Perdemos Confiança
E quando perdemos a confiança em alguém?
Sei perfeitamente que é falta de sabedoria viver desconfiado das pessoas, mas quando perdemos a confiança em alguém que depositávamos todos os nossos segredos, medos e sonhos fica difícil a convivência. Por mais que a perdoamos do fundo e dos lados do nosso coração a amizade não vai ser a mesma. Sempre ficará um ponto de interrogação. Trair a confiança de um amigo não é nada nobre torna-se desagradável e deselegante. Num momento desses podemos continuar com a relação,mas nunca entregar a nossa vida para essa pessoa, porque é ela que está precisando da nossa ajuda e não nós.Trata-se de um ser doentio que necessita de cuidados e de atenção.
Conversar somente o essencial e ouvir mais sem nos expor. Quem trai uma amizade fere deixando profundas cicatrizes, as feridas curam, mas as marcas ficam. Infelizmente, tem pessoas que não nasceram para ser amigas, colegas e nem companheiras e sempre serão umas esquisitas. Que nesse momento de dor da decepção podemos entregar esse alguém nas mãos de Deus, porque Ele sabe o que fazer com pessoas assim e nós sosseguemos para não ficar doentes. Aquele que descobre o valor de uma amizade contribui para um mundo melhor, ganha simpatia e admiração até de seus inimigos. Elias Torres
Se falharmos, algumas vezes com as pessoas nós infalivelmente vão perder a sua confiança. Mas, a medida que falhamos eu nosso progresso de santificação, arrependimento e libertação diante de Deus, mais Ele demonstra o seu amor e misericórdia.
Quem perde minha confiança perde o que de melhor eu posso oferecer a alguém. Minha confiança é infinitamente mais leve que meu amor!
As vezes me pergunto se foi eu que fiz você se perder nesse mundo sem confiança ou se apenas foi um resultado de nossa distancia.
Sinto falta da sua sinceridade que me fazia acreditar que em nós existia verdade.
O amor...
Quando há confiança, não se perde
Quando há honestidade, fortalece
Quando há zelo, permanece
Quando há respeito, nunca se desfaz
Porque algo verdadeiro, não acaba
Quando o enganador engana alguém, ele perde a postura de bom caráter, e nunca mais terá a confiança do amigo.
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
Quando um profissional de saúde troca princípios por dinheiro, ele perde não apenas a confiança, mas a própria dignidade
Para alguém ganhar a minha confiança não é fácil, mas para perder a minha confiança é muito fácil, é de primeira!!!
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