Perda de um Amor por Orgulho

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Se lembra quando a gente chegou um dia acreditar que tudo era pra sempre sem saber, que o pra sempre sempre acaba....
Mas nada vai conseguir mudar o que ficou
Quando penso em alguém só penso em você e aí então estamos bem...

Para todo só,
existe um alguém.

Para toda porta fechada,
existe um abrir.

Para todo erro,
uma segunda chance há.

Para toda chegada,
uma partida existe.

Para toda dor,
existe um bálsamo.

E para toda lágrima,
existe uma recompensa.

E para todo destino,
uma estrada há.

Para todo nascer
um morrer existe.

E para cada busca,
existe um encontrar.

E para todo você,
existe um eu.

Sou o que se chama de pessoa impulsiva. Como descrever? Acho que assim: vem-me uma ideia ou um sentimento e eu, em vez de refletir sobre o que me veio, ajo quase que imediatamente. O resultado tem sido meio a meio: às vezes acontece que agi sob uma intuição dessas que não falham, às vezes erro completamente, o que prova que não se tratava de intuição, mas de simples infantilidade.
Trata-se de saber se devo prosseguir nos meus impulsos. E até que ponto posso controlá-los. Há um perigo: se reflito demais, deixo de agir. E muitas vezes prova-se depois que eu deveria ter agido. Estou num impasse. Quero melhorar e não sei como. Sob o impacto de um impulso, já fiz bem a algumas pessoas. E, às vezes, ter sido impulsiva me machuca muito. E mais: nem sempre meus impulsos são de boa origem. Vêm, por exemplo, da cólera. Essa cólera às vezes deveria ser desprezada; outras, como me disse uma amiga a meu respeito, são cólera sagrada. Às vezes minha bondade é fraqueza, às vezes ela é benéfica a alguém ou a mim mesma. Às vezes restringir o impulso me anula e me deprime; às vezes restringi-lo dá-me uma sensação de força interna.
Que farei então? Deverei continuar a acertar e a errar, aceitando os resultados resignadamente? Ou devo lutar e tornar-me uma pessoa mais adulta? E também tenho medo de tornar-me adulta demais: eu perderia um dos prazeres do que é um jogo infantil, do que tantas vezes é uma alegria pura. Vou pensar no assunto. E certamente o resultado ainda virá sob a forma de um impulso. Não sou madura bastante ainda. Ou nunca serei.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Crônica O impulso.

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A vida é um eco! Se você não está gostando do que está recebendo, observe o que está emitindo.

Te conheço melhor que qualquer um, melhor que você mesmo. Apenas não sei o que fazer com essa informação.

Um "tanto faz" aqui, um "foda-se" ali, uma ignorada de lá, e assim vou me livrando do desnecessário, do que me atrasa.

Eu sei que é difícil manter um coração aberto
Quando mesmo os amigos parecem dispostos a te prejudicar.
Mas se você pudesse curar um coração partido,
O tempo não pararia para te encantar?
Às vezes eu preciso de um tempo... para mim mesmo.
Às vezes eu preciso de um tempo... totalmente sozinho.
Todos precisam de um tempo... para si mesmo.

Um dia alguém vai te amar exatamente do jeito que você é. Pode só levar mais um tempo do que a gente.

Quando realmente ficares triste e com a mente perturbada, recomendo que convoques um exército para combater as feras que tendem a te enjaular. Eis os soldados: poetas, palhaços e novos amigos.

Talvez um dia eu vá rastejar de volta para casa, exausta, derrotada. Mas não enquanto eu puder criar histórias a partir do meu desgosto, beleza a partir da tristeza.

Não sou homicida, mas cai meia-dúzia dos seus antes de tombar um dos meus.

Uma hora a gente cansa. De correr atrás, de mendigar, quase que implorar por um pouco de atenção e carinho. A gente cansa não por falta de amor (..) Mas sim por presença, o que nos resta de amor-próprio. Onde nós ficamos? Cansei de fazer contas e no final, perceber que o saldo está negativo, e mais uma vez, se frustrar, nada do que foi sonhado se cumpriu, a pessoa amada, inevitavelmente, se foi, nos esqueceu. Alias, ela nunca fez questão de lembrar, não é verdade? Só foi se afastar um pouco para que você e tudo que você lutou para que fosse construído ruir e cair no esquecimento. Cansa ter a constante sensação de incapacidade, aquela dúvida: faltou o quê? Mas na realidade, sobrou; sentimento, sonhos, amor (..) A gente sabe que não dá certo, mas é idiota, tão idiota que perde tempo tentando criar algo onde até nós mesmos sabemos que nunca vai existir nada. Pior do que correr atrás do vento, é tentar agarrá-lo com as mãos, perda de tempo. Assim é um amor não correspondido. A gente tenta. Tenta. Tenta. Tenta. Mas se cansa. Não por falta de amor, mas porque percebe que não vale mais a pena. Valer a pena? No fundo, bem-lá-no-fundo, a gente sabe quando vai dar, e principalmente, quando não dará, sei la, a gente precisa arriscas né? Precisa se machucar um pouco, cair de vez em quando, saber quando tem que insistir um pouco mais, ter um pouquinho de fé, mas principalmente, quando a gente tem que chutar o balde, largar mão, por mais difícil que seja. A gente se apega, às vezes, até demais. A gente sempre acaba amando demais, infelizmente, os que menos mereceram. Dói, eu sei que dói a ideia do “cair no esquecimento”, mas faz parte, não é verdade? Às vezes, a gente já tá tão machucado, já foi tão longe, já deu tanto ouvidos ao tolo coração, que não existe coragem de deixar o barco afundar sozinho e ter que nadar sozinho. Muitas vezes, o amor é como um grande mar, vezes, de felicidade, vezes, de grande tristeza.

O impossível não é um fato, impossível é uma opinião.

Um dos momentos mais difíceis na vida é decidir se você deve desistir, ou tentar mais uma vez.

Para hoje:
Uma flor-amarela no cabelo
Uma esperança bonita no olhar
E na boca um desses risos bobos sem motivo.

"O Natal é feito de um belo e intencional paradoxo; que o nascimento do desabrigado deve ser comemorado em todos os lares."

Universo é espaço livre, um buraco de escuridão.
Meu pés em terra firme e a mente em outra dimensão.

Um guerreiro responsável não é o que coloca sobre seus ombros o peso do mundo, mas sim aquele que aprendeu a lutar contra os desafios do momento.
Manual do Guerreiro da Luz

⁠Quem mata uma pessoa vira bandido, mas quem mata um inimigo...vira herói.

(Kazutora Hanemiya)

Existe uma diferença entre o Halloween e o Natal. Em um as pessoas fingem ser malvadas e no outro as pessoas fingem ser boas!