Perda de um Amor por Orgulho
A vida e a vela
O viver e a chama
Morreu a vida Apagou o fogo
Tudo é tão volátil, eia pois a realidadedade.
Vivamos o hoje, intensamente e em verdade.
O desdém aquém não importa. O que conta é a genuina consideração de alguém, que te ama e te quer bem.
Olho no olhar, lágrimas a molhar, qual chuva torrencial, e densas nuvens, turva a vista, sem conceber a lucidez. Sem convergir a compreensão, em fugas contumazes da razão, sempre na injunção, a resultante da emoção.
Humanos que tanto amam mandam flores, ocorre por vezes, que a entrega demora tanto que já não importa mais para quem as recebe. Flores viva, para viva vida, antes do evento do eterno partir.
Mandemos flores enquanto estejamos pois, aqui.
Para realizar grandes coisas, se depender só de você, guarde segredo. Não faltam oponentes a intentar contra seus sonhos, e vê-lo se tornar em pesadelos.
Por vezes, alguém, não consegue esconder, trazem patentes no olhar, falar e no proceder, o ignóbil desprezo por outrem.
Ninguém é tão sábio que não seja ignorante.
Portar sabedoria não significa pleno conhecimento de tudo.
Deveras pois unirmos nossas forças para combater, primeiramente o mal interior, que tenta fazer com que destilemos o ódio a outrem. Aproveitemos cada instante para fazer o bem, e assim sejamos luz na vida de alguém.
A vida e o trem, algo em comum tem. A todo momento ao embarque e desembarque humanos vêm. Não pedimos para embarcar, muito menos sabemos para onde ir, mas certamente chegaremos ao lar. A qualquer lugar no porvir.
As vezes melhor é o silêncio que dar asas as palavras e estas se lançarem em voos distantes e comprometedores.
Existo e estou vivendo.
Insisto e sigo envelhecendo.
Resisto mas vou morrendo.
A vida e a morte digladiando, alguns nem vê a luz do sol, outros nem aprendem a falar, e outros chegam a andar e viver um pouco mais, e tantos outros chegam a envelhecer. Mas, cedo ou tarde, sabemos o suceder.
E assim ansiamos, em algum lugar da eternidade, ver vencida a morte e toda a maldade.
De quando em vez, humanos manifestam lapsos de lucidez, ainda que moral e ética estejam em escassez.
