Perda de um Amor por Orgulho

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⁠Toda minha gratidão e adoração pertencem a Aquele que me amou primeiro (1º João 4.19)!

Eu nunca acreditei em anjos, até esse aparecer na minha vida:

Esse anjo que me compreendia
Me aceitava, me entendia
Oh, esse anjo que eu amava...

Esse anjo que eu nunca esquecerei
Esse anjo que surgiu do nada
Esse anjo que eu amei...

Essa amizade surgiu tão rápida
O começo, o meio e o fim
Tudo de uma forma inesperada...

Eu sonhava com você
Seu retrato em minha mente
Eu já não conseguia te esquecer...

Você era tão tímida, eu espontâneo
Você era cristã, eu ateu
Você era você e eu era eu...

Éramos tão opostos para os "normais"
Mas não se monta um quebra-cabeça
Com peças iguais...

Seremos sempre infinitos
No nosso conjuntinho
No nosso limitado
Conjunto de finitos...

Eu e você meu anjo
Meu anjo que tem o nome mais lindo do universo;
Meu anjo que tem os olhos mais penetrantes da galáxia;
Meu anjo que tem o sorriso mais belo do sistema solar,
Meu anjo é você, minha doce Nicole...

Incredulidade

Talvez de incredulidade eu me afogue
Não por estar num mar de solidão
Mas por não ver no próximo a consideração devida
O respeito necessário
A valorização merecida
E a gratidão esperada

Pergunto-me quantos dígitos mais se acrescentarão aos anos
Quantas luas, marés e estações virão
Pra que percebas que é teu o egoísmo e a arrogância
Que são tuas as sementes que geram esse caos no cais da esperança

E não somos mais nós que padecemos de amor
Mas o amor que padece dessa nossa aspereza
dessa nossa efemeridade
dessa superficialidade reverberada

Mas que o tempo se compadeça de mim
E me conceda a força para águas turbulentas atravessar
E ainda que tu, meu querido, não me dês o trato digno
Caberá ao meu coração tua crueldade perdoar
Porque de paz estou cheia e somente paz quero entregar

Sobre as demais coisas:
Não será o esquecimento justificativa
_ O que plantas terás em colheita
E não precisas minhas flores com tuas lágrimas depois regar.

⁠Uma igreja que não é Humana conforme o Filho do Homem está longe de ser uma Igreja de Jesus.

As únicas obras que Deus aceita são aquelas feitas ao próximo. Efésios 2.10; Mateus 25.31-46; Atos 10.1-4; Tito 2.14; Tito 3.1-8; Tiago 2.14-26; Apocalipse 20.11-12; Apocalipse 22.12.⁠

⁠Todos nós estamos amparados e sustentados, pura e unicamente na Graça maravilhosa de Jesus. Ninguém pode comprar seu lugar na casa do Abba, mas foi Jesus, que por meio da Sua vida nos garantiu vida eterna.

⁠Mesmo que a minha razão diga que é impossível, eu vou crer; pois Deus não é apenas Soberano, Ele é Muito Bom, e mais ainda, Ele é Amor.

" ⁠Sonho realizado é aquele que se continua sonhando."

⁠No Processo
No processo há dor,
há medo que cala,
choro que inunda,
e luta que rala.
Vontade de ir embora,
sumir, desistir,
deitar no escuro
e parar de insistir.
Mas entre os espinhos
há mãos invisíveis,
tocando teu peito
com forças incríveis.
Mesmo quando o chão
parece ruir,
há graça do alto
pra te conduzir.
O amparo divino
não falha jamais,
Ele chega em silêncio,
mas traz muita paz.
Na hora mais dura,
no vale mais frio,
Deus sopra esperança
e traz o alívio.
Então não desista,
o céu te sustenta.
Cada lágrima rola,
mas a fé te aumenta.
Você não está só
na trilha a seguir:
há um Deus que te abraça
e te faz resistir.

Pode me chamar de sem coração já que eu não sinto mais nada, ou melhor me chame de alguém que aprendeu voar sem ter asas!

Palavras que curam são as vindas do coração que toca em outro coração.

⁠Essa saudade me perturba. Me destrói por dentro, por fora. Me corrói e acaba com toda a vida em mim. Não, não é drama. Esse sorriso no rosto não é verdadeiro. Essas risadas não são verdadeiras. São disfarces. É só pra deixar o mundo pensar que eu estou bem, feliz, mas não estou. Pelo contrário, há uma série de motivos pra chorar. Pra desistir de tudo. Mas eu continuo sorrindo. Talvez por costume, talvez por preguiça de me expressar, talvez por medo de não ser compreendida. Ah, a chave de tudo: medo. Medo do que vão pensar, medo de ser rejeitada, medo das pessoas que não se importam. Medo, medo e mais medo. Eu tenho medo de ter medo. Incoerente? Sim, muito. Mas é o que eu sinto agora.

