Perda de um Amor por Orgulho

Cerca de 612696 frases e pensamentos: Perda de um Amor por Orgulho

É melhor ser alegre que ser triste
Alegria é a melhor coisa que existe
É assim como a luz no coração

Vinicius de Moraes
Álbum "20 Grandes Sucessos de Vinicius de Moraes"

Nota: Trecho da música "Samba da Benção"

...Mais

Há criaturas que chegam aos cinquenta anos sem nunca passar dos quinze, tão símplices, tão cegas, tão verdes as compõe a natureza; para essas o crepúsculo é o prolongamento da aurora. Outras não; amadurecem na sazão das flores; vêm ao mundo com a ruga da reflexão no espírito, - embora, sem prejuízo do sentimento, que nelas vive e influi, mas não domina. Nestas o coração nasce enfreado; trota largo, vai a passo ou galopa, como coração que é, mas não dispara nunca, não se perde nem perde o cavaleiro.

Machado de Assis
A Mão e a Luva (1874).

Eu preciso de ti, Senhor
Eu preciso de ti, ó Pai
Sou pequeno demais, me dá sua paz
Largo tudo para te seguir... entra na minha vida...

Uma boa risada faz mais pelos músculos abdominais que cinco minutos de exercício físico.

À minha volta, reprovava-se a mentira, mas fugia-se cuidadosamente da verdade.

Simone de Beauvoir
Memórias de uma moça bem-comportada (1958).

Esquentei o arroz e os peixes e dei para os filhos. Depois fui catar lenha. Parece que vim ao mundo predestinada a catar. Só não cato felicidade.

Queria entender a magia que você tem e tanto me encanta. A cada minuto que passa eu sinto algo que não havia em mim. É uma paz tão grande que só me faz feliz...

Definir-me seria dar-me limites, e minha força não conhece nenhum.

Erasmo de Roterdã
ERASMUS, D. Elogio da Loucura. Porto Alegre: L&PM, 2013.

“Gorjeio é mais bonito do que canto porque nele se inclui a sedução. É quando a pássara está namorada que ele gorjeia.”
Manoel de Barros

⁠Todo mundo gosta de pensar que é uma boa pessoa. Mas o bem não pode existir sem o mal.

FUNÇÃO DA ARTE E DO ARTISTA

A importância do escritor está, sobretudo, na função que ele exerce de tornar a experiência expressável. Porque a linguagem é o único recurso que o ser humano tem para isso. E tudo o que não é verbalizado nos domina. São aqueles estados obscuros que existem dentro de você e você não sabe o que são, aquele lusco-fusco, aquela coisa meio fantasmagórica. Quando você se expressa, tudo se ilumina e cai sob o teu domínio. Então, uma sociedade que não tem um número suficiente de poetas, romancistas, dramaturgos não é capaz de verbalizar a sua experiência verdadeira. Resultado: cria-se um abismo entre a experiência vivida e a fala. A experiência vivida torna-se obscura, opressiva e incompreensível; e a fala só repete estereótipos. Quando você não sabe o que está acontecendo, você fala do que não está acontecendo. Isso é um estado totalmente esquizofrênico e gravíssimo.

O bom líder deve ser capaz de levar seus liderados ao comprometimento, não por meio da imposição de regras, mas através de um bom relacionamento.

Você foi a melhor e a pior coisa que já me aconteceu na minha vida, melhor porque você entrou na minha vida e pior porque saiu.

Não desista da vida, mesmo quando esta é a opção mais fácil.

Não há nada novo sob o Sol, e a eterna repetição das coisas é a eterna repetição dos males. Quanto mais se sabe mais se pena. E o justo como o perverso, nascidos do pó, em pó se tornam.

Eça de Queirós
A Cidade e as Serras. Lello & Irmão: 1901.

Que haja paz para todos do mundo inteiro. Confie em Deus e tudo será possível. Tenha sempre fé, determinação e alegria.

Silêncio: os nove décimos da sabedoria.

Quando eu vou na cidade tenho a impressão de que estou no paraíso. Acho sublime ver aquelas mulheres e crianças tão bem vestidas. Tão diferentes da favela. As casas com seus vasos de flores e cores variadas. Aquelas paisagens há de encantar os visitantes de São Paulo, que ignoram que a cidade mais afamada da América do Sul está enferma. Com as suas úlceras. As favelas.

O coração de todos nós está na mira dos atiradores. Mas o verdadeiro medo surge não quando a bala atinge você, mas sim alguém que você ama.

Só os loucos têm o privilégio de dizer a verdade que não ofende.

Erasmo de Roterdã
ERASMUS, D. The Praise of Folly. London: Hamilton, Adams & Company, 1887.