Perdi um Sorriso

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A vida é como um quebra cabeça e o tempo é quem encaixa as peças.

Inserida por DeboraCPiovesan

Nós perdemos a visão um do outro naquela noite, e ainda nos tornamos incapazes de retornar.
Motohiro Hata

Inserida por DeboraCPiovesan

⁠O respeito é o ponto primordial em um relacionamento!

A pessoa que te xinga pode te empurrar, te bater e te matar !

Inserida por alyssonsaraiva

⁠Não espere uma atmosfera ou um espírito de ousadia para orar por alguém!
Nem sempre você será bem recebido, mas Paulo disse “ nao importa a cidade que eu vá, prisões e correntes estão me esperando, mas nada me impede de cumprir o propósito daquilo que eu fui chamado para fazer “

Inserida por alyssonsaraiva

Meus olhos embriagou da sua beleza por um leve momento meu coração fartou se de um contentamento descontente...

A Inspiração deixo me levar na influências dos sentimentos
subitamente nas Inquietude-ansiedade
Sem justiça no labirinto dos pensamentos inextricável...
Sem liberdade ou em múltiplas dimensões da minha linhagem
Nos livros biografia de um escritor anonimo
Marés do tempo em fluxo da memória rasa em um instante...;
Na transposição da sua beleza além do sentido das palavras
Ondulações mesmo na remota companhia mas em sentidos solitários agradou-se
Aroma agradável não duradouro, mas imortalizado

Antes a ausência e revelação de reflexo e agora o amor florescer como as flores em um lembrança suave
Na fragilidades traço possibilidade
Em um inevitável Fulgor escrevo...

Sangro meu futuro para ver se encontro o rasto do meu eu entre a eternidade
No horizonte o sol adormece um vez mais...
A noite abraça me coabitando me a paz com nossas lembranças
Minha alma satura meus sonhos minhas cicatrizes conta algo sobre mim
Sinto um silencio entre fendas do tempo meus olhos ver a brancura de algo incolor chegado
Fardado ao fado no entenrecer em uma epifania entre brasões visão indizível em um entendimento de convivência
Na alma diáfano variações nas singularidades incertezas eloquência um esmero falho

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

A lua falta um pedaço madrugada em eclipse total da sua alma ausência
Absinto e abismos se unem
nevoa negra entre espinos laminas e linguá alimenta do sangue
O tempo descarrilha e a madruga apalavrável torna se esquadrinha me entre as trevas
O piano em som triste alienia aos timbre da minha mente as notas se fundem com minha paceira solidão
As folhas cair em um toque suave ouso a que do mundo mesmo ao som de tão pouca intensidade
Os gritos só mesmo da minha alma fria
As flores morrem no caminho que andei seca se a erva e cair se a flor
O tempo me devorá pesamentos obscuro querem me beber meu cheiro os fascina
Os vultos salta de gaia em gaia na espreita e dos becos suga os ecos dos meus próprios passos

O gelo sepultura Dorlores tão solene a triste sem ela
Habita a mim solidão não se ausenta num habitar tão desigual
Os ossos me rasgam ao meio e desova tudo que é vivo em mim Caíram flor e o desejo da mortal guardado cruel onde me traga à sublime morte no ardor das chamas

Por Charlanes Oliveira Santos ( Charles )

Devorada a tarde azul pelo laranjado solitário
Em um instante um reflexo-memoria; lembranças da pele clara é tão bela...
Caísse o sol no poente horizonte ouro,a tarde dolorida vermelho aquarela
Impiedosamente a noite engole o dia em um céu baunilha

Desperto sobre a luz da lua desaparecendo eu e o dia no horizonte traumático solitário a luz se dobra sobre o mar, opaca tão desigual
Em lamento minha alma suspira o coração inquietude nesta tarde tão tétrica
No estalo do sol sobre rocha um lamento fel

Você não retorna, a noite vem só...
Nas partículas turva sublinhadas meus olhos desamados em um estandarte mortal
Nas alamedas sinuosas produzo ventos em silencio segredos imparcial no escarnio do prazer laminados

By Charlanes Oliveira santos

O tempo dobra no efeito do amor como um canção de pétalas ou toques de neve no gramado o som em um melodia silenciosa
mesmo ao som de tão pouca intensidade
O vento chocando-se com uma janela os galhos agitados
As decisões platônicas os efeitos que ligam as coisas da rotina só são quebradas pelos agentes do tempo

A paixão nos surpreende o desejo e sua força avassaladoras se aquieta no amor brando protetor apaziguar

Abro as cortinhas e descubro o que o tempo escondeu...
A areia da ampulheta encobre os gritos de guerra o fio da espada desembainhada e embainhada em corpos quetes me desvio disso...
Tento traça novas linhas mais as assas do tempo destrói-as...
O vento sopra forte uma areia fina congela no ar fixa uma barreira impenetrável
Não vou poder ficar muito tempo conserto algo e volto antes que tudo fica impossível de se mover
As cortinas se enrugam a passagem se fecha

Há um pássaro negro empoeirado na minha janela eu ouço ele chamando...
O sol queima com seus olhos flamejantes ele lê a minha alma
Espero o dia ruí... a tarde baunilha aveludada, apresado o laranjado alimenta dela derretendo o breu do céu
A noite cai de alturas impossíveis...

