Perdemos tanto Tempo

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⁠Não importa o quanto demore,
Estou a te esperar em nome
do tempo infalível:
o tempo de amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O desejo que tenho por ti
nem o tempo há
de ser capaz de desfazer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠E nesse voo duplo pelo amor a gente combina,
agora fica a cargo do tempo e do destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo passa,
O quê sentimos não passa,
E a cada minuto é a prova
Que o quê calamos cresce
De maneira inadiável,
Porque é simplesmente incrível.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quem não busca uma real história de amor está perdendo tempo na vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Tentando ser brisa
de esperança e voz
neste tempo adverso,
total em prosa e verso
contando de maneira
sensorial o quê passa
na América Latina,
sobre a tropa de uma
Pátria que não é a minha,
e uma prisão injusta
sofrida por um General
que ocorreu no meio
de uma reunião pacífica.

O General está preso
há mais de anos anos,
ele vem passando
um injusto sufoco
e o profundo desgosto
de continuar a ser caluniado;
não há como esquecer
do amaldiçoado
dia treze de março
do ano de dois mil e dezoito,
fizeram muito mal à ele,
e o injusto não foi reparado.

O General está preso
na sede da Polícia Militar,
desde o início da pandemia
não vem podendo
para a família telefonar,
só se sabe que
em TOTAL ISOLAMENTO
ele se encontra num
ambiente que a injustiça tomou conta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Durante a madrugada
me sentei ao lado
do poeta da revolução
que versejava sobre
o tempo que intrépido
dilui as memórias,
o quê as estações
fazem com as histórias
e os passos em repetição
pelo ciclo da História,

Temo que daqui adiante
sejam esquecidos
a tropa e o bom General;
Intimismo caudal
aguardando o amanhecer
que dissolve o insolúvel,
afasta as tempestades
e reúne velhos amigos,...

No afã de o quanto antes
juntos esclareçam tudo,
contornem os pensamentos
não digeridos e ajudem
tantos corações que
no caminho foram feridos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Neste tempo
de escuridão
só consigo
me lembrar
do General
que queria
vez o país dele
reconciliado,
está há dois
anos preso
injustamente,
Porque ele
foi caluniado.

O Presidente
da Venezuela
não é o tal
autoproclamado
Doa a quem
doer alguém
precisa dizer:

Existe uma
hora na vida
que por mais
que a gente
não goste
do Comandante
do barco
é necessário
dar paz à ele
para que juntos
consigamos
atravessar
a tempestade,
Assim deve
ser por aqui
e por qualquer
lugar que necessite
de tranquilidade.

O Presidente
da Venezuela
não é o tal
autoproclamado
Doa a quem
doer alguém
precisa dizer:

O autoproclamado
não foi eleito
para o cargo
e não têm apoio
das tropas para
ter voz que o diga
que é o de fato,
E o FMI deveria
já ter enviado
o dinheiro
para o povo
receber cuidado.

O Presidente
da Venezuela
não é o tal
autoproclamado
Doa a quem
doer alguém
precisa dizer:

No meio de uma
pandemia mundial
criar ou alimentar
uma crise política
ou contenda
é chocar um ovo do Diabo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Dos quadrantes
de paz criados
pelo General
preso injustamente
da memória
nem o tempo
jamais há de apagar,...
Por causa de um
inimigo invisível
que aos poucos
o nosso povo
está tendo
que se recolher,
Ninguém sabe
ao certo o quê
vai acontecer;
Não admitindo
que a infante
foi levada
dos braços
do Vale da Utopia,
eu sou a cara
deste protesto,...
Em marcha
automática
rumo à liberdade
com os olhos
fixos na Lua,
No afã de se
refugiar daquilo
que nos tortura
de maneira
imparável
que vem nos
governando,
fechando
fronteiras,
aplaudindo bloqueios
_depois de nunca
ter do povo
cuidado direito
como tinha que ser.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Paulatinamente,
como presença
espiritual que pede
o tempo todo paz
e amor para tirar
de todo coração
a truculência
que impede
a reconciliação
e o regresso
ao caminho de volta
tento ir em busca
das verdades
e da mentiras
em meio ao nevoeiro.

