Perdemos tanto Tempo
Essa minha pele que tanto te incomoda e amedronta reflete a dor dos que já foram e a esperança de motivar mudanças para os que vierem.
POR CAUSA DA LEMBRANÇA
É por causa da lembrança,
Que as vezes choro tanto.
A tristeza me domina,
E eu não controlo o meu pranto.
Lembro daqueles momentos,
Em que tudo era encanto.
E que você me dizia,
Meu amor, te amo tanto!
E hoje eu me vejo sozinho,
E não consigo acreditar.
Como pode aquele amor,
Que me juravas se acabar?
Eu não sei se foi minha culpa,
Ou se deixei me enganar.
Eu só sei que foste embora,
Para nunca mais voltar...
E ela não gosta tanto assim de ti. Ela não gosta tanto assim de ninguém. Ela se diz forte. Ela é forte! Ela não ama a ninguém, só a si mesma e mais um tanto de não sei quê. Ela sorri a todo instante, demonstrando alegria. Ela é chata, e irritante. Todos dizem ama-lá. Mas nenhum sequer, sabe o que ela sofreu. Todos perguntam ''Tudo bem?'' mas isso, só para não perder o habito. E ele diz ama-lá. Ela diz gostar. Ele não enxerga a diferença. Ainda será tão custoso para ela, amar. E seria doloroso para ele, ouvir nem um ''eu gosto de ti''. Ela é sincera, com um toque de mentira. Mas sim! Ela já amou, chorou, sofreu, correu atras de quem não deveria. Amou quem não a amava. Ela sabe o que é isso. Mas ela levantou-se. Enxugou as lágrimas, ali, no travesseiro mesmo. Acendeu a luz e disse para si mesma que nunca iria amar mais ninguém, assim, para não sofrer. Ela, criou uma barreira, protegendo-se de todos os medos pelos quais ela sofrera. E maior medo, a partir daquele momento, era amar. E sim, ela ainda tenta amar a ele, mesmo sabendo que não consegue. Mas tenta.
Você valoriza tanto assim uma máquina? Aprenda a valorizar as pessoas antes de criar novos ídolos...
Então deixa,deixa que eu te reconheça,não se assuste com tantas mudanças amor,a tanto o que se descobrir.
"CONFISSÕES"
I.
"É por tanto te amar
Que te liberto, meu amor –
E não mais as cruéis milhas
Nos farão sofrer e ansiar.
Perdoa-me se assim julgo,
Perdoa-me se me afasto
Para curar minhas feridas
Na cabana do Tempo Eterno,
Mas… o coração não suporta
O peso de mais uma chaga.
Nunca um amor me doeu tanto,
Nunca me dilacerou tanto assim…
Talvez nunca um outro tenha
Sido tão sólido e deslumbrante
Como aquele que trouxeste em ti.
Sejamos livres! E nossos sorrisos
Continuarão sempre paralelos,
Pelas curvas e rectas do caminho,
Até que o sol se ponha por sobre
Todos os que fincam seus passos
Na dócil areia dos anos fugidios.
Talvez em um outro qualquer lugar
Os ventos nos fossem favoráveis,
Mas nestes dias de denso negrume
Não há embarcação que resista –
E que tal saibamos aceitar.
Ah… É por tanto te amar
Que te liberto, meu amor!
Estende estas veras palavras,
Cinzeladas pela dor que punge.
Não derrames qualquer lágrima –
Delas não serei merecedor;
Não suspires sequer por mim –
Não serei eu o teu eleito.
Já tanto nos amámos, em silêncio,
Já tanto partilhámos à sombra
Dos dias avidamente consumidos –
E que isso, por ora, nos baste.
Hoje, nada para nós converge…
Desígnios dos Deuses? Não o sei…
Apenas que todo o porquê comporta
A sua infalível e justa causa.
É por tanto te amar
Que desejo erradicar esses soluços,
Essa angústia do impossível;
É por tanto te amar
Que te sopro pétalas como quem
Cala o impulso de um fervor;
É por tanto te amar
Que te liberto… meu amor".
Pedro Belo Clara.
II.
"Como dizer-te adeus, meu amor,
Se é teu o coração que pulsa aqui dentro?
Como julgar impossível o alcance do “nós”,
Se nossas almas insistem em atrair os nossos corpos?
Por que achas que me libertas ao deixar-me,
Se é nos teus braços que encontro abrigo,
Se é pela luz dos teus olhos que enxergo o meu caminho?
As dores que latejam nos nossos dias,
Nada mais são do que testes que
Esta dura passagem nos impõe…
Já vencemos tantas batalhas,
Desafiamos tão bravos guerreiros…
Já transcendemos tantas existências.
Para quê nos deixarmos abater pelo medo?
A viagem pode até ser longa e cansativa,
Mas eu te mostrarei que há de valer a pena.
E este céu que, por ora, se mostra cinzento,
Ganhará as cores que só a pureza do nosso amor
Poderá tingir…
Acredite!".
Lavínia Lins.
Não cabe a mim decidir o que escrever. Mas sim, A VOCÊ, procurar ler em meio a tanto espalhado em seu monitor, permeado por todas as informações inúteis que a cada segundo brotam de algum cérebro com capacidade suficiente para RECORTAR E COLAR, CURTIR E COMPARTILHAR...
Em um ano muitas coisas mudam, tanto para o bem, tanto para o mal. Nunca é fácil aceitar, principalmente quando o que está ficando para trás é uma parte dos nossos sonhos, ou dos nossos melhores momentos.
De que adianta tanto esforço, sem ter o retorno devido? Porém, tenho uma certeza: alguma coisa você aprendeu. Eis o retorno!
O ouro que tanto procuramos na vida está guardado dentro do nosso tesouro imaginário; contudo, para descobri-lo, precisamos apenas garimpar os infinitos de nossas pretensões.
O mundo pacífico, solidário e rico de amor que tanto desejamos, nasce em cada ato nosso direcionado a favor do bem-comum.
Debaixo da chuva espero que enterres a verdade, porque ela sangra e machuca.
Machuca tanto que eu choro.
Choro tanto que soluço.
Soluço porque tenho medo do vômito.
E quando vomito fico mal.
Mal por saber que morrerei.
Morrendo aos poucos sem você.
Você que me amava tanto.
Tanto que me fazia chorar, debaixo da chuva, onde eu enterrei a verdade porque ela sangrava e machucava.
De tanto as pessoas falarem que vai doer, acaba doendo. De tanto você ouvir e se importar com os outros, você acaba se machucando. As vezes é interessante tapar os ouvidos e fechar os olhos.
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