Perda de um Amor por Orgulho

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"Todo um conjunto de pensamentos se torna hipóteses que precisam ser submetidas ao teste de realidade."


Existe uma tendência interna de me fazer continuar sendo o que sou, protegendo-me em minhas fortalezas de certezas acumuladas ao longo do tempo.


...




Mas o segredo está justamente nisso:


Teste —> Resultado —> Perspectiva


O segredo para minha saúde existencial é "conservar-se transformando-se" — não permanecendo em minha identidade rígida, que me apego desesperadamente para tentar sobreviver.


É justamente ir até o novo e desconhecido, mas transformador.

⁠Talvez eu esteja melhorando de alguma forma, após mais de um ano sem conseguir ou ter vontade de assistir um filme ontem eu assisti, e hoje consegui assistir outro, quando eu digo isso me refiro a simplesmente sentar e assistir sem distrações, sem pensamentos em outra coisa, sem por um breve momento fugir da história e talvez até sentir algo em deteremos dos momentos. Não sei o que isso pode indicar, se estou ficando melhor mentalmente ou esteja quebrando algum trauma que sofri e não sabia, ainda que eu não consiga me expressar ou sentir sentimentos reais, a não ser alguns que eu mesmo inventei ou me forcei sentir. Passei a voltar a fazer coisas sozinho e a me recompensar por isso, coisa que até então nunca havia saído papel, passei a definir metas e a cumpri-las, por mais que pequenas são satisfatórias poder cumprir algo por mim mesmo, ainda tenho medo de certa forma de diversas coisas, porém acreditar em um amanhã melhor está conseguindo me fazer levantar da cama e fazer coisas que antes eram impossíveis, pequenas tarefas diárias como sair e tentar puxar um assunto, sair pra algum lugar sem rumo, visitar lugares que eu desejava, ter momentos meus, ainda que estrema mente monótonos e até então sem graça, me deixam mais vivo? Talvez?

No palco da vida,
quando as cortinas se fecharem de um lado,
todas as coisas nos serão reveladas do outro.
Descobriremos então o que valeu a pena,
mas muito mais, o que não valeu a pena viver,
pois estávamos presos às ilusões do mundo material.
Por isso,
aqueles que mais se entregarem às experiências espirituais,
serão os que menos sofrerão do sentimento
de terem desperdiçado a vida.

O céu nublado e a chuva forte formam um cenário sombrio. Mas, sendo passados, implicam no crescimento da vegetação, que valorizará ainda mais a beleza dos dias de sol...

Saudade é:

O encontro sempre adiado
O gelo que não derrete
Um grito de dor inaudível
Uma partida sem chegada
Tristeza e alegria numa só lembrança
O coração batendo no passado...

Para mim, o ingrediente essencial de um bom filme é a capacidade de emocionar quem o assiste.

O Brasil já se tornou uma ameaça global... Território dominado por um terrorismo crescente.

A visão de Fabricio de Spontin não é exatamente um ataque à moral individual do juiz, mas sim uma crítica sistêmica ao funcionamento do Judiciário.
Em vez de rotular o juiz como "antiético", a tese dele foca em como o sistema influencia o comportamento humano. Aqui estão os pontos principais para entender essa distinção:
1. Pragmatismo vs. Malícia
O autor sugere que o juiz é um ser humano inserido em uma estrutura com volume de trabalho desumano.
A lógica: Se o juiz recebe milhares de processos, ele desenvolve mecanismos de defesa para sobreviver à carga de trabalho.
O resultado: O juiz busca a solução que exige o menor esforço cognitivo (o "custo-conforto"). Se a petição do advogado é genérica, o juiz tende a decidir de forma genérica ou formalista para "limpar a pauta".
2. A Responsabilidade do Advogado
Para Spontin, se um processo morre, a culpa muitas vezes é da estratégia do advogado, que não soube "tensionar" o sistema.
Ele defende que o advogado não pode esperar que o juiz, por "bondade" ou "ética pura", escave a verdade fática - que não foi realçada, que não foi esfregada na cara do processo e não, as vezes, sequer não provada.
O juiz não seria "mau", ele seria apenas reativo. Se o advogado não gera o "desconforto" do prejuízo real, o juiz não se sente compelido a agir fora do padrão burocrático.
3. Ética das Estruturas
A tese se aproxima mais de uma visão de que o sistema é ineficiente, e não que os indivíduos são corruptos.
O "antiético" no caso seria a aceitação passiva de que o processo judicial se torne uma fria troca de papéis, onde a realidade das pessoas (a verdade fática) se perde.
O autor propõe uma advocacia que obriga o juiz a encarar a humanidade e o prejuízo do cliente, impedindo que ele decida apenas pelo conforto da regra abstrata.
Conclusão:
Para Spontin, o juiz decide "onde dói mais". Se a decisão confortável do juiz (negar um pedido por falta de provas, por exemplo) não causar um incômodo moral ou jurídico maior do que o esforço de analisar profundamente o caso, ele escolherá o caminho mais fácil. O papel do advogado seria, então, tornar a decisão injusta insuportável para o juiz.