Declaradamente,
assumo que
presto atenção
e dou credibilidade
ao General de olhar
duro de azabache,
seja quando cala,
fala ou se indigna
contra as falácias
e as mentiras dos
que possuem malícia
que espalham tudo
e quase sempre
não provam nada.

Mesmo que todos
me contestem ainda
insisto em pedir
a liberdade da tropa
e do General,
que sei que são
os últimos da fila
e da comum
compreensão de uns.

Sei que nem por
duas vezes o meu
nome não tem
saído dos lábios
dos filhos de Argos
além destes meses,
porque sei que
eles me têm
morando no coração,
e eu tenho todos eles.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Há muito tempo
venho contando
a injustiça em
versos autorais
e de minha total
responsabilidade
sobre a injustiça
cometida contra
uma boa tropa
e um General:
O círculo vicioso
contra os nossos
povos que vem
sendo imposto
não nos deu
trégua nem
no mês do Natal.

Na nossa Pátria
América Latina
virou rotina aturar
todo o santo dia
falsas notícias
a ironia e a tirania,
E morrer nas mãos
de cada uma delas
porque não
há investigação.

A Bolívia não foi
poupada do cruel
engendro deste
emaranhado,
o povo vem
sendo ameaçado
e por lá um golpe
duro foi instalado,
Desde outubro
era esperado
um informe final
sobre o resultado
da vitória eleitoral,
Somos testemunhas
de um festival
de absurdos sem
antes nunca visto igual.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Por medo ou
cumplicidade,
Vejo muita
gente calada
neste tempo
que passa,
Posso nesta
vida muito
perto do que
é muito pouco.

Gradativamente
a imigração
vem fazendo
nova a sua vida.

E sem poder
fazer nada
nesta Pátria
protegida
pelo Condor,
Sei que há
um General
uma tropa
e o seu povo,
Todos vítimas
de mais de uma
prisão arbitrária.

Paulatinamente
a reivindicação
vem crescendo
todo o santo dia.

O General está
aprisionado
desde o dia
treze de março
do ano de dois
mil e dezoito,
De um hotel
ele foi levado
no meio a
uma reunião
pacífica;
Na Justiça
não ocorreu
audiência
preliminar
E mal deixaram
da saúde ele
se recuperar,
Só Deus mesmo
sabe como ele está.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Neste mau
tempo que
não anda
para frente
e para trás,
Já fazem
34 dias
que a família
do General
não está
em paz,
São poucos dias,
mas suficientes
para preocupar
a todos demais.

Não vou
deixar perder
a crença,
Até mesmo
se houver
qualquer
sentença,
Porque
culpa todos
sabem
que não há;
Essa prisão
é fruto de
uma cruel
injustiça
que ali está.

E assim
contando
outras histórias
latinoamericanas
de agonia
para tentar
manter vivas
as memórias.

Perguntando
sem parar
nenhum minuto
até saber:
se o General está
desaparecido,
e se está vivo,
onde é que
ele foi parar?

Se preciso for
tenho poesia
até o meu
último suspiro
para perguntar
onde é que
o General foi parar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo inteiro
com cada um
de vocês e sem
que me vejam
estou presente,
No vento, na oração
e na canção que
vem de dentro;
É preciso buscar
a serenidade que
até o momento
não se cultivou.

A vida tem chamado
para dançar uma
música que jamais
será capaz de fascinar;
É preciso ouvir
sem deixar se perder.

Ninguém tem previsão
da libertação
da tropa e do General,
Um retrato que está
mais para Raio-X
de como não estão
tratando direito
quem se dedicou ao país.

