Perda de um Amor por Orgulho
Quando estamos emocionalmente abalados, a esperança funciona como um remédio que abre portas para novas possibilidades.
A dúvida se torna um perigo. Questiono e reflito:
a gente não dá as costas e ainda assim fica sem entender por que passou e não ficou.
Agora o efeito cessou, e tudo se apresenta assim — com dores, e o sorriso não se abre.
Mesmo assim, à sombra, em soslaio, vejo… e pouco entendo.
Viver harmonia em plenitude
Ter nobreza de caráter
Faz a pessoa descansar
Ter sempre um bom porvir
E até muita coisa tolerar
É ter o espírito solto e leve
Que toda a paz se eleve
Pra um bom futuro alcançar.
Assim como o ar que respiro
Ter o direito de poder falar
É poder guiar o meu destino
E um bom caminho trilhar
Desde que não venha a ferir
O direito de quem quer seguir
É a liberdade que quero portar.
Um café quentinho, um abraço apertadinho, um beijo docinho, um amasso safadinho, em um lugar bem escondidinho, é o melhor que tenho para esse friozinho. Bora lá pro nosso cantinho?...(Patife)
Coisas que não se explica. Levamos apenas um segundo para apaixonar, e pra esquecer uma eternidade!...(Patife))
Toda honra e toda glória a Deus 💐 Gratidão por tudo.
Ao encerrar mais um ano, elevo minha gratidão primeiramente a Jesus Cristo, meu Senhor e Salvador, por cada bênção, livramento e graça derramada sobre minha vida. Mesmo nos dias difíceis, Ele esteve presente, sustentando meus passos, fortalecendo minha fé e ensinando-me a confiar.
Agradeço a todas as pessoas que Deus colocou em meu caminho: as que permaneceram e as que passaram, mas que cumpriram um propósito em minha vida. Cada encontro trouxe aprendizado, amadurecimento e crescimento espiritual. Nada foi por acaso, tudo cooperou para o bem.
Tenho aprendido a reconhecer os sinais do cuidado de Deus, inclusive nos momentos de silêncio e espera. A recorrência da hora 14:14 me recorda que há um tempo certo para descansar, ouvir a voz do Senhor e renovar as forças, para então continuar a caminhada com equilíbrio, paz e constância, sem pressa, mas com firmeza na fé.
Que o novo ano seja guiado pela presença de Deus, com o coração alinhado à Sua vontade, a mente em paz e o espírito fortalecido.
Que eu siga confiando, obedecendo e caminhando, sabendo que o Senhor vai à frente, preparando cada passo.
Gratidão por tudo.
Toda honra e toda glória a Deus.
Por Geórgia Palerm 💐
"Sou cafuzo, mas não confuso, um tanto quanto Confúcio, nada luso, talvez nem por andança, nem genes, um afrodescendente, amém!"
Minha vida amorosa é tão organizada quanto gaveta de meia: você abre achando que vai encontrar um par certinho e sai com três meias diferentes e nenhuma serve. Eu até tento levar a sério, mas o amor sempre me olha e fala: “não hoje”. Kakakakakaka
Sou aquela pessoa que se apega rápido, desapega devagar e sofre no meio do caminho inteiro. Prometo não criar expectativa… cinco minutos depois já tô imaginando o nome dos filhos, a cor da parede da sala e o cachorro chamado Thor. Ksksksksks, patético? Sim. Humano? Também.
Quando finalmente parece que vai dar certo, a pessoa some. Não avisa, não explica, não deixa bilhete. Some igual wi-fi bom em casa cheia. E eu fico lá, encarando o celular, como se ele fosse criar consciência e dizer: “calma, campeão, é só trauma mesmo”.
E o pior é quando eu falo “agora vai”, porque toda vez que eu digo isso o universo dá uma gargalhada alta: KJKKKKKKKK. Agora vai… pra terapia, talvez. Porque relacionamento pra mim é igual promoção falsa: promete muito, entrega pouco e ainda deixa sequelas emocionais.
Mas tá tudo bem. Eu rio, faço piada, sigo em frente. Um dia dá certo… ou não. Enquanto isso, sigo solteiro, bonito (às vezes), emocionalmente confuso e colecionando histórias pra contar.
— Cyrox
Tenho 19 anos e um talento especial: vacilar com estilo. Não é qualquer vacilo, é aquele vacilo bem pensado, bem executado e, claro, repetido. Porque aprender na primeira vez é coisa de gente comum, e eu claramente me acho acima disso.