⁠Toda injustiça social que há é fruto do egoismo humano, tolos governantes e povo alienado, ambos só se interessam pelo que a política pode lhes oferecer como poder e vaidade individual, ninguém se importa com o coletivo, nem políticos nem quem os elegem.

⁠O poder tem o peso do outro,
e os que o têm sempre querem mais.
Isto torna Impossível ao ser humano,
ter poder e mar os que não têm
nem poder nem riquezas.

⁠"Ame o próximo, mas, se o próximo não lhe amar, ame o próximo."

Não quero simplesmente, estar na sua vida.
Quero fazer parte da sua vida.
Poder te ajudar sempre.
Te apoiar em todos os momentos.
Quero olhar nos seus olhos e dizer o quanto eu te amo.

Muitas vezes você manda eu viver a minha vida, mas você não sabe, que a minha vida é viver ao seu lado.

Te amo de verdade.
Não importa a dificuldade.
Que iremos enfrentar.
O importante é ao seu lado lutar.
A luta muitas vezes não vamos ganhar.
Mas ao seu lado vou estar.
Sempre para te apoiar.
E com uma simples palavra.
Com doce do seu olhar.
Com você eu vou estar.
Segurar tua mão e juntos caminhar.
No seu sorriso, me encorajar, para as batalhas que vamos enfrentar.
Em seus braços quero descansar.
Uma coisa tenho certeza.
Que ninguém vai me tirar,h o direito de te amar.

O ÓDIO SOB A ÓTICA ESPÍRITA E SEUS EFEITOS PSICOLÓGICOS.
O ódio, à luz da doutrina, não é apenas um sentimento moralmente reprovável. É um estado vibratório de profunda desarmonia que compromete o equilíbrio do Espírito e repercute diretamente sobre o corpo físico por intermédio do perispírito.
Em "O Livro dos Espíritos", questão 886, lê-se que o verdadeiro sentido da caridade é benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições alheias e perdão das ofensas. O ódio, portanto, é a negação prática dessa tríade moral. Ele fixa a consciência no passado, cristaliza a dor e impede o avanço espiritual. Não se trata apenas de falha ética, mas de estagnação evolutiva.
Dimensão Espiritual do Ódio
Segundo a perspectiva espírita, o Espírito é um ser em progresso contínuo. Emoções densas como o ódio produzem condensações fluídicas no perispírito, que é o envoltório semimaterial da alma. Esse envoltório, ao sofrer perturbações prolongadas, transmite ao corpo físico estados de tensão persistente.
A literatura doutrinária, inclusive nas reflexões de Léon Denis, esclarece que pensamentos reiterados estruturam formas mentais que se agregam ao campo vibratório do indivíduo. O ódio reiterado torna-se um circuito fechado. A criatura passa a nutrir-se da própria amargura. Forma-se um processo de auto obsessão, no qual o ofensor já não é necessário para que o sofrimento continue.
Efeitos Psicológicos
Sob o prisma psicológico, o ódio prolongado gera:
Ruminação mental persistente. A mente retorna compulsivamente ao fato que gerou a ofensa.
Alterações fisiológicas crônicas, como elevação constante de adrenalina e cortisol.
Rigidez cognitiva. A pessoa perde a capacidade de interpretar os fatos com elasticidade.
Identificação com a dor. O sujeito passa a definir-se pela ofensa recebida.
A psicologia contemporânea demonstra que emoções hostis mantidas por longo período estão associadas a transtornos de ansiedade, quadros depressivos e distúrbios psicossomáticos. O Espiritismo acrescenta que tais estados podem abrir campo para processos obsessivos, conforme analisado em "O Livro dos Médiuns", quando há sintonia vibratória com Espíritos igualmente perturbados.
Lei de Causa e Efeito
O ódio também se insere na dinâmica da lei de causa e efeito. Não como punição externa, mas como consequência natural. Ao odiar, o Espírito compromete sua própria paz. A desarmonia interior torna-se campo fértil para experiências regeneradoras futuras, inclusive por meio de reencontros reencarnatórios com aqueles a quem se ligou pelo ressentimento.
A reencarnação, portanto, surge como pedagogia divina. O desafeto de hoje pode converter-se no filho de amanhã. O adversário pode retornar como irmão consanguíneo. A providência espiritual não visa castigar, mas educar.
Superação
A superação do ódio não é repressão emocional. É transmutação. O perdão, segundo a ótica espírita, é libertação íntima. Não significa concordância com o erro alheio, mas recusa em manter-se prisioneiro dele.
A prática da oração, da vigilância mental e da reforma íntima modifica a frequência vibratória do Espírito. A disciplina do pensamento reorganiza o perispírito. O hábito do bem dilui gradualmente as cristalizações emocionais.
O ódio corrói, paralisa e obscurece. O perdão reorganiza, fortalece e ilumina. Entre permanecer na sombra da ofensa ou avançar na direção da consciência pacificada, o Espírito é sempre chamado a escolher.

⁠De fato acreditei que dessa vez tudo terminaria, mas agora percebo as coisas indo para outro patamar; a humanidade esta' a salvo!