Os corvos voar com a escuridão... e sussurram nós te daremos Assas (liberdade)
Planta nas minhas asas sementes de uma ideia você tocará as mãos de dele...
Sobre uma manta feita de sombras tecidas sob o véu da noite
Queria voar ate o paraíso e planar
Estes anjos transformaram minhas asas em cera... com a asas tecidas pela escuridão; as asas que foram quebradas por que não deixei eles entrar...

Sinto o gosto de metal na boca o cheiro de maça verde e a relva do campo
O sol nascer sem eu querê...
Escondo minha face sobre facetas neutras as sombras ainda é minha compassar predileta
Por muito tempo havia segredos em minha mente, a escuridão cambaleando nebulosos fantasmas ate parece o medos da infância
A pressão em alta não consigo me afastar
O mar libera ondas negras lágrimas de dragão eu tinha asas que não conseguiam voar
lágrimas congeladas senti-las paredes se movendo estou sendo arrastado para longe onde o tempo ainda não existe

By Charlanes Oliveira Santos

⁠Não a estilo nem amarras que prende a alma de um poeta, pois nas mais profunda fendas da alma não a barreira onde os pensamentos se esgalham e transcende a alma do poeta
As vezes a alma bêbada nas ruas becos e vielas de um botequim
As vezes no luxo esdrúxulo de um quarto de hotel
As vezes na areia de um viagem onde volta veloz pois a solidão o devorava mesmo com companhia, que não era sua
Ou na noite pesada chorosa comprimida fechada na mão ou em gotas mortais laminadas de um adeus ensaiado
Talvez na pressão da depressão do chão o vinho estava empossando, a vida em cacos rasgando em cortes profundos tentando esboçar uma alegria como ímã para atraí ao novo amor
O testamento não vale se o testador ainda vivi...
Cotará o ar o vento onde a nuvens sopradas vão minar sua seiva na saliência do jardim alimentando os versos perdidos sem alcança o objetivo? Mas ficará escrito ferrado no tempo como tatuagem nas estrelas

⁠Precipício paranormal propaga parece peculiar sem permissão força primitiva como um paradoxo sem força de processar um problema paralelo talvez apenas perverso patético pretexto poético
parecia um vírus na pandemia...
Pesei explica com uma parábola portanto me perdi
preceito que não procede e perplexo promovi esta e pleiteava
estas plácidas precisão sem muita pesquisa perceber as falhas?
Sem prosperidade proferir perfeito erro pensei em protelar
sem querer parabéns mais fico a postular tiver preletor ruim
perdurar a profunda parceria com a preguiça
possamos logo a projeção propagar a proposta do professor propício seria sua presença permitir desfazia este percalço...
precisar proposta perfazer o que é patriota verdadeiro propenso ao erro precípuo nunca pacífico previsão psíquico bom paciente de algum lugar fechado que finge proteger mas sempre a preterir
e algo ficando pendente com sua parvoíce de guarda em pernoite
fine ou é putativo e proativo do mesmo percurso que faz parte
as pungente eu já tinha predição de presumir a paquera agora e vi a puérpera já sem dor deixei tudo no prefácio sem profanar a promoção prendada
ele era rico ela um princesa pirralha e logo gastar a profusão
de noite profunda o provedor cara de paisagem que provocar
as vezes paridade a proteção como promessa a procurar precípua prostrar provavelmente sem provação sempre paixão pioneiro
pilantra primeiro perturba perverso prejuízo de sonhos
precário de amor produzir pirralhos papagaio programa logo um patrício préstimo nunca um paladino profecia sem príncipe
poluição de mente projetar a injustiça
Sem prebenda um profano!
e o puro...
E eu um projétil de ciência possessa vulto palanque perplexo deste protesto
vejo ao voo panapaná e sua progênie largada lagarta permeado da minha prognose errada
possesso palestra são meus pensamentos em placidez propagar palavras que partilho de um conceito de parasita de postagem
são pródromo mas pertence ao pobre o progresso mas eles prossegue fingindo se os produtores
sou fraco na prosódia para definir eles parentes pertença não estou aqui para perjurar mas são tantos padrinhos no mundo populoso de picareta solto
E eu preso no polígono vou publicar as vezes a mente primata mas prometo não ser polêmico como posposta. parei cansei