Eu olho pra trás e penso: “não, dessa vez eu fui gênio”. Não fui. Fui emocionado. Confundi intensidade com conexão, drama com profundidade e achei que minha presença resolvia instabilidade alheia. Olha a audácia. O ego de um garoto de 19 anos é uma coisa linda e perigosa ao mesmo tempo.
O melhor é que, mesmo errando, eu erro confiante. Eu entro nas situações achando que sou o ponto de equilíbrio, o cara lúcido, o diferentão. Resultado? Saio com mais histórias pra contar e menos certezas sobre mim mesmo. Mas calma, faz parte do charme.
Eu ignoro sinais óbvios com uma elegância impressionante. Bandeira vermelha pra mim não é aviso, é decoração. Eu vejo tudo, entendo tudo… e sigo mesmo assim. Porque, na minha cabeça, “comigo vai ser diferente”. Nunca é. E ainda assim, eu insisto.
O sarcasmo vem depois, quando eu finalmente percebo que fui o palhaço da própria narrativa. Aí eu rio, balanço a cabeça e penso: “ok, pelo menos rendeu caráter”. Vacilo vira aprendizado, aprendizado vira ego inflado, e o ciclo recomeça.
No fim das contas, eu me acho incrível até quando erro. Não porque o erro foi bonito, mas porque eu sobrevivi a ele com consciência, ironia e uma autoestima teimosa. Errar faz parte. Errar do mesmo jeito várias vezes já é personalidade.
E no fim, sou só um jovem de 19 anos, especialista em vacilos, dono de um ego questionável e totalmente convencido de que, no próximo erro, vai fazer melhor. Ou não. Kkkkkkk
— Cyrox
Associar a amizade ao princípio ativo da sensação do bem estar, é de um obscurantismo monstruoso. Não existe amizade quando o objeto desejado, é alvo em comum. Isso independe da forma de governo, ou do sistema econômico, faz parte do ser, é intrínseco de cada um.
281225
Um dia tudo acaba. Não importa se você está rindo numa festa ou chorando num quarto escuro. Não importa se tem dinheiro sobrando ou se falta até o básico. Não importa se está cercado de gente ou sozinho no silêncio. A vida não pergunta, não avisa, não negocia.
O fim chega. Seja pela doença, pela velhice, pelo acaso ou pelo destino. O campo fica vazio, a igreja se cala, a casa se fecha. O que você acumulou, o que você conquistou, o que você perdeu — nada disso muda o fato de que o último suspiro vem para todos.
A única diferença está no caminho até lá: como você vive, o que você faz, o que você deixa. Porque o fim é igual para todos, mas o peso da história que carregamos é o que nos distingue.
Então não se engane: o tempo é curto, a vida é dura, e o fim é certo.
O que você faz agora é o que vai ecoar quando não houver mais voz.
Nenhum cristão pode evitar a teologia. Todo cristão é um teólogo. Ele pode não ser um teólogo no sentido técnico ou profissional, mas ainda é um teólogo. A questão não é ser ou não ser um teólogo, mas se somos bons ou maus teólogos.
“Debaixo da Casca”
Bom dia.
Acordei com um desejo que pede voz há anos:
organizar o mundo que carrego dentro.
São ideias demais, caminhos demais, emoções demais —
como se minha mente fosse um cruzamento onde ninguém obedece o sinal.
Ser escritor, ou algo próximo disso, é caminhar com excesso.
Às vezes as palavras correm;
às vezes param todas, como se fizessem greve.
Eu falho, assumo, e recomeço — sempre.
Hoje declaro meu querer mais sincero:
reunir minhas crônicas, dar forma ao que sinto e penso,
e transformar tudo isso num livro dedicado aos meus alunos,
meu verdadeiro conteúdo.
Digo sem medo: não dou conta sozinho.
E aceitar ajuda também é política —
a política da humildade, da construção, da responsabilidade.
Quero romper minha própria casca.
Deixar sair o que é frágil e forte,
íntimo e público,
poético e indignado.
Quero transformar minhas aflições em páginas
e minhas páginas em memória viva.
Bom dia a quem tenta não viver só por fora.
Bom dia a quem insiste em ter miolo num país de cascas polidas.
Bom dia a quem escreve, tropeça, levanta
e segue —
porque a palavra sempre encontra seu destino.
