintadas pela alquimia da natureza, tremem no ar como um verso de Mallarmé. Esmagá-la é vandalismo contra a beleza, profanação do frágil milagre que dança no jardim. De herói a vilão em um piscar de antenas. Eis o enigma: o julgamento não reside na morte, mas no estético que a encobre. A barata é o feio encarnado ,crocante, marrom, legionária das trevas, merecedora do extermínio por sua mera existência. A borboleta, em contrapartida, é o belo efêmero, embaixadora do verão, cujo voo evoca a alma poética que lateja em nós. mata-la fere nossa própria sensibilidade, como se o sangue colorido manchasse o quadro da vida. Aqui começa a tirania do olhar: a moral não julga atos, mas aparências. O que repele é punível; o que encanta, sagrado. Essa dicotomia revela o abismo humano: vestimos a ética com roupas de nosso gosto. O herói mata o monstro disforme; o monstro, ele próprio, devora a flor alada. Filósofos como Kant sussurraria sobre o sublime no terror da barata, enquanto Nietzsche riria da fraqueza que poupa a borboleta por vaidade. No fim, somos prisioneiros do espelho: o que é belo absolve, o feio condena. E assim, entre o estalo da barata e o adeus da asa, ergue-se o tribunal supremo, não da razão, mas da retina.
Com apenas uma linha e uma agulha, é possível tecer as mais belas peças e bordados. Contudo, com essa mesma linha — tão insignificante — e essa agulha — tão desprezível — também se pode provocar os maiores estragos, a ponto de corromper por completo a integridade de um tecido.
Entregacionismo -
Desisto de Entender
Grito na letra e choro na voz
A tristeza e eu
Uma casa que cabe só nós
Peito pequeno que sente muito
Garganta forte que engole o mundo
Meu estômago nem sabe o que é sabor
Mastigo a realidade e engulo o horror
Ah, mundo triste, mundo estranho
Quanto mais eu corro de ti
Em ti, mais e mais eu me entranho
E é real o sentir e o ver
E é o que me dá medo o saber
Quando sei que sei, entendo o nada
Quando o nada me toma, eu sei de tudo
Vivendo sem entender o motivo do passar
Passando sem entender a razão do viver
Vivo e passando sem ter o que entender
Cheio de vazio, lotado de espaço
Cuidando fielmente do meu próprio descaso
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