Perda de um Amor por Orgulho
Fácil de ver é o defeito nos outros, mas um defeito próprio é difícil detectar. Tal como a palha ao vento uma pessoa apregoa os defeitos dos outros, mas esconde os seus, tal astuto caçador que se esconde por detrás de ramos disfarçados.
Mulher é forte, sexy, sensível, linda e delicada.
Objetiva e perspicaz, possui um sexto sentido como ninguém. Serena e pacífica; voraz e capaz. Luz e filha de outrem. Um ser especial no mundo, amiga, irmã e mãe também. Vaidosa, virtuosa, cuidadosa, determinada e com coragem que vai além. É amor sozinha, é amor com alguém. Romântica, carinhosa, sábia, solidária... todos esses adjetivos aqui a descrevem bem. Ela é vida! Ela é sentimento, ela é guerreira, ela é dom, ela é mulher! Um ser divino igual não tem.
"Mas não existe recomeço sem um fim. E no final das contas, ninguém dá adeus, do amanhã não se sabe. Vai que um dia, numa determinada situação, em algum bar de esquina, nos encontraremos novamente? Nenhum amor é eterno.
Um dia você descobre que afastar-se não ameniza a dor, que afastar-se não faz esquecer. Você vai simplesmente mentir para todos, mas não conseguirá mentir pra si mesmo. Pois, afastar-se é apenas não querer que a pessoa saiba o quanto ela ainda faz falta.
A maior burrice de um homem é dizer que ama uma mulher. A maior burrice da mulher é acreditar que o homem a ama de verdade.
Ouviram num boteco um berro mágico
De um bêbado, um pedido refrescante
A Skol da liberdade em raios fúlgidos
Brilhou na mão do dono nesse instante
Se o Senhor tiver vontade
Vem beber com a gente até ficar de porre
Copo cheio e liberdade
Aprecie este líquido a vontade
Ô Skol amada, idolatrada,
Salve, salve
Bebendo todo dia desse líquido
Tem vezes que parece, a terra desce
Meu Deus do céu, só penso nesse líquido
Não existe nada mais que me interesse
Gigantes depois de três, que beleza
Chorão depois da décima e tristeza
No dia seguinte dor de cabeça
Skol dourada
Entre outras mil, és tu Skol
Cerveja amada.
Dos filhos deste bar és mãe gentil
A Skol do Brasil!
Hui, hui!
(*) Não acredito que a memória seja um lugar esperando nossa visita. Me parece mais algo que construímos a cada visita. E nunca construímos da mesma forma. Sempre que lembrarmos do primeiro beijo, será um beijo diferente. Será sempre outra pessoa, a pessoa que nos tornamos, a lembrar do mesmo beijo.
São tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa.
Deve o conquistador exercer todas aquelas ofensas que se lhe tornem necessárias, fazendo-as a um tempo só para não precisar renová-las a cada dia e poder, assim, dar segurança aos homens e conquistá-los com benefícios.(...)Portanto, as ofensas devem ser feitas todas de uma só vez, a fim de que, pouco degustadas, ofendam menos, ao passo que os benefícios devem ser feitos aos poucos, para que sejam melhor apreciados. (O Príncipe)
É inútil ficar sentado em meio a todas essas coisas desconhecidas, tentando resolver um enigma. Você acabará monomaníaco. Encare este mundo. Aprenda-lhe os costumes, observe-o, não tire conclusões apressadas. No fim você acabará encontrando todas as respostas.
