Pequenos poemas de Luta por Amor

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Há cinco anos nós perdemos. Todos nós. Perdemos amigos. Perdemos família. Perdemos parte de nós. Hoje temos a chance de tentar desfazer isso. Esta é a luta das nossas vidas. Nós vamos vencer. Custe o que custar.

Por que é você quem sempre tem que sofrer? Por que pessoas gentis, que lutam todos os dias, são pisoteadas continuamente?

Admitir erros, pedir desculpas, se afastar de lutas pelo poder – nada disso é derrota. Não se busca a superioridade competindo com outras pessoas.

A realidade é algo simples: se parece que é você contra o mundo, é provável que seja só você contra si mesmo.

Mark Manson
A sutil arte de ligar o f*da-se

O amor do poeta é maior que o de nenhum homem; porque é imenso, como o ideal, que ele compreende, eterno, como o seu nome, que nunca perece.

A fome e o amor são os dois sexos do mundo. A humanidade gira toda sobre o amor e a fome.

O amor é um estado essencialmente transitório. É como uma enfermidade. Tem a sua fase de incubação, o seu período agudo, a sua declinação e a sua convalescença. É um fato reconhecido e ratificado por todos os fisiologistas das paixões.

O nosso amor-próprio exalta-se mais na solidão: a sociedade reprime-o pelas contradições que lhe opõe.

O amor-próprio dos tolos desculpa o das pessoas inteligentes, mas não o justifica.

O amor nascente é tão melindroso, pueril e tímido, que receia desagradar até com o pensamento ao ídolo da sua concentrada adoração.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Cenas da Foz, 1857

Sempre disse que uma mulher só se deve casar por amor - e continuar a casar-se até o encontrar.

Não se esqueça que o amor, tal como a medicina, é só a arte de ajudar a natureza.

O encanto que supomos encontrar nos outros só em nós existe; e é apenas o amor que tanto embeleza o objeto amado.

A ociosidade faz nascer o amor e, uma vez desperto, conserva-o. É a causa e o alimento deste mal delicioso.

Beber sem ter sede e fazer amor a qualquer hora, senhora, são as únicas coisas que nos distinguem dos outros animais.

Os raciocínios do amor-próprio não gozam do crédito das melhores consequências.

Camilo Castelo Branco
BRANCO, C., Anátema, 1850

Os camaleões alimentam-se de luz e de água: / O alimento dos poetas é o amor e a fama.

O amor é como a febre, nasce e extingue-se sem que a vontade tome minimamente parte nele.

No amor o mais importante é não fazer mal à outra pessoa. É secundário que se atinja este objetivo pela mentira ou pela honestidade. Infelizmente quase toda a gente odeia ser enganada.

O amor é o mais agradável episódio do romance da vida, e o casamento o apagador do amor.