Perdi uma grande Amiga
Quem vive com medo morre mil mortes, mas os valentes enfrentam-na uma única vez.
Uma das armadilhas da infância é que não é preciso compreender para sentir. Na altura em que a razão é capaz de compreender o sucedido, as feridas no coração já são demasiado profundas.
(Eles) eram um dos raros enigmas que uma pessoa tem o prazer de conhecer na vida - e a necessidade de querer desvendar - mesmo que o esforço seja em vão. Para os amigos, se eles vivessem um milhão de dias, nenhum seria igual ao outro. Possuíam um certo tipo de amor infinito. Como Victor Hugo dizia, “a medida do amor é amar sem medida”. Por isso é um amor pobre um amor que se mede. Eles nunca o mediriam.
Segurar a mão de Eleanor era como segurar uma borboleta. Ou um batimento cardíaco. Como segurar algo completo e completamente vivo.
Nenhum caminho é perfeito, pedras sempre existiram em qualquer lugar, mas, tem uma coisa chamada força de vontade e só existe dentro de nós.
A Ti, Senhor, peço uma noite confortante e abençoada e te oferto minha fé, minha vida e minha esperança por um amanhã maravilhoso em Tua graça, bondade e luz.
Uma vez escutei que ter problemas e brigas na vida é inevitável, agora ser derrotado por eles? é opcional.
E olha que hoje lembrando-me dessa frase me ocorreu o seguinte pensamento...
Não á nada pior e mais comum do que o ato de guardar ressentimentos..
Que a verdade seja dita, é tão mais fácil ficar magoado, chateado e até as vezes com raiva, ódio e rancor do que perdoar, procurar saber o que ouve, ou quais motivos foram os responsáveis por tais atitudes.
É tão humano guardar sentimentos que só nos fazem mal, que não nos dão qualquer tipo de alegria, plenitude. O problema é: As vezes ficamos tão obcecados em tentar decifrar os mínimos detalhes de certas coisas, que esquecemos completamente das que estão diante de nossos olhos.
Não se deve viver sonhando, e esquecer de viver.
Etapas acabam, sonhos são realizados, outros não(infelizmente), mas não é justo com os outros, e principalmente não é justo com nos mesmos parar no tempo.
Momentos, períodos, etapas, todos elas tem um fim. Assim como é certo que todo final de percurso, trás consigo o começo de um novo.
Então a melhor coisa a se fazer e consequentemente a mais saudável é parar de olhar o que não deu certo, o que poderia ter acontecido, e começar a observar cada experiência vivida como total forma de crescimento.
Mude de casa, siga outra rua, experimente novos sabores, faça novos amigos, escute outro estilo musical.
É preciso e mais que necessário jogar algumas lembranças fora( por mais difícil que seja), pois quando descartamos pensamentos, palavras, coisas desagradáveis que aconteceram;Damos total liberdade e oportunidade para que novas coisas aconteçam.
É burrice olhar para o passado quando se tem um futuro incerto e estimulante diante dos olhos.
Deve se tomar cuidado com certas palavras proferidas em momentos de discussões ou raiva, muitas palavras que até talvez você não pensa, nem sente. Palavras proferidas em momentos de raiva são as mais fáceis de se pronunciar e as mais difíceis de se esquecer. Portanto cuidado pois minutos depois, quando essa raiva passar, você delas, poderá ate se esquecer, mas a pessoa a quem tais palavras foram dirigidas pode não esquece-las por um longo período.