“Quando um juiz não é tensionado para agir, não se decide primariamente entre certo ou errado, mas entre consequências caras ou baratas do ato decisório, como qualquer ser humano faria. Se eu decidir assim vai incorrer no que? Se em nada, por que não fazer? O juízo moral vem depois; o cálculo do custo do ato vem antes — sempre. Se não gerar problemas eu faço, porque é confortável, já que o advogado não estruturou o processo para determinado enfrentamento” Fabricio von Beaufort-Spontin, Livro NÃO EXISTE LIDE SEM PREJUÍZO – Processo contencioso - Livro 1 - Por que os Processos Bons Morrem?, 2026.

“Por muito tempo, achei que a dor era um castigo. Algo que eu merecia por ser fraco, por errar, por não conseguir ser como os outros queriam. Mas com o tempo — e com muita cicatriz — entendi uma coisa que mudou tudo: a dor nunca foi a minha inimiga.
Ela não veio para me destruir. Veio para me esculpir. Cada lágrima que engoli, cada noite em que pensei em desistir, cada vez que fui ao chão e demorei a levantar… tudo isso foi me ensinando uma língua que só quem sofre de verdade aprende: a língua da resistência.
Hoje eu sei. A dor era o meu teste. E a minha resposta foi não me tornar amargo, mas profundo. Não me tornar cruel, mas forte de verdade.
E foi aí que eu descobri: a minha dor era, na verdade, a minha vocação para a grandeza.
Porque grandeza não é nunca ter caído. É ter caído, levantado, e ainda assim escolhido seguir. É transformar ferida em direção. É olhar para o que tentou te matar e dizer: ‘você me fez mais difícil de ser quebrado.’
Se você está sofrendo agora, escuta: você não está sendo punido. Você está sendo preparado. A sua dor não é o fim da sua história — ela é o início da versão mais poderosa de você mesmo.
Aceite. Ela não é sua inimiga. Ela é sua chamada para algo maior.”

Por enquanto vou guardando na memória todos esses pesadelos, para que um dia eu possa enfim desfrutar dos louros da vitória, com a honra e glória do meu Deus.

Sem fotos
Sem textões
Sem enfeites natalinos
Há Deus só te peço uma coisa, que dê a cada um o que merece, que o tempo se encarregue de tudo, e que venha a paz aos que tanto merecem.

O mundo girou, e quem um dia me jogou praga, já pagou!

Deixa eu dizer um milhão de vezes que Deus sabe o que faz.

A cura de uma ferida por um atropelamento, para voltar a ter vida de gente

⁠Um detalhe muda tudo.

Acredito que não tem melhor ou pior. Todos nós temos um objetivo aqui na Terra.

Em um momento do dia, quando tudo se acalma, a poesia floresce. É assim. Quando a noite vem pela janela.⁠

⁠Obrigada pai, pela chuva que cai
Um pássaro a planar lindamente pelo ar.
Lá fora, existe um mundo real; e aqui dentro, um surreal.
De repente, uma conexão, projeção, por sob meus olhos e coração.
Como naquele dia em meio aos prantos, o céu estava lá para me confortar, aquelas todas estrelas a me iluminar. E sua presença a chegar.

(Poema para Deus)

⁠A sua visão sobre as coisas tem um poder de transformar.