Perda de um Amor por Orgulho

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Marketing não é um evento, mas um processo. Ele tem um começo, um meio, mas nunca um final, pois ele é um processo. Você melhora, aperfeiçoa, e até interrompe, mas nunca para o processo completamente.

Os laços humanos tem um tempo estabelecido, como prazo de validade.

O Sorriso Dela É Igual Alerquina, Ilude Vários Palhaços Mas Pertence A Só Um Coringa

Sou um fracasso. Não sou bonita. Não sou naturalmente gentil ou simpática. Não sou inteligente. Não sou engraçada nem confiante. Sou exatamente como minha mãe disse que eu era, fraca.

Engraçado como tudo muda em um piscar de olhos

Ontem eu era a garotinha perfeita, que obedecia e seguia regras
E hoje, eu sou uma garota fria , anti social que adora arranjar confusão

E amanhã? Eu espero que "amanhã " eu não esteja mais aqui

Ontem eu distribuia sorrisos sinceros hoje eu distribuo sorrisos pra evitar perguntas ,por que ,respondendo sinceramente a pergunta que sempre me é feita ...
Não, eu não estou bem

Apanhei um monte de poeira e, como um tolo, pedi tantos aniversários quantos grãos ali havia. Esqueci de pedir que fossem em anos de juventude...

Um dos maiores prazeres do homem sobre a terra é o de reencontrar corações que simpatizam com o seu.

O meu olhar é nítido como um girassol.
Tenho o costume de andar pelas estradas
Olhando para a direita e para a esquerda,
E de, vez em quando olhando para trás...
E o que vejo a cada momento
É aquilo que nunca antes eu tinha visto

Alberto Caeiro
“O Guardador de Rebanhos”. In Poemas de Alberto Caeiro. Fernando Pessoa. Lisboa: Ática, 1946.

Flores na Estrada...
Um homem morava numa cidade grande e trabalhava numa fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus das 6:15h e viajava cinqüenta minutos até o trabalho. À tardinha fazia a mesma coisa voltando para a casa.

No ponto seguinte ao que o homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.

Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa.

Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:

- Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela?

- Bom dia, respondeu a velhinha. - Jogo sementes.

- Sementes? Sementes de que?

- De flor. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia.

E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom.

- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada?

- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.

- Mesmo assim, demoram para crescer, precisam de água.

- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer.

Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”.

O tempo passou...

Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias. A paisagem estava colorida, perfumada e linda.

O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo.

- A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado.

O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”.

Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava pela janela entusiasmado: Olha mãe, que lindo, quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas azuis?

Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso.

“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.

Namoro proibido

Fala pra mim que me ama e você vai ver
Como se faz feliz um triste coração
Como se mata um ser carente de prazer

A gente fica a noite inteira se olhando
Mas eu não posso chegar perto de você
Por esse olhar estou me apaixonando
Namoro proibido é que dá mais prazer

A gente fica a noite inteira se olhando
Mas eu não posso chegar perto de você
Por esse olhar estou me apaixonando
Namoro proibido é que dá mais prazer

Meu amor eu faço tudo com você
Assumo o que acontecer deixa acontecer

Meu amor eu faço tudo com você
Assumo o que acontecer deixa acontecer

Se um dia andarmos na direção errada. Não tenha medo, pois estamos junto e o caminho me mostra só você.

Se apaixonar por alguém que não vê e nem se pode abraçar,
e o mesmo que se apegar em um sonho,
sempre sonhado e nunca realizado.

Um dia a gente cansa, um dia a gente muda, um dia a gente aprende a ser feliz sozinho, ou passa a só fazer feliz quem desejar. Um dia ganhamos a tal ”auto confiança” e saberemos o poder que temos nas mãos, nas nossas mãos e não vamos necessariamente precisar ter alguém como motivo para a nossa felicidade, porque você é o motivo

O perfeccionismo é um perigoso estado de espírito em um mundo imperfeito.

É segunda, dia cinza, ela manda uma mensagem "você tá bem?". Respondo com um sorriso que ela não vai ver.

“Somente quando o homem atinge um nível onde não sente mais o desejo de fazer o mal, onde não são as leis e regulamentos que o impedem,quando realmente encontrou a alegria de fazer o bem, é que ele desperta para a sua verdadeira natureza”.

No momento que a internet permitem que todos falem, permite que um grande número de imbecis falem.

"Ilusão é uma flor no meio de um jardim, pois promete maravilhas para murchar no fim"

Sapatilhas da Alma!

São fabricadas como um calçado normal, um pouco exóticas, porém sem sentindo nenhum, pois é no mínimo estranho alguém calçar algo com um gesso na ponta, com madeira na sola... Só passam a ter sentido quando são colocadas nos pés e tomam vida e são usadas por “princesas”, “fadas”, “cisnes”... Mas ao mesmo tempo em que proporcionam magia, trazem realidade, machucados, dores, bolhas... Coisas que você antes não deixava nenhum calçado fazer com seus pés, mas as sapatilhas são diferentes, porque elas machucam os pés, mas curam a alma.
Há pessoas que irão achar que é fácil, que não dói. Quando você fizer alguém pensar dessa forma, é porque está a usando corretamente, pois não é apenas coloca-la nos pés, você tem que coloca-las com a consciência que elas vão te levar para outro mundo, esquecer o que vive.
O momento certo de começar a usar uma, é quando a pessoa não quer usar para poder se sentir bailarina, mas quando já se sente uma bailarina, e é. Quando olha para ela depois de uma apresentação e percebe que ela vale muito mais do que foi pago, vê que ela não fez ficar nas pontas dos pés, mas sim que a fez voar.
Muitas vão olhar para elas guardadas no armário por não usarem mais, e irão lembrar-se de todos os sentimentos que sentiram ao usá-las, porque elas não “guardaram” seus pés, mas sim suas memórias, mesmo que velhas que rasgadas. Você pode ver fotos, vídeos com ótima qualidade, mas só sentirá como foi, o que sentiu, quando tocar nelas, porque sem elas você nunca teria sido uma princesa, você continuaria achando que liberdade era andar descalça.
As sapatilhas não tem pé direito nem esquerdo porque não foram feitas para os pés, foram feitas para o coração usar.

A amizade verdadeira é aquela que, mesmo distante, você sabe que pode contar. É como um apoio que, mesmo que você não use, fica lá... guardadinho!