⁠Tochas em um dínamo estrelando maquinaria da noite, a noite cambaleando em um pedestal nos telhados iluminados onde jaz os meus lamentos...
Holofote antiaéreo azul do Luar
A noite já estava aqui mais lembrava do pôr do sol, tinham os olhos vermelhos
O viajante néon cintilante dos faróis, eu nos reflexos envidraçado Lua e estrelas nos crepitantes em crepúsculos vazios
A luz como fechas entrando nos olhos alojando na mente batidas do coração no deserto efeitos deste cérebro drenado anedotas e espasmos oculares, a minha rotina platônica o meu eu engavetado o meu intelecto inteiro regurgitados os meus obscuros cartões postais exposto em poema e poesias
Chamas sob o céu tuberculoso respirando na escuridão o desamor invocações sublimes do amanhecer nas estrofes carnívoras que me devora grito em rajadas de versos e poesias de chumbo tropel
Os meus pensamentos sinistros atropelados pela lei da decência
Solitárias são as noites avoternas lembro de lavar as cinzas da poesia espalhadas na lareira, e o copo de vinho adornado no tapete do chalé e o vento lá fora assobiava estava frio acariciava a sua pele pacifista sensual, esquecido pela espectral confusão de mim mesmo ao som da nostálgica músicas de sempre
O sopro de colossais dos vultos em minha mente apitos de da lei na neblina que ainda vejo antes desta loucura estala em mim por completo... A minha alma iluminou os seus cabelos por um segundo com o seu sorriso e olhos por companhia sempre seguro, pois o discurso arlequinal de extermínio próprio vem e vão neste vão de pensamento que este protesto triste virara simbólica catatonia...
Lutando com os ecos da alma, agitados neste banco de solidão nada além de uma partícula de alucinação súbita iluminação da alquimia que eclipsa no motor da mente sem amor
Este vagabundo louco anjo do Tempo na roupagem espectral de lamentos... na sombra a alma dourada toca instrumentos de
ao som sofrimento de amor para a lua
Esfinge solidão dança comigo valsa na chuva de prata... Epifanias removendo as pedras do tempo
O amanhecer na fissura de um pico, fechadas de nuvens trémulas
Nas janelas do crânio os meus olhos sangra as nossas cabeças ungidas pela coroa do esquecimento, choraremos ate o romance e os sonhos não fazer sentido mais
O poeta e um som de piano catatônico de uma alma inocente e imortal

⁠Tudo de que você precisa está dentro de um livro. Seu filho não pode chegar à internet sem passar pelo livro. Se não for capaz de escrever o que pensa e de entender o que lê, vai pra internet pra virar um idiota.

Ziraldo
A internet deu palco para o canalha, para o invejoso. Folha de S.Paulo, 21 de mai. de 2012.
Inserida por pensador

⁠Mais uma vez é domingo
Eu mesmo acordada sonhando!
Com o dia que o terei comigo.

Mais um fim de semana
Que estou na vontade
Em ter você na mesma cena!

Já falei que te quero
Se preferir no escuro também
Mas gosto de ver no claro!

Memorizar suas curvas
Fazer brilhar teu sorriso!
Matando nossa vontade!

Inserida por luceliaSouza

⁠19.06.25 às 08:30
Veneno e amor

Se te amar for um pecado
E teus beijos fosse veneno
Ainda assim, não hesitaria em te beijar!
Se me entregar a ti despida de meus medos for um erro;
Não me entrego, eu me jogo em teus braços.
Se existe erro é não poder viver abertamente esse sonho.
O pecado é: amar a ti em segredo, viver nosso amor as escondidas.
... o sol me aquece a pele.
Tu me aquece o coração.
O frio me gela o corpo.
Para aquece-lo basta pensar em ti!
Pois es as chamas que me aquecem de dentro para fora.
Pois se tornástes o jardim em mim!
Eu pedi para receber uma flor e você me veio como um jardim florido e colorido.
Te querer com intensidade não é erro é nescecidade de te sentir!
Thiago eu te amo e não posso resistir!

Inserida por luceliaSouza

A ganância faz com que, certos profissionais, sempre correram atrás de mais um cliente. E, ao priorizarem, APENAS QUANTIDADES, acabam, a cada novo cliente conquistado, perdendo dois!

Inserida por lourdes_de_paiva

⁠Há sempre em algum lugar, um imbecil se achando um gênio.

Inserida por lourdes_de_paiva

⁠Houve um tempo em que, palavras bonitas pulsavam o coração e massageavam o ego, hoje não mais... elas têm que virem precedidas de coisinhas miúdas e gestos relevantes! Palavras o tempo leva, atitudes ficam!

Inserida por lourdes_de_paiva

⁠Quer desestruturar um arrogante? Silencie-se!

Inserida por lourdes_de_paiva

Um pregador que gasta o tempo da mensagem falando de si mesmo já revelou a que deus ele serve⁠

Inserida por teologiapentecostal