(…) Tenho uma vida ótima. Mas nenhuma dessas coisas se comparava ao prazer que eu tinha ao ouvir o barulhinho de uma mensagem dele chegando. Ou de quando o porteiro dizia seu nome e o meu coração disparava tanto que eu tinha medo de morrer antes de o elevador abrir a porta. E olhar para ele, com o seu sorriso misturado de pior e melhor pessoa do mundo. E olhar o brilho dos seus olhos sem saber se vinha da alma ou da lente de contato. Enfim: olhar e me sentir errando tanto e acertando muito. Isso tudo fazia valer os últimos dez, quinze ou quarenta dias sem saber se ele estava ou não vivo. (…) Mas aí resolvi começar o ano fora dessa palhaçada. Essa não parece a história de uma mulher esperta ou que merece uma história melhor. Quem pode cobrar da vida uma história de verdade se fica alimentando uma coisa desse tipo? Chega. (…) Por isso, com muito custo, chacoalhei minhas mangas. E só eu sei o quanto doeu ver a melhor coisa do mundo indo embora. Doeu um, dois dias. No terceiro, a melhor coisa do mundo virou a melhorzinha. Que virou a décima melhor. Que não virou nada.
A filosofia é como uma árvore onde a metafísica são as raízes, a física é o tronco e as outras ciências são os galhos.
Em uma fábula antiga, conta o escritor sírio
Sami Bei Caiali, como Alá (Deus) criou a mulher:
No princípio, Alá criou o mundo, o céu e a terra,
o que esta tem e o que nela existe e, por último,
criou o homem. Quando quis fazer a mulher,
viu que havia empregado no mundo todo o material
de que dispunha. Entristeceu-se o Criador e
deixou-se ficar em profunda meditação.
Quando despertou da atonia, tirou do mundo o
necessário e fez a mulher da seguinte maneira:
Tomou da lua a forma arredondada; do mar, a
profundidade; da folhagem, o fluxo e o refluxo;
das estrelas, a luminosidade; dos raios do sol,
a temperatura; do rocio, as gotas;
do vento, a variabilidade; das plantas, os
movimentos e tremores; das rosas, a cor e o
perfume; das folhas, a volubilidade; das ramas,
a ternura e os lamentos; da brisa, a delicadeza
e a doçura; do mel, o sabor; do ouro, o brilho;
do brilhante, a resistência; da víbora, a
sabedoria; do camaleão, a variação; dos olhos da
gazela, a timidez, e a vergonha do coelho; o
orgulho e arrogância do pavão; a ferocidade e a
força do leão; a traição e o engano do tempo; a
astúcia e a covardia da raposa; do papagaio, a
palraderia.
Alá juntou, então, todos esses
elementos, fez a mulher e... deu-a ao homem.
Passada uma semana, veio o homem para o Criador,
dizendo-lhe: Meu Alá! A mulher que me deste
envenenou minha vida e minha existência; fala sem
cessar; chora sem motivo; é débil e delgada; seus
pedidos não tem fim; protesta pela menor coisa;
sente dor por tudo. Leve-a, livra-me dela, ó Alá.
Alá levou a mulher.
Uma semana depois, voltou o homem para o Criador,
dizendo-lhe: Ó Alá! Minha vida sem a mulher é
impossível! Com todo o mundo que me deste,
parece-me que estou no deserto. Sou desgraçado
sem a mulher. Recordo como cantava e dançava diante
de mim, como me olhava docemente, como sorria,
vendo a minha força, e ria, desvanecendo minhas
preocupações, como brincava comigo e me fazia amar
a vida, diminuia a minhas penas e dores e alegrava
meus sonhos! Devolve-ma, ó Alá!
E Alá devolveu a mulher ao homem.
Depois de três dias, o homem voltou para o Criador,
chorando e suplicando: Meu Alá, ela não compreende
meus sentimentos; estou certo de que a mulher me
martiriza mais do que me tranquiliza e alegra.
Alá enfadou-se e disse:
"Leva a mulher e não voltes mais!"
Gritou o homem:
"Mas não posso viver com ela!"
"Não podes viver sem ela, tampouco", respondeu o Criador.
E o homem levou a mulher, chorando sua má sorte e
repetindo: Que desgraçado que sou! Não posso viver com
a mulher, e não posso viver sem ela!
Uassalam!
Do livro Poetas e Califas de Mussa Kuraiem
Não sofrer quando dói é doença. Diante de uma perda, fingir que nada aconteceu mostra que você está fora de si.