Do Araguaney florido
Maio é o mês,
No céu de Caracas
eis o sobrevoo
das Guacamayas,
Neste exato instante
não sei se o General
dos meus poemas
está preso no Inferno
de cinco letras
ou foi enviado para
o isolamento total
em Fuerte Tiuna
para seguir preso
só que isolado
do mundo apenado
por uma prisão injusta.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O tempo está
correndo,
e de cansaço
a tropa vem
sofrendo,
Não dá para
esconder
este triste fato,
A ausência de
diálogo tem
custado caro,
Prenderam de novo
aquele deputado.

Do General não
há mais notícia,
Sinal que essa
prisão é o signo
dos que não são
afeitos a liberdade
só se alimentam
de pura crueldade.

Não queria ofender,
mas falar demais
é o meu fardo;
É a sede de querer
alimentar o amor
onde ele anda escasso.

Esses que andam
por aí mentindo
para si mesmos
que têm paz
na consciência,
Vivem sem sonho,
sem esperança
e têm uma
vida em vão
e de qualquer maneira.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Em tempo
de catedral
francesa
demolida
pelo fogo,
de censura
togada,
de mar não
devolvido,
de Assange
preso,
de América Latina
tendo a porta
forçada,
Eis a poética
que pela
liberdade,
ainda vive
e clama,
Porque urge
resgatar
a bondade
original
e anseia abrir
portas para
a tropa, civis
e o General.

Nada neste
mundo deve
ser absoluto,
a não ser
a nossa
humanidade,
Mas a única
certeza que
carrego desses
estranhos tempos
contemporâneos
é que eles só
inspiram resistir
aquilo que não
é normal em
lugar de cultivar
os nossos sonhos,
e que só isso
na vida não é bom.

A cifra choca,
este nó que
não desata
tem me
dado agonia,
e esse é o número
de presos:
91 do Exército,
20 da Aviação,
24 da Armada
e 58 da Guarda
Nacional,
Vítimas de um
dos grandes
absurdos
do mundo ocidental.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Acreditei que
pedir iria
sensibilizar,
Demorou um
certo tempo
para assimilar
que havia me
enganado
porque cada
um só entende
o quê é na vida
conveniente.

Ciente disso
fui que resolvi
escrever para
tentar me fazer
compreender
que a paz
será perfeita
quando houver
quem trabalhe
todo o dia
sempre um
pouco mais
para que
ela aconteça.

Faço votos
de uma vez
por todas
que você
entenda:
um acordo
nunca irá
satisfazer
integralmente,
e dependerá
dos dois
abrirem mão
de algo para
se alcançar
quase o quê
se deseja.

E falar que um
teme o outro
o lado mais
fraco da corda
não suportará
a devastação
provocada por
autoritarismo
interior mal
resolvido,
e manter
um clima
provocativo
nunca será
produtivo
onde ainda
se mantém
na prisão
o General
e a tropa
sem motivo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠No bailar
do tempo,
completam
nove meses,
disseram
até absurdos
e que os
bombardeiros
já se foram,
é fato que
muitos são
os receios
que ficaram.

Nem o direito
de se cuidar
e o acesso
para a
inocência
comprovar,
não foram
cumpridos,
e não se
fala em
outra coisa:
que os abusos
contra ele seguem
consecutivos.

É inegável que
se trata de um
pesadelo sem
data e hora
certos para
terminar,
as perguntas
continuam
sem respostas,
o General foi
preso sem provas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Rodeio Poemário do Vale

Tu és o meu poemário
perfeito que levo
em mim o tempo todo,
Rodeio poemário do Vale
és o meu recanto de paz,
de aconchego e de liberdade.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu coração
está triste faz
algum tempo,
A repressão
já ultrapassou
além do limite,
Porque em si
já era para ser
taxada de crime,
De tão engenhosa
que é: estamos
viciados nela.

Não sei
dos generais,
Da tropa não
falam mais,
Há flores
no calabouço.

O beltrano
e seu calote
premeditado
em Pindorama,
Da paz escutei
que houve
fracasso.

Ao mundo ele
não mais engana.

Inserida por anna_flavia_schmitt